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Obesidade infantil e suas consequências

A obesidade infantil é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das maiores epidemias de saúde pública mundial, pois as ocorrências aumentam tanto em países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento. Está geralmente associada às doenças crônicas não transmissíveis (como diabetes, hipertensão ou doenças cardíacas) que afetam crianças e adolescentes de maneira cada vez mais precoce.

É uma doença crônica, complexa e de etiologia multifatorial, que resulta de um balanço energético positivo. Pode se manifestar devido a uma suscetibilidade genética que inicia no útero e se estende pela infância e adolescência. As causas endócrinas para obesidade são mais raras e geralmente são acompanhadas por padrões de crescimento atenuados.

A prevenção da obesidade infantil ocorre por meio de uma mudança de estilo de vida, adotando hábitos alimentares saudáveis, consumindo mais frutas e vegetais e evitando alimentos ricos em calorias e pobres em nutrientes, como bebidas açucaradas, fast food ou alimentos processados com alto teor de sódio. Além da prática de atividades físicas regulares e de um tempo de sono adequado para a criança ou adolescente, a família deve incentivar e participar do processo para protege-los de problemas futuros.

A preocupação com essa doença é internacional, visto que crianças obesas são mais propensas a se tornarem adultos obesos. A obesidade é um grande fator de risco para o desenvolvimento de uma série de problemas endócrinos (como diabetes), cardiovasculares (como hipertensão arterial sistêmica), gastrointestinais, pulmonares, ortopédicos, neurológicos, renais e psicológicos.

O diagnóstico da obesidade infanto-juvenil deve ser feito precocemente, a fim de identificar e tratar possíveis comorbidades e oferecer uma melhor qualidade de vida aos pequenos atingidos pela doença.

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Alzheimer: saiba como a doença se manifesta

O mal de Alzheimer é uma degeneração dos neurônios que pode afetar o comportamento, a fala e o apetite. Cerca de 50 milhões de pessoas no mundo sofrem com a doença caracterizada pelo esquecimento. No entanto, além de falhas na memória, o portador da doença sofre com dificuldade na comunicação, alterações no raciocínio, visão turva, mudanças de humor, confusão e desorientação.

Atinge principalmente pessoas idosas e aparece a partir dos 65 anos, mas há casos precoces em que os primeiros sintomas da doença surgem aos 30 anos, geralmente causados por fatores hereditários.

Causas

O desenvolvimento da doença não possui causas comprovadas, podendo ser ligado a fatores genéticos, estilo de vida e ambiente, porém, pode ser retardado com alguns tratamentos.

As pessoas que possuem casos de Alzheimer na família precisam ficar atentas aos sintomas para começar o tratamento o quanto antes e controlar a doença de forma mais efetiva.

Diagnóstico e tratamento

Não existem exames para detectar o Alzheimer, portanto, o diagnóstico é feito por meio da análise clínica do paciente, com estudos do seu histórico e realizando um acompanhamento para entender os estágios da doença.

O tratamento deve ser iniciado imediatamente, conforme as necessidades de cada paciente. É importante sempre consultar um especialista e não se automedicar, pois somente um médico poderá indicar medicamentos para os distúrbios de comportamento ou outras questões específicas.

Fases da doença

O Alzheimer possui quatro estágios:

  • Estágio 1 (forma inicial): perda de memória e mudanças na personalidade.
  • Estágio 2 (forma moderada): dificuldades para falar e para realizar tarefas simples.
  • Estágio 3 (forma grave): dificuldade para comer e incontinência urinária e fecal.
  • Estágio 4 (terminal): o paciente não levanta, não fala, sente dores ao ingerir alimentos e tem infecções frequentes.

Prevenção

Ainda não há uma forma de prevenção específica, mas estudos comprovam que realizar exercícios físicos com frequência e manter hábitos saudáveis em geral ajudam muito a prevenir essa e outras doenças. Além disso, alguns exercícios e estimulações cognitivas, como atividades em grupo, jogos, leituras e filmes também são ações que podem ajudar a retardar a doença.

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Diabetes: Conheça a doença

O que é?

Diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo.

A insulina é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose (açúcar), transformando-as em energia para a manutenção das células do nosso organismo.

O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte.

Quais são os tipos mais comuns?

A doença pode se manifestar de diversas formas e possui diferentes tipos. Os principais sintomas são fome e sede excessiva e vontade de urinar diversas vezes ao dia. Ao aparecer qualquer sintoma, é fundamental que um médico seja consultado para dar início ao tratamento.

Diabetes Tipo 1

É o tipo mais comum em pacientes no Brasil, sendo uma doença crônica não transmissível e hereditária. Aparece geralmente na infância ou adolescência, mas também é identificado em adultos. Exige o controle diário da glicose no sangue por meio da insulina ou outros medicamentos.

Diabetes Tipo 2

Ocorre quando o corpo não absorve a insulina produzida de forma adequada. Está diretamente relacionada ao sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos altos, hipertensão e hábitos alimentares pouco saudáveis. Pode apresentar agravamentos, por isso necessita de acompanhamento médico para tratar de outras doenças que possam aparecer junto com o diabetes.

Pré-diabetes

Acontece quando os níveis de glicose estão mais elevados do que o normal, mas ainda não se caracterizam como Diabetes Tipo 1 ou Tipo 2. É um sinal de alerta do corpo que aparece normalmente em obesos e hipertensos, mas de grande ajuda para tentar reverter o caso, prevenindo a evolução da doença e possíveis complicações.

Diabetes gestacional

Ocorre durante a gravidez, manifestando taxas de açúcar no sangue acima do normal, mas ainda abaixo dos níveis de Diabetes Tipo 2. Todas as gestantes devem fazer o exame de diabetes regularmente durante o pré-natal. As mulheres que apresentam a doença têm maior risco de complicações durante a gravidez e o parto, além de aumentar o risco de a mãe e o bebê desenvolverem a doença posteriormente.

Como prevenir o diabetes?

A melhor forma de prevenir é mantendo hábitos de vida saudáveis, com atividades físicas regulares (pelo menos 30 minutos todos os dias), uma alimentação saudável (consumir verduras, frutas e legumes diariamente e reduzir o consumo de sal, açúcar e gorduras) e evitando o consumo de álcool, tabaco e outras drogas.

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Processo de Saúde e Doença Visão Bio-Psico-Social

Desde os primórdios das civilizações lá no antigo Egito com o primeiro médico Imhotep passando pela Grécia com o pai da medicina Hipócrates, aos tempos de Jesus Cristo, ao tratado de medicina escrito por Claudius Galeno e a renascentismo algumas reflexões sobre o cuidado em saúde na atualidade, especificamente sobre o cuidado estabelecido pelas normas sanitárias brasileira, denominado  paradigma biopsicossocial, que busca superar o paradigma curativista ou biomédico, se refletindo em transformações no conceito de saúde, na compreensão sobre o processo saúde-doença, na organização do sistema brasileiro de saúde pública e nas práticas profissionais em saúde.

Busca-se estabelecer um diálogo da área da saúde com a produção teórico-conceitual de Fernando González Rey sobre a subjetividade na perspectiva da psicologia histórico-cultural, que vem a contribuir para a efetivação do paradigma biopsicossocial, por meio de transformações na formação profissional e nas práticas profissionais em saúde.

Entendo que pela visão crítica e em um viés de difusão de conhecimento e conceitos bem estabelecidos por uma sociedade doente sob o ponto de vista psicológico, cronificando doenças físicas e biológicas pré-existentes (Séculos XX e XXI), onde a industrialização e informatização relacionam-se com a nuvens e máquinas e não com o paciente biopsicossocial, nos leva a uma reflexão sobretudo sobre a reforma sanitária brasileira e as práticas de saúde atuais.

Inicialmente observamos a formação profissional em saúde, considerando que as transformações preconizadas pela reforma têm reflexos diretos nas práticas profissionais em saúde, como também na formação e no desenvolvimento profissional da mesma.

A formação está ancorada no modelo biomédico, esta situação favorece a construção de uma postura de desconsideração aos aspectos psicossociais tanto do profissional como ao dos pacientes.

Por outro lado, os pré-requisitos básicos para que uma população possa ser considerada saudável estão: paz; adequada em tamanho por habitante, em condições adequadas de conforto térmico; educação pelo menos fundamental; alimentação imprescindível para o crescimento e desenvolvimento das crianças.

Se faz necessário também ecossistema saudável preservado e não poluído; justiça social e equidade garantindo os direitos fundamentais dos cidadãos(Carta de Ottawa, 19861 apud SANTOS; WESTPHAL, 1999).

Em 1977, no artigo da revista científica Science,[2] o psiquiatra George L. Engel chamou a atenção para “a necessidade de um novo modelo médico” e, utilizando um exemplo hipotético, demonstrou a relação entre diversos fatores que podem influenciar na doença de um paciente.[4] Assim, o exemplo de Engel oferece um ponto de partida para uma compreensão mais ampla da prática clínica.

O modelo biopsicossocial mantém contato com diversas disciplinas, principalmente aquelas que possuem um enfoque nos três fatores principais ao qual o modelo propõe analisar, sendo eles:

  • Componente Biológico: procura compreender como a causa da doença decorre no funcionamento do corpo do indivíduo.
  • Componente Psicológico: procura potenciais causas psicológicas para um problema de saúde, como a falta de autocontrole, perturbações emocionais e pensamento negativo.
  • Componente Social: investiga como os diferentes fatores sociais, como o status socioeconômico, cultura e as relações sociais podem influenciar a saúde.

O modelo biopsicossocial baseia-se, em parte, na teoria social cognitiva, o que implica o processo de tratamento da doença requerer uma equipe de saúde que pontue aspectos biológicos, psicológicos e sociais que influenciaram um paciente.

Em um sentido filosófico, este modelo afirma que o funcionamento do corpo pode afetar a mente e o funcionamento da mente pode afetar o corpo.

O modelo atual não contempla o infortúnio de leis e amarras jurídicas éticas profissionais que perduram por anos a fio e estão longe do binômio necessidade-necessidade e sim muito próximos ao seu antagonista necessidade-possibilidade.

Temos que ser resilientes e estar atentos, mapear, bem como rever conceitos nas relações médico-paciente desde o contexto na atenção primária até a atenção terciária. Implementar desafios de práticas humanizadas em saúde, considerando sua relevância e a problemática da humanização como necessidade social.

 

Dr. Clício J. Dezorzi

CRM 11.211

 

Via costaesmeralda.com.br

Dengue – Saiba mais sobre a Doença

Doença viral transmitida por mosquitos que ocorre em áreas tropicais e subtropicais.

  • Principais pontos:O tratamento é feito com auxílio médico.
    Propaga-se por insetos.
    Requer um diagnóstico médico.
    Frequentemente requer exames laboratoriais.

Os sintomas são febre alta, erupções cutâneas e dores musculares e articulares. Em casos graves, há hemorragia intensa.
As pessoas podem ter:
Dores locais: nos músculos, atrás dos olhos, costas, no abdômen ou ossos.
Tipos de dor: forte nas articulações.
No corpo: febre, fadiga, mal-estar, perda de apetite, tremor ou suor.
Também é comum: dor de cabeça, manchas avermelhadas ou náusea.
Doença grave: consulte um médico para receber orientação.
O tratamento é feito por meio do uso de fluidos e de medicamentos para a dor. O tratamento inclui ingestão de líquidos e analgésicos. Os casos graves exigem cuidados hospitalares, Cuidados médicos. Hidratação, Pode sarar naturalmente e Líquidos intravenosos, Medicamentos.

 

Orientações para pacientes com suspeita de dengue

Para que você esteja seguro em casa é importante que você saiba que:
1) Alguns sintomas podem indicar a necessidade de retornar ao Pronto Atendimento, estes
são:
Dor abdominal intensa e contínua
Vômitos persistentes
Queda da pressão
Sonolência
Irritabilidade
Sangramentos na gengiva, no nariz, nos vômitos e nas fezes (fezes escuras, cor de
borra de café)
Diminuição do volume da urina
Redução brusca da temperatura corporal
Desconforto respiratório
2) O diagnóstico laboratorial específico para o vírus da dengue é realizado por meio de
sorologia realizada na amostra de sangue. O resultado é disponibilizado na internet ou na
central de exames, em 3 dias. Com o resultado em mãos, este deve ser avaliado pelo seu
médico.
3) Você deve fazer o acompanhamento com seu médico durante o período da doença e de
sua convalescença, para que a conduta médica possa ser atualizada sempre que for
necessário.
Fontes: Hospital Israelita A. Einstein

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