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Conheça as doenças infectocontagiosas mais comuns no verão

As doenças infectocontagiosas são aquelas causadas por agentes biológicos, como vírus, bactérias ou parasitas, e são transmitidas com o contato direto ou indireto com pessoas infectadas.

O aumento das temperaturas e da umidade do ar torna a proliferação dessas doenças mais frequente durante o verão, pois os vetores das infecções se desenvolvem facilmente com o calor. É preciso dar atenção aos primeiros sinais e sintomas, além das formas de prevenção para cada uma delas.

Conjuntivite

É uma infecção da membrana ocular, causada por vírus, bactérias ou substâncias irritantes, como o cloro da piscina e a poluição. Entre os sintomas estão a vermelhidão nos olhos, inchaço nas pálpebras, secreções e coceiras. O tratamento é feito de acordo com as recomendações de um oftalmologista. Para se prevenir, é importante não compartilhar objetos pessoais, como roupas e toalhas, evitar coçar os olhos e lavar as mãos e o rosto regularmente.

Doenças de pele

São infecções dermatológicas, como dermatites, micoses e brotoejas, provocadas pela proliferação de bactérias e fungos. Caracterizam-se por inflamações na pele, coceira, descamação, manchas e ressecamento. Um dermatologista deverá ser consultado assim que os primeiros sinais forem percebidos. Para evitar as infecções, recomenda-se o uso de roupas leves feitas de algodão ou linho, além de redobrar a atenção com a higiene do corpo após sair da piscina ou da praia.

Doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti

São doenças infecciosas mais frequentes durante o verão, como a dengue, a zika, a chikungunya e a febre amarela. Todas essas doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti apresentam sintomas similares, como febre alta, enjoos e fortes dores de cabeça e musculares, e podem ser fatais em casos mais graves. Aos primeiros sinais, um médico deverá ser consultado imediatamente.

A forma de prevenção comum às doenças é o uso de repelente e a eliminação das condições de desenvolvimento do mosquito, por meio do uso de telas e ao esvaziar e limpar recipientes e superfícies com água. Para a febre amarela, a vacina é a forma mais eficaz de proteção, pois a doença pode apresentar complicações em sua fase aguda, que pode surgir alguns dias após a melhora dos primeiros sintomas.

Fonte

Febre amarela – Alerta de saúde pública

A febre amarela é transmitida por mosquitos a pessoas não vacinadas em áreas de mata. A vacinação está disponível nos postos de saúde de todo o país e é recomendada para pessoas que habitam ou visitam áreas com risco da doença. Uma dose apenas garante imunidade por toda a vida.

  • Pode ser evitada com vacina.
  • O tratamento pode ajudar, mas essa doença não tem cura.
  • Propaga-se por insetos.
  • Requer um diagnóstico médico.
  • Frequentemente requer exames laboratoriais.

 

Requer um diagnóstico médico

 

Os casos leves causam febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos. Os casos graves podem causar doenças cardíacas, hepáticas e renais fatais.

As pessoas podem ter:

Dores locais: costas, no abdômen ou nos músculos.

No corpo: calafrios, fadiga, febre, mal-estar ou perda de apetite.

No aparelho gastrointestinal: náusea ou vômito.

Também é comum: delírio, dor de cabeça, pele e olhos amarelados ou sangramento

Não existe um tratamento específico para a doença. Os esforços se concentram no controle dos sintomas e na limitação das complicações. Cuidados médicos, reidratação e terapia de reidratação oral.

 

Fontes: Hospital Israelita A. Einstein, www.saude.gov.br/febre-amarela

Febre amarela: sintomas, transmissão e prevenção

Sintomas

A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. A maioria dos infectados se recupera bem e adquire imunização permanente contra a febre amarela.

Transmissão

A febre amarela ocorre nas Américas do Sul e Central, além de em alguns países da África e é transmitida por mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. Sua manifestação é idêntica em ambos os casos de transmissão, pois o vírus e a evolução clínica são os mesmos — a diferença está apenas nos transmissores. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus e do gênero Sabethes. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Além do homem, a infecção pelo vírus também pode acometer outros vertebrados. Os macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre de forma inaparente, mas ter a quantidade de vírus suficiente para infectar mosquitos. O macaco não transmite a doença para os humanos, assim como uma pessoa não transmite a doença para outra. A transmissão se dá somente pelo mosquito. Os macacos ajudam a identificar as regiões onde estão acontecendo a circulação do vírus. Com estes dados, o governo distribui estrategicamente as vacinas no território nacional.

Prevenção

Como a transmissão urbana da febre amarela só é possível através da picada de mosquitos Aedes aegypti, a prevenção da doença deve ser feita evitando sua disseminação. Os mosquitos criam-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Qualquer recipiente como caixas d’água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolverem-se na água, se tornarão novos mosquitos. Portanto, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do “fumacê”. Além disso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como a vacinação contra a febre amarela, especialmente para aqueles que moram ou vão viajar para áreas com indícios da doença. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo.

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