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Obesidade infantil e suas consequências

A obesidade infantil é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das maiores epidemias de saúde pública mundial, pois as ocorrências aumentam tanto em países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento. Está geralmente associada às doenças crônicas não transmissíveis (como diabetes, hipertensão ou doenças cardíacas) que afetam crianças e adolescentes de maneira cada vez mais precoce.

É uma doença crônica, complexa e de etiologia multifatorial, que resulta de um balanço energético positivo. Pode se manifestar devido a uma suscetibilidade genética que inicia no útero e se estende pela infância e adolescência. As causas endócrinas para obesidade são mais raras e geralmente são acompanhadas por padrões de crescimento atenuados.

A prevenção da obesidade infantil ocorre por meio de uma mudança de estilo de vida, adotando hábitos alimentares saudáveis, consumindo mais frutas e vegetais e evitando alimentos ricos em calorias e pobres em nutrientes, como bebidas açucaradas, fast food ou alimentos processados com alto teor de sódio. Além da prática de atividades físicas regulares e de um tempo de sono adequado para a criança ou adolescente, a família deve incentivar e participar do processo para protege-los de problemas futuros.

A preocupação com essa doença é internacional, visto que crianças obesas são mais propensas a se tornarem adultos obesos. A obesidade é um grande fator de risco para o desenvolvimento de uma série de problemas endócrinos (como diabetes), cardiovasculares (como hipertensão arterial sistêmica), gastrointestinais, pulmonares, ortopédicos, neurológicos, renais e psicológicos.

O diagnóstico da obesidade infanto-juvenil deve ser feito precocemente, a fim de identificar e tratar possíveis comorbidades e oferecer uma melhor qualidade de vida aos pequenos atingidos pela doença.

Fonte

Febre amarela – Alerta de saúde pública

A febre amarela é transmitida por mosquitos a pessoas não vacinadas em áreas de mata. A vacinação está disponível nos postos de saúde de todo o país e é recomendada para pessoas que habitam ou visitam áreas com risco da doença. Uma dose apenas garante imunidade por toda a vida.

  • Pode ser evitada com vacina.
  • O tratamento pode ajudar, mas essa doença não tem cura.
  • Propaga-se por insetos.
  • Requer um diagnóstico médico.
  • Frequentemente requer exames laboratoriais.

 

Requer um diagnóstico médico

 

Os casos leves causam febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos. Os casos graves podem causar doenças cardíacas, hepáticas e renais fatais.

As pessoas podem ter:

Dores locais: costas, no abdômen ou nos músculos.

No corpo: calafrios, fadiga, febre, mal-estar ou perda de apetite.

No aparelho gastrointestinal: náusea ou vômito.

Também é comum: delírio, dor de cabeça, pele e olhos amarelados ou sangramento

Não existe um tratamento específico para a doença. Os esforços se concentram no controle dos sintomas e na limitação das complicações. Cuidados médicos, reidratação e terapia de reidratação oral.

 

Fontes: Hospital Israelita A. Einstein, www.saude.gov.br/febre-amarela

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