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A Fonoaudiologia na Educação

Saiba mais sobre Fonoaudiologia educacional e suas áreas de atuação

A atuação do fonoaudiólogo nas escolas é ampla e de grande importância. O fonoaudiólogo educacional atua de forma preventiva. Diferentemente da clinica cuja atuação é terapêutica, portanto, não cabe ao fonoaudiólogo que trabalha em escolas realizar terapias fonoaudiológicas.

Alguns dos objetivos do trabalho fonoaudiológico com os alunos:

  • Aprimorar o desenvolvimento da linguagem oral/escrita.
  • Promover estratégias de prevenção, preservação e controle de abusos e riscos para a voz e audição.

Desse modo, quando a criança não está escutando bem, tem letra ininteligível e/ou troca as letras, tem trocas na fala, está tendo dificuldades na aprendizagem ou outras alterações. Cabe ao fonoaudiólogo observar e orientar os professores na escola sobre como trabalhar com essas questões. Quando necessário ele poderá realizar encaminhamentos para outros profissionais.

Outra ação do fonoaudiólogo no âmbito escolar seria orientar os professores quanto aos cuidados com a voz. E estratégias vocais para conservação desta e aprimorando de suas habilidades didáticas para auxiliar na comunicação com o aluno.

Além de estar participando dos projetos pedagógicos, colaborando com estratégias de ensino. Sempre de acordo com cada aluno/turma, podendo prevenir possíveis problemas de aprendizagem.

O fonoaudiólogo educacional pode também organizar palestras não apenas para os professores e alunos, mas para os pais, fazendo com que eles possam ficar mais cientes quanto as alterações fonoaudiológicas comuns na infância. Além da importância do estímulo familiar para otimização do desenvolvimento da criança.

Fonoaudióloga Lara Karina Soares, CRFa 3 – 10884,
Trabalha na Clínica Revitalité na área de fonoterapia com crianças, adolescentes, adultos e idosos que apresentam alguma dificuldade de comunicação ou que pretendem aperfeiçoar esta nas áreas de linguagem oral, escrita, dicção, voz, fluência, dentre outros.

Disfagia: o nome é estranho, mas o problema é mais comum do que você imagina!

Conheça essa alteração na deglutição.

A Disfagia é uma alteração do padrão normal da deglutição que pode ocorrer desde o recém nascido ao idoso, ou seja, o indivíduo passa a ter dificuldades para engolir alimentos, líquidos e a saliva, em qualquer etapa do trajeto entre a boca e o estômago.

Com o objetivo de alertar sobre os riscos da doença, 20 de março foi instituído pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia como o Dia de Atenção à Disfagia.

As principais complicações que podem ser ocasionadas pela disfagia são: O aumento das chances de pneumonia aspirativa, a ampliação do tempo de internações (devido à desnutrição e à desidratação), o desinteresse por alimentos. Assim como a debilitação da saúde de modo geral e a consequente perda da qualidade de vida.

Quem está mais suscetível a apresentar Disfagia são adultos que possuem doenças neurológicas (AVC, Esclerose Lateral Amiotrófica, Parkinson, Esclerose Múltipla e demências), traumatismos crânioencefálicos e alterações mecânicas (câncer de cabeça e pescoço, queimaduras, refluxo gastroesofágico, doenças cardíacas).

Já entre os bebês, o risco é maior para os prematuros, os que têm má formação do sistema digestivo, Fissura Labiopalatina, doenças neurológicas ou algumas síndromes como, por exemplo, a de Síndrome de Down.

No caso dos idosos, as chances de Disfagia são ainda maiores, uma vez que algumas mudanças geradas pelo envelhecimento.
(como a perda de força muscular, a redução da velocidade ao mastigar, a precisão e coordenação dos movimentos), podem provocar a dificuldade para deglutir!

Sintomas:

Os principais sintomas são: falta de ar durante ou após a alimentação, perda de peso, pneumonias de repetição, dificuldade para mastigar, preparar e manter o alimento na boca, tempo prolongado para engolir, sensação de alimento parado na garganta, dor ao engolir, restos de comida dentro da boca após engolir, escape de alimento pelo nariz, mudança na voz após engolir, tosse ou pigarro constante durante a alimentação, engasgos frequentes durante as refeições ou ao deglutir saliva, falta de interesse em se alimentar e mudança na cor da pele durante ou após a alimentação.

A Disfagia é uma das especialidades pertinentes ao Fonoaudiólogo, profissional habilitado para avaliar a deglutição orofaríngea, identificar quais são as alterações existentes, orientar e reabilitar os distúrbios da deglutição. Um trabalho multiprofissional é de extrema importância, pois, haverá mais chances de sucesso no diagnóstico e no tratamento!

Algumas dicas são importantes durante as refeições, principalmente para quem já apresenta dificuldades. Alimentar-se sempre sentado, em ritmo e velocidades seguros, evitar distrações enquanto se alimenta, procurar não conversar enquanto está comendo, manter atenção durante as refeições e evite assistir televisão, ouvir rádio ou permanecer em um ambiente barulhento.  Procure um Fonoaudiólogo!

Fonoaudióloga Lara Karina Soares, CRFa 3 – 10884, trabalha na Clínica Revitalité  – Meia Praia/Itapema. Na área de fonoterapia com crianças, adolescentes, adultos e idosos que apresentam alguma dificuldade de comunicação ou que pretendem aperfeiçoar esta nas áreas de linguagem oral e/ou escrita, dicção, voz, fluência (gagueira), dentre outros.

Nova certificação em Cirurgia Bariátrica

No início deste mês o Cirurgião Bariátrico da Clínica Revitalité Dr Cácio Wietzycoski,  recebeu uma importante certificação internacional na sua especialidade.

O programa de acreditação em cirurgia bariátrica e metabólica da SRC (Surgical Corporation Review). Garante com certificação que o atendimento mais seguro e da mais alta qualidade seja oferecido aos pacientes de cirurgia bariátrica em todo o mundo.

O SRC reconhece o Dr Cácio Wietzycoski como Cirurgião de Excelência, o que demonstra um grande comprometimento e capacidade de fornecer tratamentos seguros, eficazes e baseados em evidências.

O programa está estruturado para ajudar os cirurgiões e clínicas acreditados a melhorar continuamente a qualidade do atendimento e a segurança do paciente.

Um credenciamento do SRC ajuda os pacientes a identificar especialistas que atendem a padrões rigorosos para o fornecimento de cuidados perioperatórios e de longo prazo de alta qualidade.

“Obter a acreditação da SRC como Cirurgião de Excelência em Cirurgia Bariátrica e Metabólica significa a consolidação da capacidade de fornecer consistentemente os cuidados mais seguros. E da mais alta qualidade aos nossos pacientes”, disse o Dr Cácio Ricardo Wietzycoski.

E acrescenta: “O programa de Centro de Excelência promove a melhoria da qualidade na cirurgia bariátrica. O compromisso com este processo concentrou a nossa equipe em exceder as referências e diretrizes clínicas de cuidado ao paciente bariátrico. Mais importante ainda, nosso compromisso com a excelência melhorará a saúde e o bem-estar de nossos pacientes”.

Sobre a Surgical Review Corporation:

Fundada em 2003 e sediada nos EUA. A Surgical Review Corporation (SRC) é uma organização de segurança do paciente internacionalmente reconhecida. E dedicada ao reconhecimento e aprimoramento do atendimento cirúrgico.

A SRC é a administradora líder de programas de aprimoramento e credenciamento  de qualidade para cirurgiões e hospitais em todo o mundo.

Cácio R Wietzycoski, MD, MSc – CRM 29667/RS – 16642/SC.

Cirurgião Geral e do Aparelho Digestivo pelo HCPA.
Mestre em Ciências Cirúrgicas pela UFRGS.
Cirurgião de Excelência em Cirurgia Bariátrica e Metabólica pelo SRC.
Diretor do Programa Bariátrico do CEMTrOM.
Diretor Técnico e Chefe do Centro Cirúrgico do HUVC.
Membro Titular da SBCBM, CBCD, ASMBS e IFSO.

O que é a doença do Refluxo?

O que é Doença do Refluxo (DRGE)?

A DRGE é uma patologia altamente prevalente, que acomete aproximadamente 12% dos brasileiros (cerca de 20 milhões de pessoas).

Tratamento eficaz e a longo prazo para a Doença com o método Stretta. 

Como funciona o método Stretta?

Uma sonda é introduzida pelo esôfago, sempre com visão endoscópica direta no monitor de TV. Essa sonda é então posicionada no EEI, no final do esôfago, bem próximo do estômago. Utiliza a energia da radiofrequência para tonificar a musculatura do EEI (o “portão”, anteriormente citado). Com o músculo do EEI mais forte, ele fecha o “portão” do esôfago, impedindo assim a ocorrência do refluxo.

Vantagens do método Stretta para o tratamento da Doença do Refluxo:

 O método Stretta é realizado totalmente por endoscopia, em caráter ambulatorial, com leve sedação.

 É feita uma única sessão, que dura em torno de 40 min, com riscos baixíssimos.

 Resultados de longo prazo (até 10 anos de duração), ou seja, com apenas 1 sessão os resultados se mantêm por até 1 década

 Índice de satisfação dos pacientes acima dos 90%.  

 Quando submetidos ao método, pacientes interromperam ou diminuíram significativamente a quantidade de medicamentos necessária para o tratamento da DRGE.

Caso não tratada adequadamente, a DRGE pode causar diversas complicações, algumas delas muito graves, como:

  • Estenose do esôfago: um estreitamento do órgão, impedindo a passagem do alimento.
  • Esôfago de Barrett: lesão pré maligna, onde pode surgir o câncer de esôfago.
  • Câncer de esôfago: o adenocarcinoma de esôfago está diretamente relacionado à DRGE e ao esôfago de Barrett.

Consulte sempre um médico especialista.

Dr. Flávio Hoerlle CRM/SC 10.142
Cirurgia Geral RQE 5883
Endoscopia/Colonoscopia RQE 16044

Peeling Químico (fenol)

Desde os tempos dos antigos egípcios até os dias de hoje, em todas as culturas em todos os séculos, a humanidade tem se preocupado com uma aparência mais jovial. Em alguma fase da vida de todos os homens e mulheres existe preocupação com a qualidade de sua pele.

O peeling químico, também conhecido quimioesfoliação, quimocirurgia ou dermopeeling, baseia-se na aplicação de um ou mais agentes esfoliantes na pele, resultado na destruição de partes da epiderme e/ou derme, em seguida da regeneração dos tecidos epidérmicos e dérmicos novos. Essas técnicas de aplicação produziu uma lesão controlada com coagulação vascular instantânea, resultado no rejuvenescimento da pele com redução ou desaparecimento da ceratoses  e alterações actínicas, discromicas  pigmentares, rugas e algumas cicatrizes deprimida superficiais e/ou profundas.

Os dias pouco iluminados do inverno são muito proveitosas para fazer um peeling.

A ideia é deixar a pele lisinha, sem marcas como colágeno em dia, Viçosa, espantar aspereza, igualar a cor e acabar de vez com os estragos provocados pelo sol.

O processo consiste na descamação da pele, que pode ser superficial, média, profunda e eliminar manchas, rugas e marcas de expressão.

O número de aplicações e o tipo de Peeling a ser aplicado vai variar de acordo com o diagnóstico do médico e o tempo que você tem disponível para tratar a pele.

Na prática os mais usados são os Alfahidroxiácidos e/o Betahidroxiácidos; vale lembrar também que na maioria dos peeling’s deve haver um preparo da pele pré-peeling (prévio).

Tipos de peeling:

Superficial: Atinge apenas a epiderme indicado para manchas em geral, melasmas e pequenas imperfeições e inestáticas faciais. O paciente pode retornar ao trabalho em seguida após faze-lo.

Médio: Atinge a derme é indicado para rugas, marcas mais profundas, degeneração e cicatrizes. O paciente deve afastar-se de suas atividades por um período aproximadamente de sete dias.

Profundo: É muito útil para peles extremamente enrugadas e maltratadas durante o processo de envelhecimento. O paciente deve afastar-se da suas atividades pelo menos durante 15 dias.

Diretor Técnico Médico: Dr. Clício J. Dezorzi CRM/SC 11.211

Você sabe a diferença entre um Reumatologista ou Ortopedista e como cada especialista pode ajudar?

Ao sentir dor nos joelhos, ou no ombro, a primeira coisa que fazemos é buscar por um ortopedista. Ou seria melhor procurar um reumatologista? Embora atuem de forma muito próxima uma da outra, muitas vezes até em conjunto, de maneira complementar, as duas especialidades têm características próprias.
O ortopedista trata os problemas mecânicos relacionados aos ossos (fraturas, luxações, lesões de menisco, de ligamentos ou outras relacionadas à prática de esportes). O reumatologista, por sua vez, cuida dos problemas inflamatórios das articulações e tecidos que as cercam (ossos, músculos, tendões e ligamentos). As principais doenças reumatológicas são a artrose (desgaste da cartilagem), a fibromialgia (dores pelo corpo), a osteoporose (enfraquecimento dos ossos), a artrite reumatoide (juntas inflamadas, deformações e dificuldade de movimentos) e as tendinites (inflamação dos tendões), entre outras.
O especialista diz que, apesar de ser difícil para o paciente distinguir quando uma dor está relacionada à ortopedia ou à reumatologia, as seguintes dicas podem ajudar:
Se a dor ou o inchaço aparecer depois de um trauma, como uma torção ocasionada pela prática de esporte, o ideal é procurar um ortopedista.
Se os sintomas forem crônicos e acompanhados de sinais inflamatórios como dor, calor, vermelhidão e dificuldade de movimento, o reumatologista é o especialista mais indicado.
A diferença entre o reumatologista e o ortopedista é que a ortopedia é uma especialidade cirúrgica, que cuida de correções de problemas musculoesqueléticos mecânicos e traumas. Já a reumatologia é uma especialidade clínica que utiliza tratamento com medicamentos e reabilitação física. Muitas doenças chamadas autoimunes são tratadas pelo reumatologista.
Os ortopedistas e reumatologistas trabalham juntos para cuidar dos pacientes com problemas musculoesqueléticos e, algumas vezes, o reumatologista solicita a ajuda do ortopedista quando há necessidade de avaliação para uma possível cirurgia, como no caso de uma deformidade articular.
O diagnóstico das doenças reumatológicas tem base, em 80% dos casos, na anamnese, entrevista que aborda os históricos de vida pessoal e familiar do paciente. Muitas vezes pode ser demorado fazer um diagnóstico preciso, por isso a história de vida é fundamental para definirmos a melhor abordagem.
Além da anamnese, o diagnóstico, dependendo do caso, requer exames de imagem, como raios X, ultrassom, tomografia computadorizada e ressonância magnética.
A Clínica Revitalité possui uma parceria com Radimagem para a realização desse exames de Raios X digital e profissionais especializados em radiologia, o que possibilita avaliações precisas sobre os mais variados problemas ortopédicos e reumatológicos.
Na Clínica Revitalité, você encontra médicos especialistas em reumatologia e em ortopedia. Agende uma consulta!

Ortopedia e traumatologia: Dr Leandro O. Silveira CRM/SC 21.589 RQE 16.200

No dia mundial da saúde citamos 12 hábitos que ajudam a ter uma vida mais saudável.

Comer melhor, dormir bem, movimentar o corpo, se reunir com os amigos. Estes e outros hábitos nos ajudam a garantir uma vida melhor e mais longa. Confira abaixo 12 hábitos essenciais para aumentar a sua expectativa e qualidade de vida para ter uma vida saudável e equilibrada. A ciência comprova. 

  1. Alimentar-se bem

O cuidado com o que vai no seu prato é um dos pontos centrais para alcançar uma maior qualidade de vida. O abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcares é um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer. Em contrapartida, é fácil incluir no cardápio alimentos heróis da resistência e da longevidade. Cientistas da Universidade Park, nos Estados Unidos, concluíram que consumir mais oleaginosas (nozes, castanhas, avelãs, amêndoas e pistache) reduz o risco de males cardíacos entre 25% e 39%, quando consumidos cinco vezes por semana. Elas são ricas em gorduras boas, em especial o ômega 3, que diminuem as taxas de colesterol ruim e evitam a formação de placas de gordura que obstruem as artérias. O Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, comprovou que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, quando passaram a comer peixe pelo menos duas vezes por semana, graças a presença do ômega 3. 

  1. Dormirbem 

Repor as energias do dia com uma boa noite de sono é mais do que importante, é essencial! Um estudo da American Academy of Sleep comprovou que dormir bem é um dos segredos para a longevidade. Dos 2.800 participantes da pesquisa, os 46% que relataram insatisfação com a saúde tinham também má qualidade de sono. Uma outra pesquisa da Associated Professional Sleep Societies afirma que quem sofre de insônia crônica corre três vezes mais risco de morrer em comparação à pessoas que não sofrem com o problema. Para os pesquisadores, o ideal são pelo menos 7 horas e meia de sono por dia. 

  1. Exercite-se

Os benefícios da atividade física para a saúde do organismo somam uma lista extensa. Dizer não ao sedentarismo significa afastar de perto doenças como a obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, além de dar mais disposição e energia. Para colher todos esses benefícios, basta andar. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. O cérebro também fica mais afiado. Um estudo norte-americano recente, publicado na revista Neuroscience, mostrou que durante os exercícios o corpo produz uma substância que estimula o nascimento de novos neurônios, o que melhora nossas atividades cognitivas, em especial a memória. 

  1. Diminuaseu tempo sentado 

Levante-se da cadeira. A Sociedade Americana de Câncer descobriu que não é apenas a falta de atividade física que pode encurtar a vida, mas também a grande quantidade de tempo gasto sentado. Tudo porque quando ficamos frequentemente sentados e por muito tempo o nosso metabolismo se altera e influencia em fatores como colesterol alto e repouso da pressão arterial, que são indicadores da obesidade, problemas cardiovasculares e outras doenças crônicas. Por isso, nada de ver a vida passar da cadeira. Para quem precisa trabalhar sentado, exercícios simples de alongamento vão trazer maior oxigenação e ajudar no reposicionamento do corpo para alcançar o equilíbrio postural, segundo os fisioterapeutas.

  1. Controle seu peso

Uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes, e a prática de exercícios físicos regulares vão te ajudar a manter o peso ideal. O sobrepeso e a obesidade, além de elevar os riscos de diabetes, derrame, hipertensão e apneia, estão por trás de 30% dos casos de câncer, de acordo com dados levantados pela União Internacional de Combate ao Câncer (UICC). Por isso, a regulação da dieta é fundamental. Além de melhorar a saúde e a autoestima, a perder peso também favorece a memória. 

  1. Controle os nervos

Apesar de não ser considerado doença, o estresse pode favorecer o aparecimento de doenças psico-fisiológicas e, por isso, precisa ser observado e controlado. “Quanto maior for o nível de estresse, maior será a deteriorização física e psicológica da pessoa”, segundo os psicólogos. O estresse também é fator de risco para os problemas do coração. Foi o que concluiu uma grande pesquisa feita em Campinas e São Paulo pela Secretaria do Estado da Saúde. Entre as mais de 100 mil pessoas analisadas, 46,8% sofriam algum tipo de estresse e tiveram seus níveis de problemas cardiovasculares aumentados. 

  1. Sorria mais.

Nada melhor do que o humor para combater os percalços que aparecem. O bom humor pode manter as pessoas saudáveis e aumentar as chances de uma vida longa, segundo estudo recente da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, que avaliou mais de 53 mil pessoas durante sete anos. Os pesquisadores descobriram, por meio de alguns testes, que os participantes que eram mais bem humorados tinham o risco de morte reduzido em até duas vezes. Para melhorar a sua atitude positiva diante da vida, aposte em uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins. A dica vem direto da Universidade de Essex, no Reino Unido, que descobriu que praticar atividades ao ar livre, por mais curtas que sejam (10 minutos bastam!), melhoram significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e para a autoestima. 

  1. Respire bem

Separar uns minutinhos para prestar atenção na respiração pode ser a receita ideal para combater os desgastes mentais e físicos e, até a insônia, aumentando assim a sensação de bem-estar. Um estudo da universidade de Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que apresentam sérias dificuldades para respirar durante o sono têm 50% a mais de chances de morrer antes que alguém da mesma idade que não sofre das mesmas condições. 

  1. Apague o cigarro

Por falar em respiração, não é só da sua que você precisa cuidar não. Já parou para pensar que seu cigarro causa males terríveis ao seu organismo, mas também das pessoas ao seu redor. Um estudo da University College London, do Reino Unido, descobriu que a exposição à fumaça do cigarro dos outros pode aumentar em 50% os riscos de sofrimento psicológico. E outro estudo vindo do Canadá trouxe também que o fumo passivo está por trás do aumento de 40% dos casos de sinusite crônica. Portanto, o fumo passivo pode ser pior que a poluição. Mas, os fumantes precisam prestar atenção aos males do cigarro para o próprio organismo. Estima-se que cerca de 200 mil mortes por ano, no Brasil, são decorrentes do tabagismo, responsável pelos riscos aumentados de câncer de pulmão, de boca e doenças cardiovasculares. 

  1. Cultive bons amigos

Conseguimos sentir de longe os benefícios que a convivência com pessoas queridas nos traz. Mas, ter uma boa rede de amigos pode ser mais importante do que você imagina. Uma pesquisa recente da Universidade Brigham Young, nos EUA, descobriu que quem vive rodeado de amigos e vizinhos pode viver até 50% mais do que alguém que vive só. Para os pesquisadores, perder o apoio social pode diminuir ainda mais as chances de sobrevivência do que obesidade, fumo ou sedentarismo. 

  1. Sexo do bem

Ter uma vida sexual saudável também traz muitos benefícios à saúde. Um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. Mas, não é só isso não. Ter uma vida sexual ativa contribui para melhorar o humor, relaxar o corpo, melhora o aspecto da pele, aliviar o estresse e a TPM. Além disso, o relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas nos dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior. 

  1. Aprenda a gostar de você

Trabalhe o seu autoconhecimento e sua autoestima para viver melhor. O conceito que temos sobre nós mesmos é definidor de como nos colocamos e nos portamos na vida, define o valor que vamos dar a nossa pessoa, ao nosso trabalho, as nossas opiniões, as nossas vontades, e aos cuidados para o nosso corpo e nossa saúde. E isso faz toda a diferença. Por isso é essencial ter um bom referencial de si mesmo, saber reconhecer seus valores, suas qualidades, e não ficar só se criticando, se cobrando, focado apenas nas suas limitações e dificuldades.

Otite externa, média ou interna? Saiba tudo sobre a doença tão comum no verão

Otite externa, média ou interna? Saiba tudo sobre a doença tão comum no verão

A  Otite é qualquer processo inflamatório ou infeccioso que afeta a orelha. No verão, a mais comum é a    Otite Externa , que atinge a orelha externa, formada pelo pavilhão auricular e pelo meato acústico externo. Nesse tipo de inflamação, o ambiente úmido que se forma no canal auditivo facilita a proliferação de bactérias. Vale destacar que, ao contrário do que muitos pensam, o uso de cotonetes e outros objetos na região também contribuem para o seu desenvolvimento.

Em bebês, os sinais mais comuns são choro frequente, secreção saindo de um ou ambos os ouvidos, redução do apetite, irritabilidade, dificuldade em dormir, febre, náuseas e vômitos. Pode ocorrer também secreção nas orelhas e dificuldade em ouvir.

Em crianças maiores, os mesmos sintomas podem ocorrer, mas é mais fácil detectar o problema. Quem está sentindo o incômodo, pode colocar o dedo no local afetado e chamar a atenção dos pais.

Já nos adultos, os sintomas envolvem dor e sensação de ouvido trancado. Apresentam dor latejante no ouvido, que pode irradiar para a cabeça, com diminuição da audição. Pode levar a mal-estar geral, acompanhado de febre alta, zumbido e, eventualmente, um fluxo de secreções amareladas saindo pelas orelhas. Além disso, dependendo do local da inflamação, tonturas e perda de equilíbrio!

O tratamento, por sua vez, é feito com antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos.  A prevenção é o melhor remédio para evitar as dores de ouvido. Para isso, sugere-se  não inserir nenhum objeto estranho ao sistema auditivo, pois isso irá dificultar ainda mais a saída da água e, dessa forma, aumentar as chances de infecção.

Além disso, não é recomendado o uso de algodão, pois só aumentará o volume do líquido. O ideal é o uso de protetores auriculares moldados de acordo com a anatomia de cada paciente.

A   Otite Média – infecção do espaço cheio de ar atrás do tímpano – está entre as principais causas de atendimento médico durante a infância. O problema costuma aparecer durante ou após gripes, resfriados e infecções na garganta, ela pode ser aguda, quando a infecção persiste normalmente de uma a duas semanas, ou crônica, com duração de mais de seis semanas.

Já o terceiro tipo da doença, chamado de Otite Interna ,  atinge a área interna do ouvido, formada pela cóclea e pelos canais semicirculares, responsáveis pelo equilíbrio. Qualquer inflamação nesses canais, os sintomas são desequilíbrio, vertigem e tontura, causando a labirintite!

 

Infecção Urinaria

O que é Infecção urinária?

Sinônimos: infecção do trato urinário

A Infecção do Trato Urinário (ITU), conhecida popularmente como infecção urinária, é um quadro infeccioso que pode ocorrer em qualquer parte do sistema urinário, como rins, bexiga, uretra e ureteres. Esse tipo de infecção é mais comum na parte inferior do trato urinário, do qual fazem parte a bexiga e a uretra. Pode ocorrer em homens ou mulheres. Fique atento aos sintomas.

Sintomas de Infecção urinária

Nem sempre uma pessoa com infecção urinária apresenta sintomas, mas quando surgem, os mais comuns são:

  • Ardência forte ao urinar
  • Forte necessidade de urinar, mesmo tendo acabado de voltar do banheiro
  • Urina escura
  • Urina acompanhada de sangue
  • Urina com cheiro muito forte
  • Dor pélvica
  • Dor no reto
  • Aumento da frequência de micções
  • Incontinência urinária.

Os sintomas variam de acordo com o tipo de infecção.

Prevenção

Algumas medidas podem prevenir infecções urinárias, sejam elas de que tipo forem. Confira:

  • Beba muito líquido, especialmente água
  • Limpe-se após urinar para evitar que bactérias se acumulem no local e entrem no trato urinário
  • Urine após relações sexuais para esvaziar a bexiga. Beba muita água para ajudar a diluir a urina também
  • Use absorventes externos em vez de internos, pois alguns médicos acreditam que isso aumente a probabilidade de infecções. Troque de absorvente cada vez que for ao banheiro
  • Não use ducha nem sprays ou pó para a higiene feminina. Como regra geral, não utilize nenhum produto que contenha perfumes na área genital
  • Evite usar calças muito apertadas
  • Use calcinha e meia calça de algodão e troque-as, pelo menos, uma vez por dia.

 

Procure um médico especialista ao perceber os sintoma.

10 cuidados com o bebê no verão que você não pode deixar de ter

 

Estamos no auge do verão – e como tem feito calor! Se os adultos estão sentindo as altas temperaturas, imagine então as crianças! Nessa época do ano, todo o cuidado com os pequenos é pouco – a pele deles desidrata mais rapidamente do que a de um adulto, surgem frequentemente bolinhas pelo corpo (as famosas brotoejas) e, se não colocarmos atenção, facilmente desenvolvem vermelhidões na pele por uma exposição solar excessiva.

Além disso, muitas famílias viajam no verão – por isso o bebê fica exposto a diferentes condições encontradas na praia e em outros destinos.  Surgem dúvidas em relação à sua alimentação: melhor levar tudo de casa ou dá para comprar na viagem? O pequeno pode entrar no mar ou não? A seguir eu selecionei 10 dúvidas frequentes das mães que acompanham o blog – praticamente um mini guia de cuidados com os bebês no verão. Vem dar uma espiadinha!

Em casa: 

1) Vista o filhote com roupas leves, de preferência 100% algodão (que é um tecido respirável). Os sintéticos devem ser evitados – frequentemente causam vermelhidão e brotoejas no bebê.

2) Não se esqueça de que bebês também sentem calor. Como dizia minha mãe, vale a seguinte regra: se você está com regata, use no pequeno uma camiseta de manga curta. Se você está com manga curta, coloque no bebezinho uma de meia manga. Se você está com meia manga, vista-o com manga comprida. E se estiver com manga comprida, é hora de colocar um casaco no filhote.

3) Hidrate, sempre. Muitas vezes, na rotina diária, é comum esquecermos de oferecer líquido (água, sucos e chás) aos bebês de mais de 6 meses. É tão importante fazer isso em casa quanto na praia, para que o bebê não desidrate. Lábios ressecados, urina em pouca quantidade e falta de elasticidade da pele são sinais de desidratação – leve-o ao médico!

4) Deixe o bebê brincar na água, mas cuidado redobrado com acidentes. Para refrescar o filhote que já consegue sentar, você pode colocá-lo brincando em uma banheira, bacia ou boia. Mas não se afaste, mesmo que por segundos: lembre-se de que o perigo de afogamento é real.

 Na praia:

5) Filtro solar e chapéu são essenciais, mesmo nos horários de menor radiação solar.Lembre-se de que até os 6 meses de idade não se recomenda o uso de filtro para o bebê – nessa fase é fundamental que ele seja exposto ao sol apenas no início da manhã ou no fim da tarde (e mesmo assim, por curtos períodos de tempo). Mesmo para os maiores, prefira expô-los somente até 10 horas da manhã ou após às 16h (com filtro, que deve ser aplicado meia horas antes de ir ao sol e reaplicado a cada 2 horas, ou sempre que ele se molhar). Quando o sol estiver muito forte, considere expor o pequeno somente após às 17h.

6) Para os menores, melhor não haver contato direto com a areia, para evitar infecções. Estenda uma toalha ou uma canga, e deixe o filhote brincando ali (bebês pequenos em geral não gostam do contato com a areia, então será fácil mantê-lo no local. E fique atenta, para que não coloquem areia na boca). Quando crescem, andam com firmeza e se tornam exploradores, é sinal de que já é possível liberar o contato com a areia de praias limpas. A presença de cães, pombos e outros animais é um sinal de alerta – eles podem ser vetores de micro-organismos causadores de doenças.

7) Só dê a comida da praia se conhecer sua procedência. Prefira alimentos naturais, como milho cozido (sem sal) e sucos (desde que você saiba de onde vem a água com que ele é feito. Se não souber, recuse-o!). Não ofereça em hipótese alguma frutos do mar – eles estragam com facilidade e podem causar intoxicação alimentar no bebê. Até 1 ano, evite picolés e até mesmo a água de coco – prefira levar água de casa e oferecê-la a cada meia hora (não espere o bebê pedir, pois a desidratação ocorre com facilidade). Leve também frutas, principalmente aquelas com alto teor de água, como a melancia, o melão e a pera.

8) Banhos de mar só a partir dos 6 meses. E mesmo assim, conhecendo a qualidade da água da praia (lembre-se de que muitas praias se tornam impróprias durante a temporada de verão). Mas é provável que o pequeno passe a curtir a água do mar apenas aos 2 ou 3 anos – até lá, as ondas e a temperatura fria podem incomodar.

9) Cuidado com a conjuntivite. A areia, o sal do mar (e o cloro da piscina) podem causá-la. Se os olhos do filhote ficarem vermelhos, inchados e apresentarem secreção, lave com água fervida/filtrada fria e procure um médico.

10) Óculos de sol, só de boa qualidade. Proteger os olhinhos dos pequenos é uma boa ideia – desde que a lente tenha proteção contra raios UVA e UVB. Se não conhecer a qualidade, melhor não utilizá-los.

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