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Obesidade infantil e suas consequências

A obesidade infantil é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das maiores epidemias de saúde pública mundial, pois as ocorrências aumentam tanto em países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento. Está geralmente associada às doenças crônicas não transmissíveis (como diabetes, hipertensão ou doenças cardíacas) que afetam crianças e adolescentes de maneira cada vez mais precoce.

É uma doença crônica, complexa e de etiologia multifatorial, que resulta de um balanço energético positivo. Pode se manifestar devido a uma suscetibilidade genética que inicia no útero e se estende pela infância e adolescência. As causas endócrinas para obesidade são mais raras e geralmente são acompanhadas por padrões de crescimento atenuados.

A prevenção da obesidade infantil ocorre por meio de uma mudança de estilo de vida, adotando hábitos alimentares saudáveis, consumindo mais frutas e vegetais e evitando alimentos ricos em calorias e pobres em nutrientes, como bebidas açucaradas, fast food ou alimentos processados com alto teor de sódio. Além da prática de atividades físicas regulares e de um tempo de sono adequado para a criança ou adolescente, a família deve incentivar e participar do processo para protege-los de problemas futuros.

A preocupação com essa doença é internacional, visto que crianças obesas são mais propensas a se tornarem adultos obesos. A obesidade é um grande fator de risco para o desenvolvimento de uma série de problemas endócrinos (como diabetes), cardiovasculares (como hipertensão arterial sistêmica), gastrointestinais, pulmonares, ortopédicos, neurológicos, renais e psicológicos.

O diagnóstico da obesidade infanto-juvenil deve ser feito precocemente, a fim de identificar e tratar possíveis comorbidades e oferecer uma melhor qualidade de vida aos pequenos atingidos pela doença.

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Alzheimer: saiba como a doença se manifesta

O mal de Alzheimer é uma degeneração dos neurônios que pode afetar o comportamento, a fala e o apetite. Cerca de 50 milhões de pessoas no mundo sofrem com a doença caracterizada pelo esquecimento. No entanto, além de falhas na memória, o portador da doença sofre com dificuldade na comunicação, alterações no raciocínio, visão turva, mudanças de humor, confusão e desorientação.

Atinge principalmente pessoas idosas e aparece a partir dos 65 anos, mas há casos precoces em que os primeiros sintomas da doença surgem aos 30 anos, geralmente causados por fatores hereditários.

Causas

O desenvolvimento da doença não possui causas comprovadas, podendo ser ligado a fatores genéticos, estilo de vida e ambiente, porém, pode ser retardado com alguns tratamentos.

As pessoas que possuem casos de Alzheimer na família precisam ficar atentas aos sintomas para começar o tratamento o quanto antes e controlar a doença de forma mais efetiva.

Diagnóstico e tratamento

Não existem exames para detectar o Alzheimer, portanto, o diagnóstico é feito por meio da análise clínica do paciente, com estudos do seu histórico e realizando um acompanhamento para entender os estágios da doença.

O tratamento deve ser iniciado imediatamente, conforme as necessidades de cada paciente. É importante sempre consultar um especialista e não se automedicar, pois somente um médico poderá indicar medicamentos para os distúrbios de comportamento ou outras questões específicas.

Fases da doença

O Alzheimer possui quatro estágios:

  • Estágio 1 (forma inicial): perda de memória e mudanças na personalidade.
  • Estágio 2 (forma moderada): dificuldades para falar e para realizar tarefas simples.
  • Estágio 3 (forma grave): dificuldade para comer e incontinência urinária e fecal.
  • Estágio 4 (terminal): o paciente não levanta, não fala, sente dores ao ingerir alimentos e tem infecções frequentes.

Prevenção

Ainda não há uma forma de prevenção específica, mas estudos comprovam que realizar exercícios físicos com frequência e manter hábitos saudáveis em geral ajudam muito a prevenir essa e outras doenças. Além disso, alguns exercícios e estimulações cognitivas, como atividades em grupo, jogos, leituras e filmes também são ações que podem ajudar a retardar a doença.

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Coronavírus: Saiba como se proteger

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias e que recentemente teve um novo agente descoberto, chamado de novo coronavírus (SARS-CoV-2). Ele foi identificado no fim de dezembro de 2019 após ter casos registrados na China. Possui esse nome devido a sua aparência microscópica, semelhante a uma coroa.

Sintomas

Os sinais e sintomas da doença causada pelo novo coronavírus são semelhantes a um resfriado, causando principalmente problemas respiratórios e infecções como a pneumonia. Estudos e investigações ainda são necessários para conhecer melhor os sintomas da doença, mas os conhecidos até então são febre, tosse e dificuldade para respirar.

Por enquanto, apenas pessoas que tenham viajado para a China nas últimas duas semanas e que apresentem febre e sintomas respiratórios podem ser considerados suspeitos. Caso isso ocorra, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente e informar detalhadamente o histórico de viagem recente, além de todos os sintomas.

Transmissão

A principal forma de transmissão conhecida até o momento é a disseminação de pessoa para pessoa, na qual ocorre a contaminação por gotículas respiratórias ou por contato pessoal. Os coronavírus podem ser transmitidos por meio de:

  • Gotículas de saliva;
  • Espirro;
  • Tosse;
  • Catarro;
  • Contato pessoal próximo (menos de 1m), como toque ou aperto de mão;
  • Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Qualquer indivíduo que tenha contato próximo com alguém com os sintomas corre o risco de ser exposto à infecção. Além disso, dados conhecidos até então sugerem que a transmissão do novo coronavírus possa ocorrer mesmo sem o aparecimento de sinais e sintomas.

O coronavírus possui um período médio de incubação de 5 dias, com intervalos que chegam a 12 dias, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.

Prevenção

Recomendam-se cuidados básicos para reduzir o risco de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, especialmente antes de ingerir alimentos, após utilizar transportes públicos, visitar locais com grande fluxo de pessoas como mercados, shopping, cinemas, teatros, aeroportos e rodoviárias. Se não tiver acesso à água e sabão, usar álcool em gel 70%;
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas;
  • Ficar em casa quando estiver doente;
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes;
  • Cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel (ou com o braço) ao tossir ou espirrar e descartar em um lixo fechado após o uso;
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos e outros utensílios;
  • Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Cuidados ao viajar

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nível de alerta alto em relação ao risco global do novo coronavírus, e o Ministério da Saúde orienta que viagens para a China devem ser feitas apenas em casos de extrema necessidade.

Não há circulação do vírus confirmada no Brasil, portanto, não existe restrição ou recomendações especiais para viagens em território nacional. Caso o destino da viagem seja o exterior, é necessário verificar junto à embaixada ou em sites oficiais do país de destino quais as medidas recomendadas pelas autoridades de saúde locais.

Fonte: Ministério da Saúde.

Diabetes: Conheça a doença

O que é?

Diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo.

A insulina é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose (açúcar), transformando-as em energia para a manutenção das células do nosso organismo.

O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte.

Quais são os tipos mais comuns?

A doença pode se manifestar de diversas formas e possui diferentes tipos. Os principais sintomas são fome e sede excessiva e vontade de urinar diversas vezes ao dia. Ao aparecer qualquer sintoma, é fundamental que um médico seja consultado para dar início ao tratamento.

Diabetes Tipo 1

É o tipo mais comum em pacientes no Brasil, sendo uma doença crônica não transmissível e hereditária. Aparece geralmente na infância ou adolescência, mas também é identificado em adultos. Exige o controle diário da glicose no sangue por meio da insulina ou outros medicamentos.

Diabetes Tipo 2

Ocorre quando o corpo não absorve a insulina produzida de forma adequada. Está diretamente relacionada ao sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos altos, hipertensão e hábitos alimentares pouco saudáveis. Pode apresentar agravamentos, por isso necessita de acompanhamento médico para tratar de outras doenças que possam aparecer junto com o diabetes.

Pré-diabetes

Acontece quando os níveis de glicose estão mais elevados do que o normal, mas ainda não se caracterizam como Diabetes Tipo 1 ou Tipo 2. É um sinal de alerta do corpo que aparece normalmente em obesos e hipertensos, mas de grande ajuda para tentar reverter o caso, prevenindo a evolução da doença e possíveis complicações.

Diabetes gestacional

Ocorre durante a gravidez, manifestando taxas de açúcar no sangue acima do normal, mas ainda abaixo dos níveis de Diabetes Tipo 2. Todas as gestantes devem fazer o exame de diabetes regularmente durante o pré-natal. As mulheres que apresentam a doença têm maior risco de complicações durante a gravidez e o parto, além de aumentar o risco de a mãe e o bebê desenvolverem a doença posteriormente.

Como prevenir o diabetes?

A melhor forma de prevenir é mantendo hábitos de vida saudáveis, com atividades físicas regulares (pelo menos 30 minutos todos os dias), uma alimentação saudável (consumir verduras, frutas e legumes diariamente e reduzir o consumo de sal, açúcar e gorduras) e evitando o consumo de álcool, tabaco e outras drogas.

Fonte

Conheça as doenças infectocontagiosas mais comuns no verão

As doenças infectocontagiosas são aquelas causadas por agentes biológicos, como vírus, bactérias ou parasitas, e são transmitidas com o contato direto ou indireto com pessoas infectadas.

O aumento das temperaturas e da umidade do ar torna a proliferação dessas doenças mais frequente durante o verão, pois os vetores das infecções se desenvolvem facilmente com o calor. É preciso dar atenção aos primeiros sinais e sintomas, além das formas de prevenção para cada uma delas.

Conjuntivite

É uma infecção da membrana ocular, causada por vírus, bactérias ou substâncias irritantes, como o cloro da piscina e a poluição. Entre os sintomas estão a vermelhidão nos olhos, inchaço nas pálpebras, secreções e coceiras. O tratamento é feito de acordo com as recomendações de um oftalmologista. Para se prevenir, é importante não compartilhar objetos pessoais, como roupas e toalhas, evitar coçar os olhos e lavar as mãos e o rosto regularmente.

Doenças de pele

São infecções dermatológicas, como dermatites, micoses e brotoejas, provocadas pela proliferação de bactérias e fungos. Caracterizam-se por inflamações na pele, coceira, descamação, manchas e ressecamento. Um dermatologista deverá ser consultado assim que os primeiros sinais forem percebidos. Para evitar as infecções, recomenda-se o uso de roupas leves feitas de algodão ou linho, além de redobrar a atenção com a higiene do corpo após sair da piscina ou da praia.

Doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti

São doenças infecciosas mais frequentes durante o verão, como a dengue, a zika, a chikungunya e a febre amarela. Todas essas doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti apresentam sintomas similares, como febre alta, enjoos e fortes dores de cabeça e musculares, e podem ser fatais em casos mais graves. Aos primeiros sinais, um médico deverá ser consultado imediatamente.

A forma de prevenção comum às doenças é o uso de repelente e a eliminação das condições de desenvolvimento do mosquito, por meio do uso de telas e ao esvaziar e limpar recipientes e superfícies com água. Para a febre amarela, a vacina é a forma mais eficaz de proteção, pois a doença pode apresentar complicações em sua fase aguda, que pode surgir alguns dias após a melhora dos primeiros sintomas.

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Novembro Azul – Prevenção para o câncer de próstata

O câncer de próstata é um dos tipos mais comuns entre os homens e é a segunda causa de morte por câncer em homens no Brasil. O tumor atinge a próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis.

Entre os fatores de risco que podem aumentar as chances de um câncer de próstata, estão a idade avançada (geralmente atinge homens com mais de 55 anos), ter histórico de câncer na família e também o sobrepeso e a obesidade.

Em sua fase inicial, o câncer pode não apresentar nenhum sintoma. Quando apresenta, os tumores já podem estar em fase avançada, sendo os sintomas mais comuns:

  • dificuldade ou dores ao urinar
  • sangue na urina e/ou no sêmen
  • diminuição do jato de urina
  • necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite
  • dor óssea

No caso da presença desses sinais, um médico urologista deverá ser consultado para a realização de exames. A investigação da presença do câncer de próstata inicia com o exame de toque retal e do PSA (antígeno prostático específico). Caso seja encontrada alguma alteração nesses exames, é indicada a realização de uma biópsia para confirmar a suspeita do câncer.

Um diagnóstico precoce aumenta as chances de cura, por isso, faça um acompanhamento da sua saúde com frequência e garanta mais qualidade de vida.

 

Fonte: Ministério da Saúde.

Campanha Outubro Rosa – Novembro Azul

O câncer não escolhe o sexo, raça, ou classe social. Nós apoiamos essa causa com o propósito de lembrar a todos sobre a importância da prevenção.

Mulheres façam o autoexame, dúvidas consulte um médico.

Homens após os 45 anos é necessário que consulte um urologista, hoje existem exames laboratoriais para o teste de câncer de próstata.

O câncer tem cura quando descoberto em fase inicial.

Cuidados ao praticar atividades físicas no verão

Deve se ter alguns cuidados ao praticar atividades físicas no verão.

No verão é normal todo mundo se animar mais para praticar exercícios, principalmente ao ar livre. Mas há alguns cuidados que precisam de atenção!
No calor, muita gente acaba trocando a academia pela prática de alguns exercícios e esportes ao ar livre. Corrida na beira mar, vôlei na praia, o que não falta são opções de atividades físicas para aproveitar o verão. E essa é uma ótima ideia… só exige alguns cuidados!
No verão, as temperaturas sobem e, na nossa região, podem chegar a marcar até 35 graus. Por isso, alguns cuidados devem ser tomados para que você não passe mal ou sinta fraqueza durante a execução dos exercícios.
Confira tudo o que você deve e não deve fazer para que o calor em excesso não atrapalhe suas atividades físicas.

Cuidados com a prática de exercícios físicos no calor

1- Evitar fazer atividades em horários que o sol está muito forte
Atividades físicas ao ar livre não podem ser feitas em qualquer horário, devido ao calor. Os melhores horários para praticá-las são no início da manhã até às 10h e após às 16h.

Todo organismo possui um mecanismo capaz de manter os principais órgãos do corpo em uma temperatura estável. Quando em repouso, os músculos produzem pouco calor, comparado ao coração, por exemplo. Porém, quando um músculo é trabalhado por meio de uma atividade física, pode produzir 50 vezes mais calor que o resto dos órgãos juntos. Esse calor interior é liberado para fora através do suor, como um processo de resfriamento do organismo.
Quanto maior a temperatura corporal, maior a quantidade de calor que você vai produzir, o que pode acabar ocasionando, entre outras coisas, a desidratação. Se a temperatura do seu corpo aumentar muito, pode ainda causar desmaios e choque térmico.

2- Mantenha-se o tempo todo hidratado
Falando em desidratação, vale lembrar: beba água com mais frequência do que o normal.

Quando se faz atividade física, você perde muita água através do suor. Se você não repor a quantidade suficiente que seu corpo precisa para funcionar corretamente, acaba ficando desidratado. Muita gente está cansada de ouvir falar sobre isso, e mesmo assim não dá o devido valor ao consumo de água, principalmente no verão. E ela pode ser bem mais séria do que você pensa, a desidratação pode causar desde tonturas e vômitos até a perda da consciência. Então, no calor, dobre seu consumo de água, ou até isotônicos, que além de matar sua sede, ainda devolvem minerais e nutrientes que seu corpo perde com o suor.

3- Use filtro solar
Parece bobagem, mas filtro solar deve se tornar um hábito! Ele é a arma mais poderosa contra o câncer de pele, e não pense você que isso é bobagem de mulher. O ator Hugh Jackman, que interpreta o Wolverine nos cinemas, foi diagnosticado com câncer de pele já faz um tempo, e vive fazendo tratamentos para amenizar os quadros da doença. O próprio levanta a bandeira da importância do filtro solar, e do quanto ficar exposto muito tempo ao sol pode trazer riscos à saúde. Então antes de caminhar pela praia, ou correr no seu parque favorito, use filtro solar!

4- Invista numa alimentação mais leve
Se no inverno nosso corpo sente uma necessidade maior de comer alimentos mais calóricos graças ao frio. A boa notícia é que no verão a gente acaba preferindo investir em alimentos mais “frescos” como saladas, frutas, vitaminas. O que é ótimo, porque além de ajudar a manter a sua dieta, os alimentos mais leves auxiliam na sua digestão, evitando que você fique estufado, ou ainda que isso atrapalhe a execução dos seus exercícios. O ideal antes de ir treinar é comer uma fruta, e ingerir menores quantidades de comida durante todo o dia.

Agora sim você está pronto para aproveitar o verão ao máximo!

1º de dezembro – Dia Mundial de Combate à Aids

O Dia Mundial de Combate à Aids é comemorado anualmente em 1º de dezembro e tem por finalidade levar informação sobre a doença e diminuir o preconceito.

 

A Aids, apesar de ser uma doença sem cura, não é mais considerada uma sentença de morte imediata.

O Dia Mundial de Combate à Aids é comemorado em 1º de dezembro e tem por função primordial alertar toda a sociedade sobre essa doença. A data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde e é celebrada anualmente desde 1988 no Brasil, um ano após a Assembleia Mundial de Saúde que fixou a data de comemoração.

Mas, afinal, o que é Aids?

A Aids é uma doença causada pelo vírus HIV, geralmente por contato sexual desprotegido com pessoa contaminada, mas pode ser também transmitida por transfusão sanguínea e compartilhamento de objetos perfurocortantes. Diferentemente do que muitos pensam, ser HIV positivo não é o mesmo que ter Aids. A Aids é o estágio mais avançado da doença, quando o sistema imunológico encontra-se bem debilitado.

A Aids é uma doença que não mata por si só. Por causar um grande impacto no sistema imunológico, o paciente fica sujeito a doenças oportunistas, como a pneumonia, que surgem no organismo nesse momento de fraqueza. Assim sendo, não se morre de Aids, morre-se das complicações geradas pelas doenças oportunistas.

Breve Histórico da Aids

Os primeiros casos de Aids foram descobertos nos Estados Unidos, Haiti e África Central em 1977 e 1978, mas só foram classificados como a síndrome em 1982, quando se compreendeu melhor a doença. No Brasil, o primeiro caso foi diagnosticado em São Paulo, em 1980.

As formas de transmissão da doença começaram a ser entendidas em 1982. Nessa época, o preconceito ainda era muito grande. A falta de conhecimento sobre a doença levou à adoção do nome Doença dos 5H: homossexuais, hemofílicos, haitianos, heroinômanos (que usam heroína) e hookers (termo em inglês que se refere a prostitutas). Somente em 1985 começou-se a falar em comportamentos de risco em substituição ao termo grupos de risco.

Em 1991, iniciou-se a compra de medicamentos antirretrovirais para distribuição gratuita e, em 1993, o Brasil começou a produção do coquetel que trata a Aids (AZT). Somente em 1996 foi criada uma lei sobre o direito do doente de receber o medicamento gratuitamente, o que impulsionou a melhora da qualidade de vida dos milhares de infectados. O Brasil avançou na luta contra a doença e, em 1999, já disponibilizava 15 diferentes medicamentos para tratar a Aids.

 

 Por que é importante ter um Dia Mundial de Luta contra a Aids?

A Aids, até o momento, é uma doença que não possui cura, portanto, é necessária uma proteção eficiente contra ela. Ao criar um Dia Mundial de Combate à Aids, o objetivo era chamar a atenção sobre esse problema, desde sua prevenção até seu tratamento, e acabar com o preconceito.

É importante mostrar para a população que não se contrai Aids com um simples aperto de mão ou abraço em um paciente. É importante mostrar também que uma pessoa com o vírus pode relacionar-se e trabalhar normalmente. Além disso, deve-se mostrar que, hoje, a Aids não é uma sentença de morte e que é possível, sim, viver bem com a doença. Porém, também devemos nos preocupar com sua transmissão, uma vez que é uma doença sem cura e que pode afetar a qualidade de vida de uma pessoa.

O dia 1º de dezembro serve, portanto, como um alerta sobre a Aids e como uma forma de repensarmos nossas atitudes com os portadores da doença. Não se trata de um dia exclusivo para informações de saúde, é um dia que também nos remete à compaixão e solidariedade.

Atualmente o governo fornece para a população o teste gratuito nos postos de saúde.

Na dúvida procure sempre um médico capacitado.

 

CURIOSIDADE: O laço vermelho utilizado na luta contra a Aids foi criado em 1991 pela Visual AIDS de New York, que queria fazer uma homenagem aos amigos com a doença. A cor vermelha remete ao sangue e à paixão.

 

 

Diretor Técnico Médico Dr. Clício J. Dezorzi  CRM/SC 11.211

O Outubro é Rosa e o Novembro Azul

A prevenção e diagnóstico precoce fazem toda a diferença!

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registrar cerca de 600 mil novos casos da doença tanto em 2018 com em 2019. O câncer de pele não melanoma é o mais frequente no país, seguido pelo câncer de mama para mulheres e de próstata para os homens.

Tanto o câncer de mama quando o de próstata possuem estágios. Quanto mais avançado esteja o estado da doença, menor são as chances de cura, por isso é tão importante manter os exames em dia.

O câncer de mama, possui 5 estágios:

  • Estágios 0, 1 e 2: são os iniciais, onde o tumor está limitado apenas à mama. Nestes estágios as pacientes têm chances de cura, desde que o diagnóstico ocorra cedo e que a paciente responda bem ao tratamento.
  • Estágio 3: o câncer é chamado de “câncer de mama localmente avançado”, o que significa que se espalhou para os nódulos linfáticos e/ou para outros tecidos da mama.
  • Estágio 4: o câncer é chamado de “câncer de mama metastático” ou “câncer de mama avançado”. Nesta fase, ele se espalhou para outros locais do corpo, como fígado, pulmões, ossos, cérebro entre outros tecidos

Conhecer o estágio do câncer auxilia o médico para receitar o tratamento mais adequado para o paciente. Apesar do câncer  no estágio 4 não ter cura, hoje existem tratamentos modernos, como as terapias-alvo, que proporcionam às mulheres uma qualidade de vida melhor e em alguns casos, adiam o início da quimioterapia.

O diagnóstico precoce, ajuda a detectar as fases iniciais, aumentando a chance de cura e tratamento. Todas as mulheres após os 20 anos, com casos de câncer na família, ou com mais de 40 anos, sem casos de câncer na família, devem realizar o autoexame da mama.

Você mesma pode realizar o autoexame em casa. Deve-se seguir 3 passos principais: observação em frente ao espelho, palpar a mama de pé e repetir a palpação deitada.

Como fazer o auto exame?

Em frente ao espelho

Observe o tamanho, forma e cor das mamas, se há inchaços, abaixamentos, saliências ou rugosidades.

Palpação de pé

Deve ser feita durante o banho com o corpo molhado e as mãos ensaboadas.

Depois da palpação da mama, deve-se também pressionar os mamilos suavemente para observar se existe a saída de líquidos.

Palpação deitada

Deve-se deitar e colocar o braço esquerdo na nuca e palpar a mama esquerda com a mão direita, como mostra a imagem 5.

Havendo alterações que não estavam presentes no exame anterior ou se existir diferença entre as mamas, consulte seu ginecologista ou mastologista.

Logo após o Outubro Rosa, começa o Novembro azul, mês que pretende acabar com o tabu sobre o exame de toque para os homens.

Conheças os estágios do câncer de próstata:

 

●     Estágio 1: Geralmente não apresentam sintomas, por isso é mais difícil de detectar. Apresenta pequenos tumores e estão dentro da próstata. Apenas homens que efetuam a prevenção anual podem descobrir com antecedência e iniciar o tratamento. O urologista irá detectar estes tumores através do toque retal e exames de PSA.

●     Estágio 2: Muito semelhante ao primeiro, contudo os tumores são maiores. Ainda assim, é necessário o acompanhamento preventivo com o urologista para que o câncer de próstata seja descoberto neste estágio.

●     Estágio 3: Neste estágio, os tumores crescem fora da próstata. Mas sem atingir outras partes do corpo, como o reto e a bexiga. A probabilidade de cura da doença com o tratamento é maior.

●     Estágio 4: O último estágio do câncer é quando a doença está se espalhou para outras partes do corpo. Em geral, neste nível não há mais chance de cura, mas deve-se ser tratado para mantê-la sob controle e proporcionar maior qualidade de vida ao paciente.

A prevenção contra esse câncer deve ser iniciada a partir dos 50 anos com o médico urologista. Muitos dos pacientes chegam ao consultório médico com a doença já em estado avançado, pois no início é difícil detectar, por isso é de suma importância manter os exames em dia.

Alguns dos sintomas são vontade de urinar com urgência, dificuldade para urinar, levantar-se várias vezes à noite para ir ao banheiro, dor óssea, queda do estado geral, insuficiência renal e dores fortes no corpo.

Lembrando que os sintomas só só aparecem nos casos avançados, por isso se sentir qualquer sintoma citado, procure seu médico.

Devemos conscientizar as pessoas sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce, para assim haver mais chances de cura.

E não esqueça: faça sempre seus exames anuais e cuide de sua saúde!

 

Referência: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/inca/portal/home

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