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O Outubro é Rosa e o Novembro Azul

A prevenção e diagnóstico precoce fazem toda a diferença!

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registrar cerca de 600 mil novos casos da doença tanto em 2018 com em 2019. O câncer de pele não melanoma é o mais frequente no país, seguido pelo câncer de mama para mulheres e de próstata para os homens.

Tanto o câncer de mama quando o de próstata possuem estágios. Quanto mais avançado esteja o estado da doença, menor são as chances de cura, por isso é tão importante manter os exames em dia.

O câncer de mama, possui 5 estágios:

  • Estágios 0, 1 e 2: são os iniciais, onde o tumor está limitado apenas à mama. Nestes estágios as pacientes têm chances de cura, desde que o diagnóstico ocorra cedo e que a paciente responda bem ao tratamento.
  • Estágio 3: o câncer é chamado de “câncer de mama localmente avançado”, o que significa que se espalhou para os nódulos linfáticos e/ou para outros tecidos da mama.
  • Estágio 4: o câncer é chamado de “câncer de mama metastático” ou “câncer de mama avançado”. Nesta fase, ele se espalhou para outros locais do corpo, como fígado, pulmões, ossos, cérebro entre outros tecidos

Conhecer o estágio do câncer auxilia o médico para receitar o tratamento mais adequado para o paciente. Apesar do câncer  no estágio 4 não ter cura, hoje existem tratamentos modernos, como as terapias-alvo, que proporcionam às mulheres uma qualidade de vida melhor e em alguns casos, adiam o início da quimioterapia.

O diagnóstico precoce, ajuda a detectar as fases iniciais, aumentando a chance de cura e tratamento. Todas as mulheres após os 20 anos, com casos de câncer na família, ou com mais de 40 anos, sem casos de câncer na família, devem realizar o autoexame da mama.

Você mesma pode realizar o autoexame em casa. Deve-se seguir 3 passos principais: observação em frente ao espelho, palpar a mama de pé e repetir a palpação deitada.

Como fazer o auto exame?

Em frente ao espelho

Observe o tamanho, forma e cor das mamas, se há inchaços, abaixamentos, saliências ou rugosidades.

Palpação de pé

Deve ser feita durante o banho com o corpo molhado e as mãos ensaboadas.

Depois da palpação da mama, deve-se também pressionar os mamilos suavemente para observar se existe a saída de líquidos.

Palpação deitada

Deve-se deitar e colocar o braço esquerdo na nuca e palpar a mama esquerda com a mão direita, como mostra a imagem 5.

Havendo alterações que não estavam presentes no exame anterior ou se existir diferença entre as mamas, consulte seu ginecologista ou mastologista.

Logo após o Outubro Rosa, começa o Novembro azul, mês que pretende acabar com o tabu sobre o exame de toque para os homens.

Conheças os estágios do câncer de próstata:

 

●     Estágio 1: Geralmente não apresentam sintomas, por isso é mais difícil de detectar. Apresenta pequenos tumores e estão dentro da próstata. Apenas homens que efetuam a prevenção anual podem descobrir com antecedência e iniciar o tratamento. O urologista irá detectar estes tumores através do toque retal e exames de PSA.

●     Estágio 2: Muito semelhante ao primeiro, contudo os tumores são maiores. Ainda assim, é necessário o acompanhamento preventivo com o urologista para que o câncer de próstata seja descoberto neste estágio.

●     Estágio 3: Neste estágio, os tumores crescem fora da próstata. Mas sem atingir outras partes do corpo, como o reto e a bexiga. A probabilidade de cura da doença com o tratamento é maior.

●     Estágio 4: O último estágio do câncer é quando a doença está se espalhou para outras partes do corpo. Em geral, neste nível não há mais chance de cura, mas deve-se ser tratado para mantê-la sob controle e proporcionar maior qualidade de vida ao paciente.

A prevenção contra esse câncer deve ser iniciada a partir dos 50 anos com o médico urologista. Muitos dos pacientes chegam ao consultório médico com a doença já em estado avançado, pois no início é difícil detectar, por isso é de suma importância manter os exames em dia.

Alguns dos sintomas são vontade de urinar com urgência, dificuldade para urinar, levantar-se várias vezes à noite para ir ao banheiro, dor óssea, queda do estado geral, insuficiência renal e dores fortes no corpo.

Lembrando que os sintomas só só aparecem nos casos avançados, por isso se sentir qualquer sintoma citado, procure seu médico.

Devemos conscientizar as pessoas sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce, para assim haver mais chances de cura.

E não esqueça: faça sempre seus exames anuais e cuide de sua saúde!

 

Referência: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/inca/portal/home

A Fonoaudiologia na Educação

Saiba mais sobre Fonoaudiologia educacional e suas áreas de atuação

A atuação do fonoaudiólogo nas escolas é ampla e de grande importância. O fonoaudiólogo educacional atua de forma preventiva. Diferentemente da clinica cuja atuação é terapêutica, portanto, não cabe ao fonoaudiólogo que trabalha em escolas realizar terapias fonoaudiológicas.

Alguns dos objetivos do trabalho fonoaudiológico com os alunos:

  • Aprimorar o desenvolvimento da linguagem oral/escrita.
  • Promover estratégias de prevenção, preservação e controle de abusos e riscos para a voz e audição.

Desse modo, quando a criança não está escutando bem, tem letra ininteligível e/ou troca as letras, tem trocas na fala, está tendo dificuldades na aprendizagem ou outras alterações. Cabe ao fonoaudiólogo observar e orientar os professores na escola sobre como trabalhar com essas questões. Quando necessário ele poderá realizar encaminhamentos para outros profissionais.

Outra ação do fonoaudiólogo no âmbito escolar seria orientar os professores quanto aos cuidados com a voz. E estratégias vocais para conservação desta e aprimorando de suas habilidades didáticas para auxiliar na comunicação com o aluno.

Além de estar participando dos projetos pedagógicos, colaborando com estratégias de ensino. Sempre de acordo com cada aluno/turma, podendo prevenir possíveis problemas de aprendizagem.

O fonoaudiólogo educacional pode também organizar palestras não apenas para os professores e alunos, mas para os pais, fazendo com que eles possam ficar mais cientes quanto as alterações fonoaudiológicas comuns na infância. Além da importância do estímulo familiar para otimização do desenvolvimento da criança.

Fonoaudióloga Lara Karina Soares, CRFa 3 – 10884,
Trabalha na Clínica Revitalité na área de fonoterapia com crianças, adolescentes, adultos e idosos que apresentam alguma dificuldade de comunicação ou que pretendem aperfeiçoar esta nas áreas de linguagem oral, escrita, dicção, voz, fluência, dentre outros.

Nova certificação em Cirurgia Bariátrica

No início deste mês o Cirurgião Bariátrico da Clínica Revitalité Dr Cácio Wietzycoski,  recebeu uma importante certificação internacional na sua especialidade.

O programa de acreditação em cirurgia bariátrica e metabólica da SRC (Surgical Corporation Review). Garante com certificação que o atendimento mais seguro e da mais alta qualidade seja oferecido aos pacientes de cirurgia bariátrica em todo o mundo.

O SRC reconhece o Dr Cácio Wietzycoski como Cirurgião de Excelência, o que demonstra um grande comprometimento e capacidade de fornecer tratamentos seguros, eficazes e baseados em evidências.

O programa está estruturado para ajudar os cirurgiões e clínicas acreditados a melhorar continuamente a qualidade do atendimento e a segurança do paciente.

Um credenciamento do SRC ajuda os pacientes a identificar especialistas que atendem a padrões rigorosos para o fornecimento de cuidados perioperatórios e de longo prazo de alta qualidade.

“Obter a acreditação da SRC como Cirurgião de Excelência em Cirurgia Bariátrica e Metabólica significa a consolidação da capacidade de fornecer consistentemente os cuidados mais seguros. E da mais alta qualidade aos nossos pacientes”, disse o Dr Cácio Ricardo Wietzycoski.

E acrescenta: “O programa de Centro de Excelência promove a melhoria da qualidade na cirurgia bariátrica. O compromisso com este processo concentrou a nossa equipe em exceder as referências e diretrizes clínicas de cuidado ao paciente bariátrico. Mais importante ainda, nosso compromisso com a excelência melhorará a saúde e o bem-estar de nossos pacientes”.

Sobre a Surgical Review Corporation:

Fundada em 2003 e sediada nos EUA. A Surgical Review Corporation (SRC) é uma organização de segurança do paciente internacionalmente reconhecida. E dedicada ao reconhecimento e aprimoramento do atendimento cirúrgico.

A SRC é a administradora líder de programas de aprimoramento e credenciamento  de qualidade para cirurgiões e hospitais em todo o mundo.

Cácio R Wietzycoski, MD, MSc – CRM 29667/RS – 16642/SC.

Cirurgião Geral e do Aparelho Digestivo pelo HCPA.
Mestre em Ciências Cirúrgicas pela UFRGS.
Cirurgião de Excelência em Cirurgia Bariátrica e Metabólica pelo SRC.
Diretor do Programa Bariátrico do CEMTrOM.
Diretor Técnico e Chefe do Centro Cirúrgico do HUVC.
Membro Titular da SBCBM, CBCD, ASMBS e IFSO.

Peeling Químico (fenol)

Desde os tempos dos antigos egípcios até os dias de hoje, em todas as culturas em todos os séculos, a humanidade tem se preocupado com uma aparência mais jovial. Em alguma fase da vida de todos os homens e mulheres existe preocupação com a qualidade de sua pele.

O peeling químico, também conhecido quimioesfoliação, quimocirurgia ou dermopeeling, baseia-se na aplicação de um ou mais agentes esfoliantes na pele, resultado na destruição de partes da epiderme e/ou derme, em seguida da regeneração dos tecidos epidérmicos e dérmicos novos. Essas técnicas de aplicação produziu uma lesão controlada com coagulação vascular instantânea, resultado no rejuvenescimento da pele com redução ou desaparecimento da ceratoses  e alterações actínicas, discromicas  pigmentares, rugas e algumas cicatrizes deprimida superficiais e/ou profundas.

Os dias pouco iluminados do inverno são muito proveitosas para fazer um peeling.

A ideia é deixar a pele lisinha, sem marcas como colágeno em dia, Viçosa, espantar aspereza, igualar a cor e acabar de vez com os estragos provocados pelo sol.

O processo consiste na descamação da pele, que pode ser superficial, média, profunda e eliminar manchas, rugas e marcas de expressão.

O número de aplicações e o tipo de Peeling a ser aplicado vai variar de acordo com o diagnóstico do médico e o tempo que você tem disponível para tratar a pele.

Na prática os mais usados são os Alfahidroxiácidos e/o Betahidroxiácidos; vale lembrar também que na maioria dos peeling’s deve haver um preparo da pele pré-peeling (prévio).

Tipos de peeling:

Superficial: Atinge apenas a epiderme indicado para manchas em geral, melasmas e pequenas imperfeições e inestáticas faciais. O paciente pode retornar ao trabalho em seguida após faze-lo.

Médio: Atinge a derme é indicado para rugas, marcas mais profundas, degeneração e cicatrizes. O paciente deve afastar-se de suas atividades por um período aproximadamente de sete dias.

Profundo: É muito útil para peles extremamente enrugadas e maltratadas durante o processo de envelhecimento. O paciente deve afastar-se da suas atividades pelo menos durante 15 dias.

Diretor Técnico Médico: Dr. Clício J. Dezorzi CRM/SC 11.211

O uso do balão intragástrico para o emagrecimento saudável.

Sobrepeso e obesidade são problemas de saúde pública que têm recebido especial atenção da Organização Mundial da Saúde (OMS) pois são a porta de entrada para doenças graves da nossa era. Para conquistar o peso ideal, é cada vez maior o número de pacientes que têm recorrido ao balão intragástrico, que ajuda muito no processo de reeducação alimentar. O procedimento é indicado para pessoas com sobrepeso e obesa, ou seja, que estejam com um Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 27kg/m2.

Através de um procedimento ambulatorial que leva no máximo 30 minutos, o balão é inserido vazio no estômago do paciente e preenchido em seguida trazendo uma sensação de saciedade que auxilia o processo de perda de peso. Após o procedimento, o paciente pode ir para casa e continuar sua rotina diária normalmente.

Contudo, a parte mais delicada do tratamento não acontece no consultório e sim no novo estilo de vida que o paciente deve adotar. Ele precisa estar consciente de que precisará seguir um programa de reeducação alimentar rígido, uma rotina de exercícios monitorada e fazer algum tipo de acompanhamento psicológico para identificar e tratar as raízes emocionais do problema.

Os resultados finais do tratamento variam de acordo com a aderência do paciente ao programa. Neste ponto, o médico é muito mais um conselheiro e monitor do que alguém que irá solucionar o problema do paciente. Não há milagres para a perda de peso, mas muita determinação do paciente e um bom acompanhamento da equipe multiprofissional.

De acordo com estudos desenvolvidos nos últimos anos, a média esperada de perda de peso está entre 12% e 15% do peso inicial do paciente. Na prática clínica diária, já pude observar a perda de peso oscilar entre 6 e 37 quilos. Se o paciente se comprometer com o processo, as chances de sucesso dele ultrapassam 80%, ou seja, a força de vontade dele é um fator determinante no desempenho final.

Cerca de 40% dos pacientes que fazem acompanhamento multidisciplinar conseguem manter a perda de peso depois de um ano da retirada do equipamento. Este índice é excelente para um processo que não é cirúrgico, não faz uso de medicamentos químicos e não deixa cicatrizes e que tem seu sucesso atrelado ao empenho do paciente que luta diariamente contra um dos males do nosso século. A obesidade é uma doença séria, mas pode ser vencida.

Flávio Hoerlle, especialista em Endoscopia e em Cirurgia Geral

Implantes Hormonais e os benefícios a mulher.

Benefícios a Mulher

“Os tratamentos com Implantes Hormonais ajudam a mulher moderna a prolongar o bem-estar do corpo e da mente. Elas passam a viver sem regras e em estado de harmonia por tempo indeterminado.” Dr. Elsimar Coutinho

Os Implantes Hormonais são recomendados para mulheres que precisam tratar de distúrbios hormonais, repor os hormônios que deixam de ser produzidos naturalmente na menopausa, ou buscam um método eficiente de contracepção ou suspensão da menstruação.

Geram excelentes resultados para aquelas que desejam cessar os sintomas da TPM Read more “Implantes Hormonais e os benefícios a mulher.”

Você sabe a diferença entre um Reumatologista ou Ortopedista e como cada especialista pode ajudar?

Ao sentir dor nos joelhos, ou no ombro, a primeira coisa que fazemos é buscar por um ortopedista. Ou seria melhor procurar um reumatologista? Embora atuem de forma muito próxima uma da outra, muitas vezes até em conjunto, de maneira complementar, as duas especialidades têm características próprias.
O ortopedista trata os problemas mecânicos relacionados aos ossos (fraturas, luxações, lesões de menisco, de ligamentos ou outras relacionadas à prática de esportes). O reumatologista, por sua vez, cuida dos problemas inflamatórios das articulações e tecidos que as cercam (ossos, músculos, tendões e ligamentos). As principais doenças reumatológicas são a artrose (desgaste da cartilagem), a fibromialgia (dores pelo corpo), a osteoporose (enfraquecimento dos ossos), a artrite reumatoide (juntas inflamadas, deformações e dificuldade de movimentos) e as tendinites (inflamação dos tendões), entre outras.
O especialista diz que, apesar de ser difícil para o paciente distinguir quando uma dor está relacionada à ortopedia ou à reumatologia, as seguintes dicas podem ajudar:
Se a dor ou o inchaço aparecer depois de um trauma, como uma torção ocasionada pela prática de esporte, o ideal é procurar um ortopedista.
Se os sintomas forem crônicos e acompanhados de sinais inflamatórios como dor, calor, vermelhidão e dificuldade de movimento, o reumatologista é o especialista mais indicado.
A diferença entre o reumatologista e o ortopedista é que a ortopedia é uma especialidade cirúrgica, que cuida de correções de problemas musculoesqueléticos mecânicos e traumas. Já a reumatologia é uma especialidade clínica que utiliza tratamento com medicamentos e reabilitação física. Muitas doenças chamadas autoimunes são tratadas pelo reumatologista.
Os ortopedistas e reumatologistas trabalham juntos para cuidar dos pacientes com problemas musculoesqueléticos e, algumas vezes, o reumatologista solicita a ajuda do ortopedista quando há necessidade de avaliação para uma possível cirurgia, como no caso de uma deformidade articular.
O diagnóstico das doenças reumatológicas tem base, em 80% dos casos, na anamnese, entrevista que aborda os históricos de vida pessoal e familiar do paciente. Muitas vezes pode ser demorado fazer um diagnóstico preciso, por isso a história de vida é fundamental para definirmos a melhor abordagem.
Além da anamnese, o diagnóstico, dependendo do caso, requer exames de imagem, como raios X, ultrassom, tomografia computadorizada e ressonância magnética.
A Clínica Revitalité possui uma parceria com Radimagem para a realização desse exames de Raios X digital e profissionais especializados em radiologia, o que possibilita avaliações precisas sobre os mais variados problemas ortopédicos e reumatológicos.
Na Clínica Revitalité, você encontra médicos especialistas em reumatologia e em ortopedia. Agende uma consulta!

Ortopedia e traumatologia: Dr Leandro O. Silveira CRM/SC 21.589 RQE 16.200

Febre amarela: sintomas, transmissão e prevenção

Sintomas

A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. A maioria dos infectados se recupera bem e adquire imunização permanente contra a febre amarela.

Transmissão

A febre amarela ocorre nas Américas do Sul e Central, além de em alguns países da África e é transmitida por mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. Sua manifestação é idêntica em ambos os casos de transmissão, pois o vírus e a evolução clínica são os mesmos — a diferença está apenas nos transmissores. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus e do gênero Sabethes. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Além do homem, a infecção pelo vírus também pode acometer outros vertebrados. Os macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre de forma inaparente, mas ter a quantidade de vírus suficiente para infectar mosquitos. O macaco não transmite a doença para os humanos, assim como uma pessoa não transmite a doença para outra. A transmissão se dá somente pelo mosquito. Os macacos ajudam a identificar as regiões onde estão acontecendo a circulação do vírus. Com estes dados, o governo distribui estrategicamente as vacinas no território nacional.

Prevenção

Como a transmissão urbana da febre amarela só é possível através da picada de mosquitos Aedes aegypti, a prevenção da doença deve ser feita evitando sua disseminação. Os mosquitos criam-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Qualquer recipiente como caixas d’água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolverem-se na água, se tornarão novos mosquitos. Portanto, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do “fumacê”. Além disso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como a vacinação contra a febre amarela, especialmente para aqueles que moram ou vão viajar para áreas com indícios da doença. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo.

Otite externa, média ou interna? Saiba tudo sobre a doença tão comum no verão

Otite externa, média ou interna? Saiba tudo sobre a doença tão comum no verão

A  Otite é qualquer processo inflamatório ou infeccioso que afeta a orelha. No verão, a mais comum é a    Otite Externa , que atinge a orelha externa, formada pelo pavilhão auricular e pelo meato acústico externo. Nesse tipo de inflamação, o ambiente úmido que se forma no canal auditivo facilita a proliferação de bactérias. Vale destacar que, ao contrário do que muitos pensam, o uso de cotonetes e outros objetos na região também contribuem para o seu desenvolvimento.

Em bebês, os sinais mais comuns são choro frequente, secreção saindo de um ou ambos os ouvidos, redução do apetite, irritabilidade, dificuldade em dormir, febre, náuseas e vômitos. Pode ocorrer também secreção nas orelhas e dificuldade em ouvir.

Em crianças maiores, os mesmos sintomas podem ocorrer, mas é mais fácil detectar o problema. Quem está sentindo o incômodo, pode colocar o dedo no local afetado e chamar a atenção dos pais.

Já nos adultos, os sintomas envolvem dor e sensação de ouvido trancado. Apresentam dor latejante no ouvido, que pode irradiar para a cabeça, com diminuição da audição. Pode levar a mal-estar geral, acompanhado de febre alta, zumbido e, eventualmente, um fluxo de secreções amareladas saindo pelas orelhas. Além disso, dependendo do local da inflamação, tonturas e perda de equilíbrio!

O tratamento, por sua vez, é feito com antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos.  A prevenção é o melhor remédio para evitar as dores de ouvido. Para isso, sugere-se  não inserir nenhum objeto estranho ao sistema auditivo, pois isso irá dificultar ainda mais a saída da água e, dessa forma, aumentar as chances de infecção.

Além disso, não é recomendado o uso de algodão, pois só aumentará o volume do líquido. O ideal é o uso de protetores auriculares moldados de acordo com a anatomia de cada paciente.

A   Otite Média – infecção do espaço cheio de ar atrás do tímpano – está entre as principais causas de atendimento médico durante a infância. O problema costuma aparecer durante ou após gripes, resfriados e infecções na garganta, ela pode ser aguda, quando a infecção persiste normalmente de uma a duas semanas, ou crônica, com duração de mais de seis semanas.

Já o terceiro tipo da doença, chamado de Otite Interna ,  atinge a área interna do ouvido, formada pela cóclea e pelos canais semicirculares, responsáveis pelo equilíbrio. Qualquer inflamação nesses canais, os sintomas são desequilíbrio, vertigem e tontura, causando a labirintite!

 

Unhas fracas e quebradiças podem indicar problemas hormonais.

Você sabia que o crescimento lento das unhas pode indicar problemas metabólicos ou hormonais?

Quem troca de esmalte como de roupa muitas vezes não percebe como anda o estado das unhas. É possível perceber se estão fracas ou quebradiças, mas as manchas brancas, os tons arroxeados e ondulações por muitas vezes passam despercebidos. Mas não deveriam. Sinais como esses podem mostrar que algo está fora da normalidade na saúde do corpo.

Dermatologistas, explicam que normalmente são as doenças crônicas que se mostram pelas unhas, como os problemas renais, que normalmente, quando isso acontece, a pessoa já sabe que tem algum problema de saúde.

Os médicos explicam que a carência de vitaminas também reflete nas unhas. A falta de vitamina costuma refletir nas células de multiplicação rápida, como unhas, pele e cabelo, as unhas fracas não mostram só ausência de cálcio, como muitos acreditam, pode sinalizar carência de outras vitaminas também.

A recomendação principal quando há algo de errado com as unhas é procurar um dermatologista para verificar se o problema é externo, como o contato com produtos químicos ou o excesso de uso de esmalte. Afastando essas causas, o médico vai pedir exames para verificar o que há de errado.

Unhas fracas: A falta de ferro e selênio no organismo deixa as unhas frágeis. Carência de zinco também deixa as unhas quebradiças e com manchas esbranquiçadas.

Unhas com ondulações:  Aquele “degrau” que se forma na unha é um sinal de que ela parou de crescer por um período. “É mais comum em pessoas com câncer, por causa da quimioterapia”, explica ela. Em alguns casos, ela aponta, a unha chega mesmo a cair ou a apresentar uma infecção grave. Outros casos estão em febres prolongadas, principalmente em crianças e idosos.

Unhas arroxeadas: elas refletem a saúde cardíaca e circulatória, portanto procurar um médico é fundamental para afastar esses riscos.

Unhas com crescimento lento: O clínico geral e geriatra do Hospital das Clínicas de São Paulo, Paulo Camiz, explica que problemas hormonais e metabólicos, com o diabetes, pode fazer com que as unhas cresçam mais lentamente. Verificar por meio de exames é a melhor saída.

Unhas quebradiças: mais uma vez a carência de vitaminas no corpo pode estar envolvida nisso. A nutricionista recomenda a consulta de um médico para um exame de sangue que verifique a situação das vitaminas no organismo. Se a carência estiver muito grande, é bom tomar suplementação. “Só se suplementa quando a deficiência é grande demais e tem uma patologia associada, como um problema renal que impede a metabolização de alguns nutrientes, e a ingestão oral não será suficiente”.

Nos outros casos, uma boa alimentação fará toda a diferença, além de proporcionar uma boa qualidade de vida.

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