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Verão é época de risco para o câncer de pele

O verão é a época mais propícia ao câncer de pele. Neste período, as pessoas ficam excessivamente expostas ao sol, sobretudo, em horários mais críticos, como das 10h às 16h. “É aí que está o perigo”.

De acordo com os especialistas, a radiação solar está presente durante todo o dia — inclusive em tempos nublados –, mas em dias ensolarados ocorre a maior concentração de raios UVB, nocivos à saúde da pele. “Por isso, deve-se evitar a exposição ao sol no período mais crítico. Se a exposição for inevitável, recomenda-se o uso de acessórios como guarda-sol, óculos, chapéu e malhas frescas, além, é claro, do protetor solar que, independentemente do tom da pele, deve ter fator mínimo de proteção 30”, recomendam.

Segundo os dermatologistas, pessoas com pele mais clara tendem a queimar e não bronzear. Isso ocorre porque possuem menor quantidade da proteção natural, que é dada pela melanina. Quem tem essa característica precisa tomar mais cuidado, pois tem risco maior de desenvolver alguns tipos de câncer de pele ao longo da vida.

Além disso, o uso de bronzeadores convencionais deve ser evitado. “Eles intensificam o efeito do sol. É um risco. Existem, porém, autobronzeadores que não têm relação com a exposição solar e vão, gradativamente, mudando a cor da pele. Esses podem ser usados”, orientam os médicos.

Em geral, indica-se protetor com fator mínimo de 30, independentemente da intensidade do sol. Pessoas de pele mais clara, contudo, devem utilizar filtros de alta proteção — FPS 50 ou mais. A recomendação é que o produto seja reaplicado a cada quatro horas e sempre após a pessoa entrar na água, pois a margem de proteção fica comprometida.

Por regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, todo filtro solar deve conter, também, fator de proteção para raios ultravioleta A. No rótulo do produto, essa proteção aparece descrita como PPD ou proteção UVA/UVB.

Câncer de pele

O câncer de pele é o tipo mais comum da doença no Brasil e tem sua incidência aumentada em função do estilo de vida e do envelhecimento da população.

Cuidados desde a infância são extremamente importantes para que esse cenário mude. Embora a maioria dos casos apresente boa evolução e cura quando tratados precocemente, alguns podem levar à morte, se o diagnóstico for tardio. “Ao menor sinal de manchas escuras na pele ou de pintas com bordas irregulares, deve-se consultar um médico dermatologista imediatamente”, alertam os especialistas.

ESCLEROTERAPIA (Secar os Vasinhos)

A escleroterapia, também chamada de “aplicação” ou até mesmo de “queimar vasinhos” é um procedimento médico realizado para o tratamento de vasos sanguíneos dilatados ou mal formados, ou seja varicozes e varizes nos mais diversos tamanhos. Na maior parte dos casos tem o objetivo estético, porém também é utilizado como tratamento da doença,
Um liquido, espuma, laser ou termocoagulador é utilizado como esclerosante, injetado ou aplicado sobre o vaso, causando uma alteração nas células do mesmo fechando-o. Quando o liquido ou espuma continua na circulação e atinge vasos maiores é diluído pelo sangue e perde seu efeito.

Como é feita a escleroterapia ?

É um tratamento sem necessidade de cirurgia, e, portanto, ambulatorial. Os “vasinhos” são tratados com a aplicação de medicamentos esclerosantes nos vasos alterados, obstruindo o fluxo sanguineo. Esses vasos, doentes não são necessários para a circulação, o sangue busca vasos mais saudáveis para percorrer. Ao obstruir os vasinhos vermelhos, o aspecto estético das pernas melhora.

Qual técnica de escleroterapia devo escolher?

A escleroterapia pode ser realizada com injeções, termocoagulação e laser. A escleroterapia química, conhecida como “aplicação” utiliza um líquido concentrado, o esclerosante que é injetado por microagulhas dentro dos vasinhos. O líquido mais utilizado é a glicose por sua segurança e eficácia. Na escleroterapia com espuma injeta-se, o polidocanol, substância esclerosante que já foi estudada como anestésico, em forma de espuma. A espuma apresenta densidade menor, mantém contato com a parede do vaso por mais tempo, empurrando o sangue, sendo mais eficaz em vasos maiores.

Qual o tempo de recuperação e os cuidados?

Após as sessões de escleroterapia pode-se ter vida normal, podendo voltar ao trabalho na mesma hora.
Quantas sessões são necessárias?

O número varia muito entre os pacientes. Impossível precisar, dependendo da quantidade de vasos, expectativa de melhora, resposta ao tratamento, tolerância à dor, assiduidade e adesão às orientações pós escleroterapia. Alguns vasos desaparecem, outros diminuem e outros não respondem. Por isso é necessário novas sessões. Os intervalos entre as sessões devem ser em média de 10 a 15 dias.

Cuidados gerais.
Não queimar-se ao sol até o desaparecimento completo dos sinais (15-45 dias) e utilizar protetor solar;
Depilação, Massagem, Atividade Física são permitidos após 12-24 hs;
Faixas elásticas e meias elásticas – em caso de veias maiores podem ser necessárias e devem ser aplicadas pelo médico ao término da sessão e utilizadas por 1-6hs, não sendo necessário dormir com elas.

Procure sempre um profissional capacitado.