fbpx

Telefone

47 3368-9438

Endereço:

Final da Rua 258, esquina com a rua 260-A, nº915 - Meia Praia/Itapema (Ao lado do Colégio Atlântico)

Alzheimer: saiba como a doença se manifesta

O mal de Alzheimer é uma degeneração dos neurônios que pode afetar o comportamento, a fala e o apetite. Cerca de 50 milhões de pessoas no mundo sofrem com a doença caracterizada pelo esquecimento. No entanto, além de falhas na memória, o portador da doença sofre com dificuldade na comunicação, alterações no raciocínio, visão turva, mudanças de humor, confusão e desorientação.

Atinge principalmente pessoas idosas e aparece a partir dos 65 anos, mas há casos precoces em que os primeiros sintomas da doença surgem aos 30 anos, geralmente causados por fatores hereditários.

Causas

O desenvolvimento da doença não possui causas comprovadas, podendo ser ligado a fatores genéticos, estilo de vida e ambiente, porém, pode ser retardado com alguns tratamentos.

As pessoas que possuem casos de Alzheimer na família precisam ficar atentas aos sintomas para começar o tratamento o quanto antes e controlar a doença de forma mais efetiva.

Diagnóstico e tratamento

Não existem exames para detectar o Alzheimer, portanto, o diagnóstico é feito por meio da análise clínica do paciente, com estudos do seu histórico e realizando um acompanhamento para entender os estágios da doença.

O tratamento deve ser iniciado imediatamente, conforme as necessidades de cada paciente. É importante sempre consultar um especialista e não se automedicar, pois somente um médico poderá indicar medicamentos para os distúrbios de comportamento ou outras questões específicas.

Fases da doença

O Alzheimer possui quatro estágios:

  • Estágio 1 (forma inicial): perda de memória e mudanças na personalidade.
  • Estágio 2 (forma moderada): dificuldades para falar e para realizar tarefas simples.
  • Estágio 3 (forma grave): dificuldade para comer e incontinência urinária e fecal.
  • Estágio 4 (terminal): o paciente não levanta, não fala, sente dores ao ingerir alimentos e tem infecções frequentes.

Prevenção

Ainda não há uma forma de prevenção específica, mas estudos comprovam que realizar exercícios físicos com frequência e manter hábitos saudáveis em geral ajudam muito a prevenir essa e outras doenças. Além disso, alguns exercícios e estimulações cognitivas, como atividades em grupo, jogos, leituras e filmes também são ações que podem ajudar a retardar a doença.

Fonte

Coronavírus: Saiba como se proteger

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias e que recentemente teve um novo agente descoberto, chamado de novo coronavírus (SARS-CoV-2). Ele foi identificado no fim de dezembro de 2019 após ter casos registrados na China. Possui esse nome devido a sua aparência microscópica, semelhante a uma coroa.

Sintomas

Os sinais e sintomas da doença causada pelo novo coronavírus são semelhantes a um resfriado, causando principalmente problemas respiratórios e infecções como a pneumonia. Estudos e investigações ainda são necessários para conhecer melhor os sintomas da doença, mas os conhecidos até então são febre, tosse e dificuldade para respirar.

Por enquanto, apenas pessoas que tenham viajado para a China nas últimas duas semanas e que apresentem febre e sintomas respiratórios podem ser considerados suspeitos. Caso isso ocorra, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente e informar detalhadamente o histórico de viagem recente, além de todos os sintomas.

Transmissão

A principal forma de transmissão conhecida até o momento é a disseminação de pessoa para pessoa, na qual ocorre a contaminação por gotículas respiratórias ou por contato pessoal. Os coronavírus podem ser transmitidos por meio de:

  • Gotículas de saliva;
  • Espirro;
  • Tosse;
  • Catarro;
  • Contato pessoal próximo (menos de 1m), como toque ou aperto de mão;
  • Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Qualquer indivíduo que tenha contato próximo com alguém com os sintomas corre o risco de ser exposto à infecção. Além disso, dados conhecidos até então sugerem que a transmissão do novo coronavírus possa ocorrer mesmo sem o aparecimento de sinais e sintomas.

O coronavírus possui um período médio de incubação de 5 dias, com intervalos que chegam a 12 dias, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.

Prevenção

Recomendam-se cuidados básicos para reduzir o risco de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, especialmente antes de ingerir alimentos, após utilizar transportes públicos, visitar locais com grande fluxo de pessoas como mercados, shopping, cinemas, teatros, aeroportos e rodoviárias. Se não tiver acesso à água e sabão, usar álcool em gel 70%;
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas;
  • Ficar em casa quando estiver doente;
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes;
  • Cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel (ou com o braço) ao tossir ou espirrar e descartar em um lixo fechado após o uso;
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos e outros utensílios;
  • Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Cuidados ao viajar

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nível de alerta alto em relação ao risco global do novo coronavírus, e o Ministério da Saúde orienta que viagens para a China devem ser feitas apenas em casos de extrema necessidade.

Não há circulação do vírus confirmada no Brasil, portanto, não existe restrição ou recomendações especiais para viagens em território nacional. Caso o destino da viagem seja o exterior, é necessário verificar junto à embaixada ou em sites oficiais do país de destino quais as medidas recomendadas pelas autoridades de saúde locais.

Fonte: Ministério da Saúde.

Diabetes: Conheça a doença

O que é?

Diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo.

A insulina é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose (açúcar), transformando-as em energia para a manutenção das células do nosso organismo.

O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte.

Quais são os tipos mais comuns?

A doença pode se manifestar de diversas formas e possui diferentes tipos. Os principais sintomas são fome e sede excessiva e vontade de urinar diversas vezes ao dia. Ao aparecer qualquer sintoma, é fundamental que um médico seja consultado para dar início ao tratamento.

Diabetes Tipo 1

É o tipo mais comum em pacientes no Brasil, sendo uma doença crônica não transmissível e hereditária. Aparece geralmente na infância ou adolescência, mas também é identificado em adultos. Exige o controle diário da glicose no sangue por meio da insulina ou outros medicamentos.

Diabetes Tipo 2

Ocorre quando o corpo não absorve a insulina produzida de forma adequada. Está diretamente relacionada ao sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos altos, hipertensão e hábitos alimentares pouco saudáveis. Pode apresentar agravamentos, por isso necessita de acompanhamento médico para tratar de outras doenças que possam aparecer junto com o diabetes.

Pré-diabetes

Acontece quando os níveis de glicose estão mais elevados do que o normal, mas ainda não se caracterizam como Diabetes Tipo 1 ou Tipo 2. É um sinal de alerta do corpo que aparece normalmente em obesos e hipertensos, mas de grande ajuda para tentar reverter o caso, prevenindo a evolução da doença e possíveis complicações.

Diabetes gestacional

Ocorre durante a gravidez, manifestando taxas de açúcar no sangue acima do normal, mas ainda abaixo dos níveis de Diabetes Tipo 2. Todas as gestantes devem fazer o exame de diabetes regularmente durante o pré-natal. As mulheres que apresentam a doença têm maior risco de complicações durante a gravidez e o parto, além de aumentar o risco de a mãe e o bebê desenvolverem a doença posteriormente.

Como prevenir o diabetes?

A melhor forma de prevenir é mantendo hábitos de vida saudáveis, com atividades físicas regulares (pelo menos 30 minutos todos os dias), uma alimentação saudável (consumir verduras, frutas e legumes diariamente e reduzir o consumo de sal, açúcar e gorduras) e evitando o consumo de álcool, tabaco e outras drogas.

Fonte

Cuide do seu coração!

O coração é responsável por fazer o sangue circular, bombeando-o por todo o corpo e levando os nutrientes e o oxigênio para as células. Qualquer falha no funcionamento desse músculo pode provocar sérios problemas, principalmente em pessoas acima de 40 anos.

As doenças do coração podem ocorrer por diversos fatores, como sedentarismo, má alimentação ou complicação de outras doenças (como diabetes e pressão alta). Atingem milhões de brasileiros, sendo que a cada dois minutos uma pessoa morre no Brasil vítima de alguma doença do coração.

Apesar da incidência de problemas cardiovasculares ser menor em pessoas com menos de 40 anos, é preciso adotar todo e qualquer cuidado necessário para evitar que esses problemas apareçam. Incluir hábitos saudáveis no dia a dia auxilia na prevenção e faz o coração trabalhar melhor e com mais eficiência. Confira as dicas:

  • Manter uma alimentação saudável, evitando o excesso de sal e gordura.
  • Beber muita água diariamente.
  • Verificar a pressão arterial e monitorar o colesterol.
  • Praticar atividades físicas regularmente.
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas.
  • Parar de fumar.
  • Evitar situações de estresse.
  • Dormir de 7 a 8h por noite.

Pessoas com diabetes ou com antecedentes familiares de doenças crônicas devem ter uma atenção ainda maior, por apresentarem fatores de risco. Contudo, a Organização Mundial da Saúde lembra que 80% dos ataques cardíacos e infartos prematuros podem ser prevenidos com a adoção de hábitos saudáveis, melhorando também a qualidade de vida.

Fonte

Novembro Azul – Prevenção para o câncer de próstata

O câncer de próstata é um dos tipos mais comuns entre os homens e é a segunda causa de morte por câncer em homens no Brasil. O tumor atinge a próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis.

Entre os fatores de risco que podem aumentar as chances de um câncer de próstata, estão a idade avançada (geralmente atinge homens com mais de 55 anos), ter histórico de câncer na família e também o sobrepeso e a obesidade.

Em sua fase inicial, o câncer pode não apresentar nenhum sintoma. Quando apresenta, os tumores já podem estar em fase avançada, sendo os sintomas mais comuns:

  • dificuldade ou dores ao urinar
  • sangue na urina e/ou no sêmen
  • diminuição do jato de urina
  • necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite
  • dor óssea

No caso da presença desses sinais, um médico urologista deverá ser consultado para a realização de exames. A investigação da presença do câncer de próstata inicia com o exame de toque retal e do PSA (antígeno prostático específico). Caso seja encontrada alguma alteração nesses exames, é indicada a realização de uma biópsia para confirmar a suspeita do câncer.

Um diagnóstico precoce aumenta as chances de cura, por isso, faça um acompanhamento da sua saúde com frequência e garanta mais qualidade de vida.

 

Fonte: Ministério da Saúde.

Campanha Outubro Rosa – Novembro Azul

O câncer não escolhe o sexo, raça, ou classe social. Nós apoiamos essa causa com o propósito de lembrar a todos sobre a importância da prevenção.

Mulheres façam o autoexame, dúvidas consulte um médico.

Homens após os 45 anos é necessário que consulte um urologista, hoje existem exames laboratoriais para o teste de câncer de próstata.

O câncer tem cura quando descoberto em fase inicial.

Ultrassonografia

Exame que produz imagens de órgãos internos e estruturas do corpo em movimento.
Tem o diferencial de produzir em tempo real, com relativo baixo custo e tem o diferencial de ser sem radiação.

Através dela que é feito o acompanhamento de gestantes, para diversas verificações, percepção do sexo, saúde e perceber eventuais modificações na formação do feto.

A ultrassonografia pode ser indicada para:

  • Investigar dor abdominal e na região do corpo;
  • Diagnosticar gravidez e desenvolvimento do feto;
  • Diagnosticar doenças do útero, trompas, ovários;
  • Análise dos músculos, articulações e tendões;
  • Visualizar diversas outra estrutura do corpo humano.

 

Entre em contato com nossa equipe para mais informações.

Pediatria – Cuide do “futuro”

Pediatria é a especialidade da Medicina que tem o objetivo de estudar e tratar pacientes desde o nascimento até a adolescência.

O pediatra não é exclusivamente focado em tratar doenças do publico infantil, mas também faz o serviço especial de preveni-los e orientá-los levando ao caminho de atitudes e hábitos saudáveis. Passando por áreas como alimentação, vacinações e também em assuntos de foco sociais e também sexuais.

Entre em contato com a clínica para mais informações e fale com nossos especialistas sobre qualquer dúvida.

Dicas para cuidar dos seus pulmões

Todos conhecem os malefícios causados pelo hábito de fumar, mas sempre é valido relembrar. A cada ano, mais de 7 milhões de pessoas morrem no mundo devido a problemas ocasionados pelo tabaco, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Os principais danos são relacionados aos pulmões, onde a fuligem e a fumaça do cigarro se acumulam e prejudicam seus tecidos. Entre as lesões e doenças pulmonares associadas ao cigarro, estão:

  • câncer;
  • crises asmáticas;
  • pneumonias e outras infecções de vias aéreas;
  • doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), como enfisema pulmonar e bronquite crônica.

Para evitar esses problemas, confira 3 dicas importantes para você cuidar dos seus pulmões:

1. Pare de fumar

O cigarro possui diversas substâncias nocivas, como a nicotina. Ela é absorvida pelos pulmões, entra na corrente sanguínea e alcança o cérebro, provocando a rápida sensação de bem-estar, sendo extremamente viciante.

A alta temperatura da fumaça do cigarro lesiona os tecidos dos pulmões, aumenta os riscos de câncer e diminui a capacidade de oxigenar o sangue.

Parar de fumar (ou sequer começar) é a melhor opção para recuperar a qualidade de vida.

2. Pratique exercícios físicos

Praticar atividades físicas beneficia todo o organismo, principalmente os pulmões. As suas funções vão melhorando e se tornam mais resistentes. O exercício aumenta a quantidade de oxigênio enviada para os pulmões, diminuindo os sintomas de doenças como asma e bronquite, até mesmo fazendo elas desaparecer.

3. Mantenha-se hidratado

Hidrate-se e abuse dos líquidos para manter os seus pulmões hidratados, para que eles trabalhem melhor. Para evitar desidratações, proteja-se do sol e procure não realizar exercícios físicos nas horas mais quentes do dia.

 

No dia 29 de agosto é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Fumo, criado em 1986 (Lei nº 7.488) com o objetivo de sensibilizar e mobilizar a população para os danos causados pelo tabaco, tratando como um problema de saúde coletiva.

 

Fonte: Bem Saudável

Processo de Saúde e Doença Visão Bio-Psico-Social

Desde os primórdios das civilizações lá no antigo Egito com o primeiro médico Imhotep passando pela Grécia com o pai da medicina Hipócrates, aos tempos de Jesus Cristo, ao tratado de medicina escrito por Claudius Galeno e a renascentismo algumas reflexões sobre o cuidado em saúde na atualidade, especificamente sobre o cuidado estabelecido pelas normas sanitárias brasileira, denominado  paradigma biopsicossocial, que busca superar o paradigma curativista ou biomédico, se refletindo em transformações no conceito de saúde, na compreensão sobre o processo saúde-doença, na organização do sistema brasileiro de saúde pública e nas práticas profissionais em saúde.

Busca-se estabelecer um diálogo da área da saúde com a produção teórico-conceitual de Fernando González Rey sobre a subjetividade na perspectiva da psicologia histórico-cultural, que vem a contribuir para a efetivação do paradigma biopsicossocial, por meio de transformações na formação profissional e nas práticas profissionais em saúde.

Entendo que pela visão crítica e em um viés de difusão de conhecimento e conceitos bem estabelecidos por uma sociedade doente sob o ponto de vista psicológico, cronificando doenças físicas e biológicas pré-existentes (Séculos XX e XXI), onde a industrialização e informatização relacionam-se com a nuvens e máquinas e não com o paciente biopsicossocial, nos leva a uma reflexão sobretudo sobre a reforma sanitária brasileira e as práticas de saúde atuais.

Inicialmente observamos a formação profissional em saúde, considerando que as transformações preconizadas pela reforma têm reflexos diretos nas práticas profissionais em saúde, como também na formação e no desenvolvimento profissional da mesma.

A formação está ancorada no modelo biomédico, esta situação favorece a construção de uma postura de desconsideração aos aspectos psicossociais tanto do profissional como ao dos pacientes.

Por outro lado, os pré-requisitos básicos para que uma população possa ser considerada saudável estão: paz; adequada em tamanho por habitante, em condições adequadas de conforto térmico; educação pelo menos fundamental; alimentação imprescindível para o crescimento e desenvolvimento das crianças.

Se faz necessário também ecossistema saudável preservado e não poluído; justiça social e equidade garantindo os direitos fundamentais dos cidadãos(Carta de Ottawa, 19861 apud SANTOS; WESTPHAL, 1999).

Em 1977, no artigo da revista científica Science,[2] o psiquiatra George L. Engel chamou a atenção para “a necessidade de um novo modelo médico” e, utilizando um exemplo hipotético, demonstrou a relação entre diversos fatores que podem influenciar na doença de um paciente.[4] Assim, o exemplo de Engel oferece um ponto de partida para uma compreensão mais ampla da prática clínica.

O modelo biopsicossocial mantém contato com diversas disciplinas, principalmente aquelas que possuem um enfoque nos três fatores principais ao qual o modelo propõe analisar, sendo eles:

  • Componente Biológico: procura compreender como a causa da doença decorre no funcionamento do corpo do indivíduo.
  • Componente Psicológico: procura potenciais causas psicológicas para um problema de saúde, como a falta de autocontrole, perturbações emocionais e pensamento negativo.
  • Componente Social: investiga como os diferentes fatores sociais, como o status socioeconômico, cultura e as relações sociais podem influenciar a saúde.

O modelo biopsicossocial baseia-se, em parte, na teoria social cognitiva, o que implica o processo de tratamento da doença requerer uma equipe de saúde que pontue aspectos biológicos, psicológicos e sociais que influenciaram um paciente.

Em um sentido filosófico, este modelo afirma que o funcionamento do corpo pode afetar a mente e o funcionamento da mente pode afetar o corpo.

O modelo atual não contempla o infortúnio de leis e amarras jurídicas éticas profissionais que perduram por anos a fio e estão longe do binômio necessidade-necessidade e sim muito próximos ao seu antagonista necessidade-possibilidade.

Temos que ser resilientes e estar atentos, mapear, bem como rever conceitos nas relações médico-paciente desde o contexto na atenção primária até a atenção terciária. Implementar desafios de práticas humanizadas em saúde, considerando sua relevância e a problemática da humanização como necessidade social.

 

Dr. Clício J. Dezorzi

CRM 11.211

 

Via costaesmeralda.com.br

Loading...