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Unhas fracas e quebradiças podem indicar problemas hormonais.

Você sabia que o crescimento lento das unhas pode indicar problemas metabólicos ou hormonais?

Quem troca de esmalte como de roupa muitas vezes não percebe como anda o estado das unhas. É possível perceber se estão fracas ou quebradiças, mas as manchas brancas, os tons arroxeados e ondulações por muitas vezes passam despercebidos. Mas não deveriam. Sinais como esses podem mostrar que algo está fora da normalidade na saúde do corpo.

Dermatologistas, explicam que normalmente são as doenças crônicas que se mostram pelas unhas, como os problemas renais, que normalmente, quando isso acontece, a pessoa já sabe que tem algum problema de saúde.

Os médicos explicam que a carência de vitaminas também reflete nas unhas. A falta de vitamina costuma refletir nas células de multiplicação rápida, como unhas, pele e cabelo, as unhas fracas não mostram só ausência de cálcio, como muitos acreditam, pode sinalizar carência de outras vitaminas também.

A recomendação principal quando há algo de errado com as unhas é procurar um dermatologista para verificar se o problema é externo, como o contato com produtos químicos ou o excesso de uso de esmalte. Afastando essas causas, o médico vai pedir exames para verificar o que há de errado.

Unhas fracas: A falta de ferro e selênio no organismo deixa as unhas frágeis. Carência de zinco também deixa as unhas quebradiças e com manchas esbranquiçadas.

Unhas com ondulações:  Aquele “degrau” que se forma na unha é um sinal de que ela parou de crescer por um período. “É mais comum em pessoas com câncer, por causa da quimioterapia”, explica ela. Em alguns casos, ela aponta, a unha chega mesmo a cair ou a apresentar uma infecção grave. Outros casos estão em febres prolongadas, principalmente em crianças e idosos.

Unhas arroxeadas: elas refletem a saúde cardíaca e circulatória, portanto procurar um médico é fundamental para afastar esses riscos.

Unhas com crescimento lento: O clínico geral e geriatra do Hospital das Clínicas de São Paulo, Paulo Camiz, explica que problemas hormonais e metabólicos, com o diabetes, pode fazer com que as unhas cresçam mais lentamente. Verificar por meio de exames é a melhor saída.

Unhas quebradiças: mais uma vez a carência de vitaminas no corpo pode estar envolvida nisso. A nutricionista recomenda a consulta de um médico para um exame de sangue que verifique a situação das vitaminas no organismo. Se a carência estiver muito grande, é bom tomar suplementação. “Só se suplementa quando a deficiência é grande demais e tem uma patologia associada, como um problema renal que impede a metabolização de alguns nutrientes, e a ingestão oral não será suficiente”.

Nos outros casos, uma boa alimentação fará toda a diferença, além de proporcionar uma boa qualidade de vida.

Hanseníase

O que é a doença?

Também conhecida como lepra ou mal de Lázaro, a hanseníase é uma doença infecciosa, contagiosa, que afeta os nervos e a pele e é causada por um bacilo chamado Mycobacterium leprae. Associada a desigualdades sociais, afetando principalmente as regiões mais carentes do mundo, a doença é transmitida através das vias aéreas (secreções nasais, gotículas da fala, tosse, espirro) de pacientes considerados bacilíferos, ou seja, sem tratamento. O paciente que está sendo tratado deixa de transmitir a doença, cujo período de incubação pode levar de três a cinco anos. A maioria das pessoas que entram em contato com estes bacilos não desenvolve a enfermidade.
Hanseníase ao longo da história

A hanseníase é uma das enfermidades mais antigas do mundo. No século 6 a.C já havia relatos da doença. Supõe-se que a enfermidade surgiu no Oriente e, de lá, tenha atingido outras partes do mundo por tribos nômades ou navegadores. Os indivíduos que tinham hanseníase eram enviados aos leprosários ou excluídos da sociedade, pois a enfermidade era vinculada a símbolos negativos como pecado, castigo divino ou impureza, já que era confundida com doenças venéreas. Por medo do contágio da moléstia – para a qual não havia cura na época – os enfermos eram proibidos de entrar em igrejas e tinham que usar vestimentas especiais e carregar sinetas que alertassem sobre sua presença.

O microrganismo causador da hanseníase foi identificado somente em 1873, pelo norueguês Armauer Hansen, que deu origem ao nome da doença. Com essa descoberta, os mitos que envolviam a moléstia foram desaparecendo. No entanto, o preconceito existe até hoje, sendo uma das principais dificuldades que os pacientes enfrentam. Segundo profissionais de saúde, esse estigma ainda persiste em função da escassez na divulgação de informações acerca da doença e seus agravos.

Até a década de 1940 a hanseníase era tratada nos leprosários com óleo de chaulmoogra, medicamento fitoterápico natural da Índia, administrado através de injeções ou por via oral. Os pesquisadores só se deram conta de que o isolamento não era solução para o combate à doença no final dos anos 1940, graças aos avanços da indústria químico-farmacêutica e das pesquisas laboratoriais e ao uso da sulfona no tratamento dos enfermos. Na década de 1970, a poliquimioterapia passou a ser adotada no tratamento contra a doença e foi dado início ao movimento de combate ao preconceito e estigma que envolviam o termo “lepra”, que passou, então, a ser abolido oficialmente no país e substituído por “hanseníase”. Nos anos 1980 a preocupação com os pacientes que passaram décadas isolados levou à redefinição dos leprosários, que foram então transformados em hospitais gerais ou centros de pesquisa.
Sintomas e prevenção

Os principais sintomas da hanseníase são parestesias (dormências), dor nos nervos dos braços, mãos, pernas e pés; presença de lesões de pele (caroços e placas pelo corpo) com alteração da sensibilidade e áreas da pele com alteração da sensibilidade mesmo sem lesão aparente; e diminuição da força muscular.

A hanseníase não pode ser totalmente prevenida. Para suas formas mais disseminadas, é aplicada a vacina BCG, que é dada aos contatos mais próximos do paciente de forma a evitar que se infectem. Na suspeita da doença, é preciso procurar atendimento em uma unidade de saúde o mais rápido possível. O diagnóstico precoce é fundamental, pois evita a evolução da enfermidade para as incapacidades e deformidades físicas que dela podem surgir.
Diagnóstico e tratamento

As lesões de pele provocadas pela hanseníase são bem características. O diagnóstico é baseado em critérios clínicos e epidemiológicos. Para confirmação da doença, é feita uma baciloscopia (exame que identifica os bacilos presentes na região) do raspado dérmico, além de um exame histopatológico (estudo dos tecidos do organismo ao microscópio) do material retirado da lesão.

Todos os casos de hanseníase têm tratamento e cura. Para tratar o paciente, é feita uma associação de três antibióticos (rifampicina, dapsona e clofazimina) contra os bacilos, usados de forma padronizada. Existem dois tipos de tratamento: um com duração de seis meses, direcionado a pacientes paucibacilares (que estão infectados, mas não contaminam outras pessoas), e outro com duração de 12 meses, voltado a pacientes multibacilares, os quais, sem tratamento, eliminam os bacilos e podem infectar outros indivíduos. O paciente precisa ir ao centro de saúde mensalmente. Lá ele recebe uma dose da medicação, chamada dose supervisionada, e leva a cartela com as medicações padronizadas para fazer o tratamento em casa. As lesões de pele podem desaparecer logo no início, mas isso não quer dizer que o paciente esteja curado, daí a importância de se respeitar o tempo de tratamento e tomar a medicação corretamente. O paciente pode ser tratado gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).
Panorama da doença no Brasil

O Brasil tem apresentado avanços no combate à hanseníase em diversos aspectos nos últimos anos. Levantamento recente do Ministério da Saúde mostrou redução de 61,4% no coeficiente de prevalência (pacientes em tratamento) entre 2001 e 2011, passando de 3,99 por 10 mil habitantes para 1,54. Além disso, durante o mesmo período, o número de serviços com pacientes em tratamento cresceu de 3.895 unidades, em 2001, para 9.445, em 2011, apresentando aumento de 142%. Entre esses anos, o número de novos casos da doença diminuiu 25,9%, passando de 45.874 mil para 33.955 mil. A média nacional está próxima da meta estabelecida pelo Plano de Eliminação da Hanseníase (menos de um caso para cada grupo de 10 mil, até 2015), sendo de 1,54 casos por 10 mil habitantes.

O Ministério da Saúde vem implementando políticas públicas de combate à hanseníase nos últimos anos focando na detecção precoce da doença de forma a reduzir sua prevalência no país. Recentemente o órgão lançou uma campanha para a prevenção de hanseníase e verminoses entre 9,2 milhões de estudantes de 5 a 14 anos da rede pública em 800 municípios com maior incidência da doença. A iniciativa foi realizada em parceria com estados e municípios e contou com a participação de agentes comunitários de saúde e profissionais da Estratégia de Saúde da Família.

Em busca da melhoria da qualidade de vida das pessoas que têm a doença, o Ministério da Saúde vai expandir o Programa Academia da Saúde com a construção de novos polos nas cidades onde se localizam as ex-colônias de hanseníase. A ideia é atender às comunidades com população egressa de hospitais que foram colônias de internação compulsória. Devem ser beneficiados 30 municípios do país. O Programa Academia da Saúde integra o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e apoia e financia a construção de espaços públicos voltados para a prática de atividades e orientação nutricional à população.

Ainda como estratégia de ação para a eliminação da doença, o governo vai ampliar a oferta de serviços de reabilitação e concessão de órteses e próteses à pessoa com hanseníase, estendendo o acesso dessa parcela da população aos Centros Especializados de Reabilitação (CER) e às Oficinas Ortopédicas. Também serão construídos ainda esse ano 45 novos centros e 19 oficinas em todo o país (fixa, itinerante ou fluvial). O Ministério da Saúde também vai investir R$ 1,6 milhão na aquisição de novos equipamentos para prevenção de incapacidades e procedimentos de reabilitação nos Centros de Prevenção de Incapacidade e Reabilitação dos estados prioritários, beneficiando 130 mil pessoas que vivem em antigos hospitais-colônia.
O papel da Fiocruz

A Fiocruz é pioneira na pesquisa básica e tratamento da hanseníase. Desde 1927, quando o cientista do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Heraclides César de Souza-Araújo criou o Laboratório de Leprologia, a instituição tem prestado atendimento a indivíduos infectados pela doença. O Laboratório de Hanseníase, como é chamado atualmente, está situado no campus de Manguinhos e é formado por uma unidade assistencial – o Ambulatório Souza Araújo – e por laboratórios de imunologia, bioquímica, histopatologia, baciloscopia e biologia molecular. As pesquisas nele desenvolvidas buscam colaborar com o Programa de Controle e Eliminação da Hanseníase do Ministério da Saúde, melhorar a qualidade de vida do portador de hanseníase e melhor compreender a fisiopatologia da doença. O laboratório ainda oferece estágios para médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos de enfermagem e assistência social para toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ambulatório Souza Araújo é uma unidade assistencial do Ministério da Saúde de nível secundário que atende os pacientes encaminhados por unidades de saúde municipais, estaduais, federais e rede particular. Ainda atende demanda espontânea com suspeita de hanseníase nas suas diversas formas clínicas e realiza diagnóstico diferencial com outras dermatopatologias e neuropatias periféricas (dano no sistema nervoso periférico).  Também presta atendimento a pacientes referenciados com solicitação de parecer e conduta quanto ao manuseio de quadros reacionais hansênicos de difícil controle, eventos adversos aos medicamentos da multidrogaterapia e suspeita de recaída. Nos últimos 10 anos, dos 993 pacientes registrados no ambulatório, 8,6% são menores de 15 anos. Em média são oito crianças em tratamento por ano.

Um dos primeiros a adotar a poliquimioterapia como tratamento no Brasil ao final da década de 1980 conforme então recomendado pela Organização Mundial da Saúde, o ambulatório diagnostica aproximadamente 10% dos casos de hanseníase do Estado do Rio de Janeiro. Tem como objetivo principal a educação em saúde direcionada aos pacientes registrados, seus familiares e contatos próximos (os chamados comunicantes, os quais são mais vulneráveis à infecção), visando à prevenção, diagnóstico precoce e combate ao preconceito que envolve a doença. Também atua na prevenção de incapacidades físicas e conscientização dos pacientes de que podem e devem levar uma vida normal, sem medo de transmitir a doença, uma vez que, iniciado o tratamento, o contágio deixa de existir.

10 Dicas para evitar as Doenças de pele mais comum

SAÚDE E BEM ESTAR

No verão, os cuidados com a pele devem ser redobrados, porque o sol e a desidratação podem trazer muitos problemas como queimaduras, envelhecimento precoce, aumentando até mesmo o risco de câncer.

Assim, para evitar as doenças de pele comuns no verão como micose, queimaduras e câncer de pele deve-se adotar medidas simples como manter a pele seca, livre do suor, mas devidamente hidratada.

Por isso, para se proteger, confira aqui 10 dicas de cuidados essenciais com a pele nos dias mais quentes do ano.

1. Manter a pele limpa e hidratada

Tomar pelo menos 2 banhos diários por dia deve ser suficiente para manter a pele devidamente limpa, livre do suor, mas se estiver muito quente, pode-se tomar mais banhos, mas é recomendado usar somente água, evitando o sabonete para não deixar a pele mais ressecada. O sabonete antisséptico pode ser útil para eliminar as bactérias e outros micro-organismos das axilas, região íntima e pés que podem causar frieira, por exemplo.

Após o banho é importante passar um creme hidratante fluido, pelo menos nas regiões onde a pele tende a ficar mais seca, como pés, joelhos, mãos e cotovelos. Entenda porque tomar mais de 2 banhos por dia é prejudicial à saúde.

2. Usar protetor solar diariamente

Aplicar protetor solar cerca de 20 a 30 minutos antes da exposição solar e fazer renovação a cada 3 horas é importante para quem está na praia ou na piscina. Mas quem fica exposto ao sol durante o trabalho também deve ter este cuidado todos os dias para evitar o câncer de pele.

O protetor deve ser passado em toda a área da pele fica exposta ao sol. Assim, quem trabalha em ônibus e caminhões, pode por exemplo aplicar bastante protetor solar no braço e na mão esquerda porque estas tendem a ficar mais expostas ao sol.

As loções pós sol são ótimas para refrescar a pele após um dia de praia, piscina ou cachoeira.

3. Não se depilar no dia de pegar sol

Outro cuidado importante no verão é não fazer a depilação do rosto e do corpo no dia e também na véspera da exposição solar porque isto pode causar manchar escuras na pele. Assim, a depilação deve ser feita, pelo menos com 48 horas de antecedência.

4. Tomar banho de água doce quando sair da praia

Depois de um dia de praia deve-se tomar um banho de água doce, de preferência fria, para retirar o sal e areia que tendem a ressecar a pele, facilitando as fissuras que podem permitir a entrada de micro-organismos. Se a praia tiver um chuveirinho de água doce, experimente passar por ele antes de sair da praia, e se não tiver leve uma garrafa de água doce para jogar no corpo quando sair da areia. Se possível experimente hidratar a pele aplicando novamente o protetor solar ou com a loção pós-sol.

5. Não fazer tratamentos de pele no verão

Evitar fazer tratamentos com laser e produtos químicos durante o verão é importante porque estes tratamentos podem danificar a pele bronzeada e causar manchas difíceis de remover. A melhor época para fazer estes tratamentos é durante o outono e o inverno, quando a temperatura está mais amena e o sol menos forte, mas é sempre importante usar protetor solar quando fizer estes tratamentos.

Outro cuidado importante é fazer esfoliação da pele, principalmente no rosto e nos pés, 1 vez por semana para eliminar as células mortas e renovar a pele.

6. Manter a pele sempre seca

Manter a pele sempre seca é importante para evitar o aparecimento de fungos que levam à micose. Assim, deve-se usar sandálias ou chinelos para que os pés não fiquem molhados de suor dentro do sapato. Além disso, para evitar micose, também conhecida por pano branco, deve-se evitar compartilhar toalhas em clubes, praias e piscinas.

7. Pegar sol com protetor

Quem deseja ficar bronzeada sem prejudicar a pele pode optar por usar um protetor solar mais fraco, com FPS 4 ou 8, por exemplo, porque ele filtra os raios nocivos do sol e deixam a pele mais bonita, com um tom dourado. Alguns óleos e bronzeadores também possuem fator de proteção solar incluído em sua fórmula, conferindo ótimos resultados.

8. Investir no betacaroteno

Para deixar a pele morena e com um bronzeado que dura mais tempo, também é recomendado comer alimentos que contêm carotenoides como cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, pois estes alimentos protegem do câncer e deixam a pele mais bonita e hidratada.

9. Ingerir bastante líquidos

Para evitar a desidratação que pode surgir rapidamente provocando intensa dor de cabeça e boca seca, deve-se beber cerca de 2 a 3 litros de água por dia para hidratar o corpo. A água pode ser substituída por suco de fruta ou chá gelado, por exemplo, mas estes têm mais calorias e podem aumentar o peso, e por isso a água pura, e a água com gotinhas de limão são mais indicadas.

10. Evitar o sol direto

Nas horas mais quentes do dia, entre as 10 e as 16 horas deve-se evitar a exposição solar direta porque nestes horários há mais riscos para a saúde. Assim, nestas horas deve-se preferir ficar embaixo do guarda-sol ou dentro do bar da praia ou da piscina para se proteger do sol, evitando a insolação e as queimaduras na pele.

Verão é época de risco para o câncer de pele

O verão é a época mais propícia ao câncer de pele. Neste período, as pessoas ficam excessivamente expostas ao sol, sobretudo, em horários mais críticos, como das 10h às 16h. “É aí que está o perigo”.

De acordo com os especialistas, a radiação solar está presente durante todo o dia — inclusive em tempos nublados –, mas em dias ensolarados ocorre a maior concentração de raios UVB, nocivos à saúde da pele. “Por isso, deve-se evitar a exposição ao sol no período mais crítico. Se a exposição for inevitável, recomenda-se o uso de acessórios como guarda-sol, óculos, chapéu e malhas frescas, além, é claro, do protetor solar que, independentemente do tom da pele, deve ter fator mínimo de proteção 30”, recomendam.

Segundo os dermatologistas, pessoas com pele mais clara tendem a queimar e não bronzear. Isso ocorre porque possuem menor quantidade da proteção natural, que é dada pela melanina. Quem tem essa característica precisa tomar mais cuidado, pois tem risco maior de desenvolver alguns tipos de câncer de pele ao longo da vida.

Além disso, o uso de bronzeadores convencionais deve ser evitado. “Eles intensificam o efeito do sol. É um risco. Existem, porém, autobronzeadores que não têm relação com a exposição solar e vão, gradativamente, mudando a cor da pele. Esses podem ser usados”, orientam os médicos.

Em geral, indica-se protetor com fator mínimo de 30, independentemente da intensidade do sol. Pessoas de pele mais clara, contudo, devem utilizar filtros de alta proteção — FPS 50 ou mais. A recomendação é que o produto seja reaplicado a cada quatro horas e sempre após a pessoa entrar na água, pois a margem de proteção fica comprometida.

Por regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, todo filtro solar deve conter, também, fator de proteção para raios ultravioleta A. No rótulo do produto, essa proteção aparece descrita como PPD ou proteção UVA/UVB.

Câncer de pele

O câncer de pele é o tipo mais comum da doença no Brasil e tem sua incidência aumentada em função do estilo de vida e do envelhecimento da população.

Cuidados desde a infância são extremamente importantes para que esse cenário mude. Embora a maioria dos casos apresente boa evolução e cura quando tratados precocemente, alguns podem levar à morte, se o diagnóstico for tardio. “Ao menor sinal de manchas escuras na pele ou de pintas com bordas irregulares, deve-se consultar um médico dermatologista imediatamente”, alertam os especialistas.

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