fbpx

Telefone

47 3368-9438 | 9.9127-5156

Endereço:

Final da Rua 258, esquina com a rua 260-A, nº915 - Meia Praia/Itapema (Ao lado do Colégio Atlântico)

Disfagia: o nome é estranho, mas o problema é mais comum do que você imagina!

Conheça essa alteração na deglutição.

A Disfagia é uma alteração do padrão normal da deglutição que pode ocorrer desde o recém nascido ao idoso, ou seja, o indivíduo passa a ter dificuldades para engolir alimentos, líquidos e a saliva, em qualquer etapa do trajeto entre a boca e o estômago.

Com o objetivo de alertar sobre os riscos da doença, 20 de março foi instituído pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia como o Dia de Atenção à Disfagia.

As principais complicações que podem ser ocasionadas pela disfagia são: O aumento das chances de pneumonia aspirativa, a ampliação do tempo de internações (devido à desnutrição e à desidratação), o desinteresse por alimentos. Assim como a debilitação da saúde de modo geral e a consequente perda da qualidade de vida.

Quem está mais suscetível a apresentar Disfagia são adultos que possuem doenças neurológicas (AVC, Esclerose Lateral Amiotrófica, Parkinson, Esclerose Múltipla e demências), traumatismos crânioencefálicos e alterações mecânicas (câncer de cabeça e pescoço, queimaduras, refluxo gastroesofágico, doenças cardíacas).

Já entre os bebês, o risco é maior para os prematuros, os que têm má formação do sistema digestivo, Fissura Labiopalatina, doenças neurológicas ou algumas síndromes como, por exemplo, a de Síndrome de Down.

No caso dos idosos, as chances de Disfagia são ainda maiores, uma vez que algumas mudanças geradas pelo envelhecimento.
(como a perda de força muscular, a redução da velocidade ao mastigar, a precisão e coordenação dos movimentos), podem provocar a dificuldade para deglutir!

Sintomas:

Os principais sintomas são: falta de ar durante ou após a alimentação, perda de peso, pneumonias de repetição, dificuldade para mastigar, preparar e manter o alimento na boca, tempo prolongado para engolir, sensação de alimento parado na garganta, dor ao engolir, restos de comida dentro da boca após engolir, escape de alimento pelo nariz, mudança na voz após engolir, tosse ou pigarro constante durante a alimentação, engasgos frequentes durante as refeições ou ao deglutir saliva, falta de interesse em se alimentar e mudança na cor da pele durante ou após a alimentação.

A Disfagia é uma das especialidades pertinentes ao Fonoaudiólogo, profissional habilitado para avaliar a deglutição orofaríngea, identificar quais são as alterações existentes, orientar e reabilitar os distúrbios da deglutição. Um trabalho multiprofissional é de extrema importância, pois, haverá mais chances de sucesso no diagnóstico e no tratamento!

Algumas dicas são importantes durante as refeições, principalmente para quem já apresenta dificuldades. Alimentar-se sempre sentado, em ritmo e velocidades seguros, evitar distrações enquanto se alimenta, procurar não conversar enquanto está comendo, manter atenção durante as refeições e evite assistir televisão, ouvir rádio ou permanecer em um ambiente barulhento.  Procure um Fonoaudiólogo!

Fonoaudióloga Lara Karina Soares, CRFa 3 – 10884, trabalha na Clínica Revitalité  – Meia Praia/Itapema. Na área de fonoterapia com crianças, adolescentes, adultos e idosos que apresentam alguma dificuldade de comunicação ou que pretendem aperfeiçoar esta nas áreas de linguagem oral e/ou escrita, dicção, voz, fluência (gagueira), dentre outros.

Você sabe quando procurar um mastologista?

A incidência do câncer de mama vem aumentando e a mastologia é a especialidade médica que, na maioria das vezes, detecta esta doença entre as mulheres. O mastologista é o profissional que se dedica à saúde das mamas, sendo responsável pela prevenção, rastreamento, diagnostico e tratamento das doenças mamarias.
As mulheres que não apresentam sintomas devem consultar com o mastologista a partir dos 35 anos de idade ou mais precocemente em casos de maior risco como as que apresentam parentes próximos com histórico de câncer de mama ou de ovário. Aliados ao histórico familiar, a menarca precoce, a menopausa tardia, o adiamento da gravidez e o não aleitamento, o estresse, a alimentação inadequada, o sedentarismo, o uso prolongado de reposição hormonal e o uso excessivo de álcool são fatores que podem contribuir para o aumento desse risco.
A consulta pode proporcionar estratégias para prevenção do câncer de mama com medidas comportamentais, tratamento com medicamentos e exames de rastreamento. Devido a maior facilidade de acesso aos exames e equipamentos mais eficazes, a prevenção se torna a cada dia mais importante. Esse cuidado pode impedir o câncer de se manifestar ou detecta-lo em fases precoces permitindo a cura da doença com tratamentos menos agressivos.
Devem procurar o medico mastologista as mulheres ou homens que perceberem alterações em suas mamas, independente da idade ou dos casos na familia – dores, adensamentos, alterações na pele, nódulos ou saída de secreção pelo mamilo. O mastologista fara a avaliação completa com anamnese, exame físico e exames para chegar ao diagnostico e decidir o tratamento adequado.

Mas, como a mulher vai reparar alterações nas mamas?

O autoconhecimento das mamas pode permitir que a mulher note alguma alteração. O autoexame pode ser realizado uma vez por mês, apos o período menstrual. O modo mais simples é apalpar as mamas embaixo do chuveiro enquanto se ensaboa, deslizando os dedos das mãos sobre as mamas. Outras mulheres preferem fazer em frente ao espelho ou mesmo deitadas.
Se você é mulher, pode estar se perguntando: e quem não menstrua? Muito fácil. É só marcar um dia do mês e fazer o exame a cada 30 dias, sempre no mesmo dia. Se no autoexame você identificar qualquer alteração que não era sentida antes, marque imediatamente uma consulta com o mastologista.

O que faz o mastologista nos casos de tumores nas mamas?

Se for comprovada a presença de nódulos suspeitos, possivelmente será necessária a punção ou biópsia do tumor. O material coletado será avaliado por um patologista para identificar se o tumor é benigno ou maligno. Se o tumor for benigno, deve-se fazer o acompanhamento do nódulo ou retira-lo através de cirurgia. No caso de tumor maligno, a indicação é de cirurgia que pode atingir um quadrante da mama até a mastectomia. A quimioterapia, a radioterapia e a hormonioterapia podem ser indicadas como adjuvantes no tratamento em casos selecionados.

Loading...