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10 cuidados com o bebê no verão que você não pode deixar de ter

 

Estamos no auge do verão – e como tem feito calor! Se os adultos estão sentindo as altas temperaturas, imagine então as crianças! Nessa época do ano, todo o cuidado com os pequenos é pouco – a pele deles desidrata mais rapidamente do que a de um adulto, surgem frequentemente bolinhas pelo corpo (as famosas brotoejas) e, se não colocarmos atenção, facilmente desenvolvem vermelhidões na pele por uma exposição solar excessiva.

Além disso, muitas famílias viajam no verão – por isso o bebê fica exposto a diferentes condições encontradas na praia e em outros destinos.  Surgem dúvidas em relação à sua alimentação: melhor levar tudo de casa ou dá para comprar na viagem? O pequeno pode entrar no mar ou não? A seguir eu selecionei 10 dúvidas frequentes das mães que acompanham o blog – praticamente um mini guia de cuidados com os bebês no verão. Vem dar uma espiadinha!

Em casa: 

1) Vista o filhote com roupas leves, de preferência 100% algodão (que é um tecido respirável). Os sintéticos devem ser evitados – frequentemente causam vermelhidão e brotoejas no bebê.

2) Não se esqueça de que bebês também sentem calor. Como dizia minha mãe, vale a seguinte regra: se você está com regata, use no pequeno uma camiseta de manga curta. Se você está com manga curta, coloque no bebezinho uma de meia manga. Se você está com meia manga, vista-o com manga comprida. E se estiver com manga comprida, é hora de colocar um casaco no filhote.

3) Hidrate, sempre. Muitas vezes, na rotina diária, é comum esquecermos de oferecer líquido (água, sucos e chás) aos bebês de mais de 6 meses. É tão importante fazer isso em casa quanto na praia, para que o bebê não desidrate. Lábios ressecados, urina em pouca quantidade e falta de elasticidade da pele são sinais de desidratação – leve-o ao médico!

4) Deixe o bebê brincar na água, mas cuidado redobrado com acidentes. Para refrescar o filhote que já consegue sentar, você pode colocá-lo brincando em uma banheira, bacia ou boia. Mas não se afaste, mesmo que por segundos: lembre-se de que o perigo de afogamento é real.

 Na praia:

5) Filtro solar e chapéu são essenciais, mesmo nos horários de menor radiação solar.Lembre-se de que até os 6 meses de idade não se recomenda o uso de filtro para o bebê – nessa fase é fundamental que ele seja exposto ao sol apenas no início da manhã ou no fim da tarde (e mesmo assim, por curtos períodos de tempo). Mesmo para os maiores, prefira expô-los somente até 10 horas da manhã ou após às 16h (com filtro, que deve ser aplicado meia horas antes de ir ao sol e reaplicado a cada 2 horas, ou sempre que ele se molhar). Quando o sol estiver muito forte, considere expor o pequeno somente após às 17h.

6) Para os menores, melhor não haver contato direto com a areia, para evitar infecções. Estenda uma toalha ou uma canga, e deixe o filhote brincando ali (bebês pequenos em geral não gostam do contato com a areia, então será fácil mantê-lo no local. E fique atenta, para que não coloquem areia na boca). Quando crescem, andam com firmeza e se tornam exploradores, é sinal de que já é possível liberar o contato com a areia de praias limpas. A presença de cães, pombos e outros animais é um sinal de alerta – eles podem ser vetores de micro-organismos causadores de doenças.

7) Só dê a comida da praia se conhecer sua procedência. Prefira alimentos naturais, como milho cozido (sem sal) e sucos (desde que você saiba de onde vem a água com que ele é feito. Se não souber, recuse-o!). Não ofereça em hipótese alguma frutos do mar – eles estragam com facilidade e podem causar intoxicação alimentar no bebê. Até 1 ano, evite picolés e até mesmo a água de coco – prefira levar água de casa e oferecê-la a cada meia hora (não espere o bebê pedir, pois a desidratação ocorre com facilidade). Leve também frutas, principalmente aquelas com alto teor de água, como a melancia, o melão e a pera.

8) Banhos de mar só a partir dos 6 meses. E mesmo assim, conhecendo a qualidade da água da praia (lembre-se de que muitas praias se tornam impróprias durante a temporada de verão). Mas é provável que o pequeno passe a curtir a água do mar apenas aos 2 ou 3 anos – até lá, as ondas e a temperatura fria podem incomodar.

9) Cuidado com a conjuntivite. A areia, o sal do mar (e o cloro da piscina) podem causá-la. Se os olhos do filhote ficarem vermelhos, inchados e apresentarem secreção, lave com água fervida/filtrada fria e procure um médico.

10) Óculos de sol, só de boa qualidade. Proteger os olhinhos dos pequenos é uma boa ideia – desde que a lente tenha proteção contra raios UVA e UVB. Se não conhecer a qualidade, melhor não utilizá-los.

Verão é época de risco para o câncer de pele

O verão é a época mais propícia ao câncer de pele. Neste período, as pessoas ficam excessivamente expostas ao sol, sobretudo, em horários mais críticos, como das 10h às 16h. “É aí que está o perigo”.

De acordo com os especialistas, a radiação solar está presente durante todo o dia — inclusive em tempos nublados –, mas em dias ensolarados ocorre a maior concentração de raios UVB, nocivos à saúde da pele. “Por isso, deve-se evitar a exposição ao sol no período mais crítico. Se a exposição for inevitável, recomenda-se o uso de acessórios como guarda-sol, óculos, chapéu e malhas frescas, além, é claro, do protetor solar que, independentemente do tom da pele, deve ter fator mínimo de proteção 30”, recomendam.

Segundo os dermatologistas, pessoas com pele mais clara tendem a queimar e não bronzear. Isso ocorre porque possuem menor quantidade da proteção natural, que é dada pela melanina. Quem tem essa característica precisa tomar mais cuidado, pois tem risco maior de desenvolver alguns tipos de câncer de pele ao longo da vida.

Além disso, o uso de bronzeadores convencionais deve ser evitado. “Eles intensificam o efeito do sol. É um risco. Existem, porém, autobronzeadores que não têm relação com a exposição solar e vão, gradativamente, mudando a cor da pele. Esses podem ser usados”, orientam os médicos.

Em geral, indica-se protetor com fator mínimo de 30, independentemente da intensidade do sol. Pessoas de pele mais clara, contudo, devem utilizar filtros de alta proteção — FPS 50 ou mais. A recomendação é que o produto seja reaplicado a cada quatro horas e sempre após a pessoa entrar na água, pois a margem de proteção fica comprometida.

Por regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, todo filtro solar deve conter, também, fator de proteção para raios ultravioleta A. No rótulo do produto, essa proteção aparece descrita como PPD ou proteção UVA/UVB.

Câncer de pele

O câncer de pele é o tipo mais comum da doença no Brasil e tem sua incidência aumentada em função do estilo de vida e do envelhecimento da população.

Cuidados desde a infância são extremamente importantes para que esse cenário mude. Embora a maioria dos casos apresente boa evolução e cura quando tratados precocemente, alguns podem levar à morte, se o diagnóstico for tardio. “Ao menor sinal de manchas escuras na pele ou de pintas com bordas irregulares, deve-se consultar um médico dermatologista imediatamente”, alertam os especialistas.