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Você sabe o que é o teste ergométrico?

O que é teste ergométrico?

O teste ergométrico (também chamado teste de esforço) é um teste que mede a frequência, o ritmo cardíaco, a pressão arterial e outros parâmetros cardiológicos durante um esforço físico gradualmente crescente feito por caminhar ou correr numa esteira rolante ou numa bicicleta ergométrica.

Ao mesmo tempo, observam-se os sinais e sintomas que surgem durante e após o esforço. O teste deve ser acompanhado de um eletrocardiograma contínuo, gravado em computador, que registra o funcionamento do coração nas diversas etapas do exame. Assim, o teste serve para avaliação da capacidade cardiovascular quando o indivíduo é submetido a esforços e para ajudar no diagnóstico de algumas anomalias cardíacas.

Em que consiste o teste ergométrico?

O teste ergométrico deve ser feito em local apropriado, com equipamento adequado (roupas leves e tênis), contar com a presença de um profissional treinado e equipamentos básicos de primeiros socorros para a eventualidade rara de ocorrer alguma anormalidade durante o exame.

O passo inicial é estabelecer um protocolo de exame adequado para o paciente, levando em conta dados como a sua idade, peso corporal, estilo de vida e eventuais limitações físicas.

O preparo para o exame consiste em algumas medidas simples:

  • Após o banho no dia do exame, não utilizar creme, pomada ou gel que possa prejudicar a sensibilidade dos eletrodos que serão colocados para colher o eletrocardiograma.
  • Não fumar duas horas antes e uma hora após o exame.
  • Observar uma dieta leve uma hora antes do exame.
  • O profissional deve aconselhar a manutenção ou suspensão da medicação que o paciente esteja usando.
  • Se o paciente tiver muitos pelos no tórax deve depilar-se para a melhor efetividade dos eletrodos.

Após o teste, o paciente deve evitar expor o tórax desprotegido ao sol nas 72 horas que se seguem ao exame, pois pode surgir irritação da pele, devido ao uso de gel no local da colocação dos eletrodos.

Dez eletrodos são colocados no tórax do paciente para que seja registrado o eletrocardiograma durante o exame. A seguir, o paciente é colocado numa esteira rolante ou numa bicicleta ergométrica, iniciando o exercício de andar, correr ou pedalar, seguindo o protocolo de exame escolhido pelo profissional.

Os movimentos devem começar lentamente e serem aumentados aos poucos até atingir seu máximo programado, sendo desacelerados aos poucos. Os parâmetros cardiológicos clínicos devem ser tomados a intervalos regulares.

O exame deverá ser interrompido caso o paciente apresente grande cansaço, alterações do ritmo cardíaco ou sintomas de anormalidades cardiovasculares. Um eletrocardiograma e a medida da pressão arterial devem ser tomados antes do exame, bem como na fase de recuperação, cinco a seis minutos depois de encerrados os exercícios.

A sensibilidade e a especificidade do exame situam-se entre 70 e 80%, podendo, em um pequeno número de casos, apresentar resultado “falso-positivo” ou “falso-negativo”. A avaliação do exame leva em conta a presença de sintomas, os níveis de pressão arterial, a frequência cardíaca, a capacidade física e o ritmo cardíaco.

Por que fazer o teste ergométrico?

teste ergométrico indicado para pacientes com mais de 30 anos
Teste ergométrico em esteira

Por meio do teste ergométrico é possível diagnosticar várias anormalidades, como doença arterial coronariana e alterações da capacidade funcional respiratória, além de detectar eventuais arritmias, anormalidades da pressão arterial e isquemia miocárdica.

Ele pode, também, avaliar os eventuais sintomas que podem acompanhar o surgimento de sopros, sinais de falência ventricular esquerda e fazer a avaliação funcional de doença cardíaca já conhecida, bem como orientar a prescrição de exercícios físicos em pessoas doentes ou sadias.

Quem deve fazer o teste ergométrico?

O teste ergométrico deve ser feito por pacientes em que se suspeita terem alguma alteração em sua capacidade cardiorrespiratória ou no funcionamento cardíaco durante o exercício e por atletas ou pessoas que desejem avaliar seu condicionamento físico.

O teste ergométrico pode ser associado a outros exames que completem o diagnóstico, como a cintilografia cardíaca de esforço, o ecocardiograma de estresse e a espirometria.

Assim, o exame deve ser feito para avaliação de pessoas com doença arterial coronariana, após infarto do miocárdio, por pessoas que desejem iniciar um exercício físico vigoroso, avaliar a condição clínica em algumas pessoas com doenças das válvulas cardíacas, avaliar a condição de pacientes que foram ou serão submetidos a uma angioplastia ou ponte de safena, avaliar pacientes com arritmias ou que usem um marcapasso artificial, etc.

Quem não deve fazer o teste ergométrico?

O teste ergométrico não deve ser feito pelos portadores de doença arterial coronária instável conhecida ou que apresentem obstrução da artéria coronária esquerda ou equivalente, arritmias não controladas, miocardites ou pericarditesagudas, estenose aórtica, hipertensão arterial grave, embolia pulmonar e intoxicação medicamentosa, porque essas condições aumentam muito o risco de complicações.Manual de ECG para o médico do trabalho

Como se trata de um esforço muito grande, também não deve ser feito por grávidas. Nestes casos o exame pode ser substituído por uma cintilografia miocárdica ou um Holter de 24 horas.

Quanto tempo dura o teste ergométrico?

A duração do exame é de aproximadamente quinze a trinta minutos, mas deve ser interrompido sempre que aparecerem sinais e/ou sintomas especialmente graves.

Quais são as complicações possíveis do teste ergométrico?

Em geral, o teste ergométrico é um exame seguro. O risco de complicações graves é muito baixo, menor do que 1 para cada 20.000 exames. Como complicações simples e passageiras o paciente pode apresentar tonteira e dispneia, mas mesmo isso não é comum. Como complicações mais graves, excepcionais, podem ter parada cardíaca durante o exame.

10 cuidados com o bebê no verão que você não pode deixar de ter

 

Estamos no auge do verão – e como tem feito calor! Se os adultos estão sentindo as altas temperaturas, imagine então as crianças! Nessa época do ano, todo o cuidado com os pequenos é pouco – a pele deles desidrata mais rapidamente do que a de um adulto, surgem frequentemente bolinhas pelo corpo (as famosas brotoejas) e, se não colocarmos atenção, facilmente desenvolvem vermelhidões na pele por uma exposição solar excessiva.

Além disso, muitas famílias viajam no verão – por isso o bebê fica exposto a diferentes condições encontradas na praia e em outros destinos.  Surgem dúvidas em relação à sua alimentação: melhor levar tudo de casa ou dá para comprar na viagem? O pequeno pode entrar no mar ou não? A seguir eu selecionei 10 dúvidas frequentes das mães que acompanham o blog – praticamente um mini guia de cuidados com os bebês no verão. Vem dar uma espiadinha!

Em casa: 

1) Vista o filhote com roupas leves, de preferência 100% algodão (que é um tecido respirável). Os sintéticos devem ser evitados – frequentemente causam vermelhidão e brotoejas no bebê.

2) Não se esqueça de que bebês também sentem calor. Como dizia minha mãe, vale a seguinte regra: se você está com regata, use no pequeno uma camiseta de manga curta. Se você está com manga curta, coloque no bebezinho uma de meia manga. Se você está com meia manga, vista-o com manga comprida. E se estiver com manga comprida, é hora de colocar um casaco no filhote.

3) Hidrate, sempre. Muitas vezes, na rotina diária, é comum esquecermos de oferecer líquido (água, sucos e chás) aos bebês de mais de 6 meses. É tão importante fazer isso em casa quanto na praia, para que o bebê não desidrate. Lábios ressecados, urina em pouca quantidade e falta de elasticidade da pele são sinais de desidratação – leve-o ao médico!

4) Deixe o bebê brincar na água, mas cuidado redobrado com acidentes. Para refrescar o filhote que já consegue sentar, você pode colocá-lo brincando em uma banheira, bacia ou boia. Mas não se afaste, mesmo que por segundos: lembre-se de que o perigo de afogamento é real.

 Na praia:

5) Filtro solar e chapéu são essenciais, mesmo nos horários de menor radiação solar.Lembre-se de que até os 6 meses de idade não se recomenda o uso de filtro para o bebê – nessa fase é fundamental que ele seja exposto ao sol apenas no início da manhã ou no fim da tarde (e mesmo assim, por curtos períodos de tempo). Mesmo para os maiores, prefira expô-los somente até 10 horas da manhã ou após às 16h (com filtro, que deve ser aplicado meia horas antes de ir ao sol e reaplicado a cada 2 horas, ou sempre que ele se molhar). Quando o sol estiver muito forte, considere expor o pequeno somente após às 17h.

6) Para os menores, melhor não haver contato direto com a areia, para evitar infecções. Estenda uma toalha ou uma canga, e deixe o filhote brincando ali (bebês pequenos em geral não gostam do contato com a areia, então será fácil mantê-lo no local. E fique atenta, para que não coloquem areia na boca). Quando crescem, andam com firmeza e se tornam exploradores, é sinal de que já é possível liberar o contato com a areia de praias limpas. A presença de cães, pombos e outros animais é um sinal de alerta – eles podem ser vetores de micro-organismos causadores de doenças.

7) Só dê a comida da praia se conhecer sua procedência. Prefira alimentos naturais, como milho cozido (sem sal) e sucos (desde que você saiba de onde vem a água com que ele é feito. Se não souber, recuse-o!). Não ofereça em hipótese alguma frutos do mar – eles estragam com facilidade e podem causar intoxicação alimentar no bebê. Até 1 ano, evite picolés e até mesmo a água de coco – prefira levar água de casa e oferecê-la a cada meia hora (não espere o bebê pedir, pois a desidratação ocorre com facilidade). Leve também frutas, principalmente aquelas com alto teor de água, como a melancia, o melão e a pera.

8) Banhos de mar só a partir dos 6 meses. E mesmo assim, conhecendo a qualidade da água da praia (lembre-se de que muitas praias se tornam impróprias durante a temporada de verão). Mas é provável que o pequeno passe a curtir a água do mar apenas aos 2 ou 3 anos – até lá, as ondas e a temperatura fria podem incomodar.

9) Cuidado com a conjuntivite. A areia, o sal do mar (e o cloro da piscina) podem causá-la. Se os olhos do filhote ficarem vermelhos, inchados e apresentarem secreção, lave com água fervida/filtrada fria e procure um médico.

10) Óculos de sol, só de boa qualidade. Proteger os olhinhos dos pequenos é uma boa ideia – desde que a lente tenha proteção contra raios UVA e UVB. Se não conhecer a qualidade, melhor não utilizá-los.

Porque fazer a depilação a laser?

Para muitas pessoas, a palavra depilação é sinônimo de incômodo e dor. Isso porque no caso da depilação com lâmina, elas se veem na obrigação de se depilarem com grande frequência, já que os pelos crescem rápido e muitas sofrem reações desagradáveis como irritações e coceiras, além do risco de surgirem pelos encravados. Outras fazem a depilação com cera, um procedimento bastante doloroso e que também pode causar alergias e irritação.
Mas é possível se livrar desses incômodos aderindo ao laser. Quer conhecer as principais vantagens desse método? Confira no post de hoje porque fazer depilação a laser!
Vantagens da depilação a laser
Retirada de pelos
Na depilação a laser, os bulbos capilares são destruídos, dificultando ou impedindo o crescimento dos pelos. Isso ocorre pois, durante o procedimento, o laser é emitido e, por contraste de tonalidade, é absorvido pela melanina concentrada na raiz do pelo. Aqueles pelos que estão junto à raiz e com maior quantidade de cor são superaquecidos, o que ocasiona a morte do bulbo. Como os pelos têm fases de crescimento distintas, nem todos são atingidos na primeira sessão, mas no decorrer das demais sessões ocasionalmente também serão eliminados.
Eficácia
Além de ser mais rápido e seguro, menos incômodo e doloroso, o procedimento de depilação a laser é o mais eficaz para a remoção dos pelos dentre os métodos disponíveis. É um tratamento bastante duradouro, para não dizer definitivo, pois pode acontecer em alguns casos o surgimento de novos pelos, dependendo da região depilada e da ação dos hormônios do corpo. Em muitas pessoas, a manutenção do tratamento é necessária somente depois de anos.
Pele mais lisa
A depilação a laser promove uma sensação de pele lisa e macia após o tratamento. Além disso, elimina o problema de pelos encravados e irritações na área depilada, o que garante uma pele muito mais lisa na região, por tempo prolongado.
Não demanda muitos cuidados
O principal cuidado é não retirar os pelos que forem nascendo com métodos que arrancam o fio pela raiz, como cera, pinça e aparelhos depilatórios. O ideal é que sejam utilizadas lâminas ou cremes para depilar. Outro cuidado deve ser com relação à exposição ao sol. Pelo menos duas semanas antes da depilação a laser, a área não deve ser exposta. Fora isso, não há nada com o que se preocupar!
Não tem contraindicação
Atualmente, praticamente todos os tipos de pele podem fazer depilação a laser, basta fazer uma avaliação na clínica antes de iniciar o tratamento. O principal cuidado com relação ao procedimento é quanto à segurança e competência da clínica escolhida, que deve ser bem conceituada, pois, em alguns casos, quando o profissional responsável não está apto para a depilação, podem acontecer queimaduras na região depilada, formação de bolhas e escurecimento da pele.
Como foi possível perceber, são várias as vantagens e os benefícios desse tipo de procedimento. E então, ainda se perguntando porque fazer depilação a laser? Restou alguma dúvida sobre o assunto? Deixe seu e-mail em nosso espaço para comentários que entraremos em contato.

10 Dicas para evitar as Doenças de pele mais comum

SAÚDE E BEM ESTAR

No verão, os cuidados com a pele devem ser redobrados, porque o sol e a desidratação podem trazer muitos problemas como queimaduras, envelhecimento precoce, aumentando até mesmo o risco de câncer.

Assim, para evitar as doenças de pele comuns no verão como micose, queimaduras e câncer de pele deve-se adotar medidas simples como manter a pele seca, livre do suor, mas devidamente hidratada.

Por isso, para se proteger, confira aqui 10 dicas de cuidados essenciais com a pele nos dias mais quentes do ano.

1. Manter a pele limpa e hidratada

Tomar pelo menos 2 banhos diários por dia deve ser suficiente para manter a pele devidamente limpa, livre do suor, mas se estiver muito quente, pode-se tomar mais banhos, mas é recomendado usar somente água, evitando o sabonete para não deixar a pele mais ressecada. O sabonete antisséptico pode ser útil para eliminar as bactérias e outros micro-organismos das axilas, região íntima e pés que podem causar frieira, por exemplo.

Após o banho é importante passar um creme hidratante fluido, pelo menos nas regiões onde a pele tende a ficar mais seca, como pés, joelhos, mãos e cotovelos. Entenda porque tomar mais de 2 banhos por dia é prejudicial à saúde.

2. Usar protetor solar diariamente

Aplicar protetor solar cerca de 20 a 30 minutos antes da exposição solar e fazer renovação a cada 3 horas é importante para quem está na praia ou na piscina. Mas quem fica exposto ao sol durante o trabalho também deve ter este cuidado todos os dias para evitar o câncer de pele.

O protetor deve ser passado em toda a área da pele fica exposta ao sol. Assim, quem trabalha em ônibus e caminhões, pode por exemplo aplicar bastante protetor solar no braço e na mão esquerda porque estas tendem a ficar mais expostas ao sol.

As loções pós sol são ótimas para refrescar a pele após um dia de praia, piscina ou cachoeira.

3. Não se depilar no dia de pegar sol

Outro cuidado importante no verão é não fazer a depilação do rosto e do corpo no dia e também na véspera da exposição solar porque isto pode causar manchar escuras na pele. Assim, a depilação deve ser feita, pelo menos com 48 horas de antecedência.

4. Tomar banho de água doce quando sair da praia

Depois de um dia de praia deve-se tomar um banho de água doce, de preferência fria, para retirar o sal e areia que tendem a ressecar a pele, facilitando as fissuras que podem permitir a entrada de micro-organismos. Se a praia tiver um chuveirinho de água doce, experimente passar por ele antes de sair da praia, e se não tiver leve uma garrafa de água doce para jogar no corpo quando sair da areia. Se possível experimente hidratar a pele aplicando novamente o protetor solar ou com a loção pós-sol.

5. Não fazer tratamentos de pele no verão

Evitar fazer tratamentos com laser e produtos químicos durante o verão é importante porque estes tratamentos podem danificar a pele bronzeada e causar manchas difíceis de remover. A melhor época para fazer estes tratamentos é durante o outono e o inverno, quando a temperatura está mais amena e o sol menos forte, mas é sempre importante usar protetor solar quando fizer estes tratamentos.

Outro cuidado importante é fazer esfoliação da pele, principalmente no rosto e nos pés, 1 vez por semana para eliminar as células mortas e renovar a pele.

6. Manter a pele sempre seca

Manter a pele sempre seca é importante para evitar o aparecimento de fungos que levam à micose. Assim, deve-se usar sandálias ou chinelos para que os pés não fiquem molhados de suor dentro do sapato. Além disso, para evitar micose, também conhecida por pano branco, deve-se evitar compartilhar toalhas em clubes, praias e piscinas.

7. Pegar sol com protetor

Quem deseja ficar bronzeada sem prejudicar a pele pode optar por usar um protetor solar mais fraco, com FPS 4 ou 8, por exemplo, porque ele filtra os raios nocivos do sol e deixam a pele mais bonita, com um tom dourado. Alguns óleos e bronzeadores também possuem fator de proteção solar incluído em sua fórmula, conferindo ótimos resultados.

8. Investir no betacaroteno

Para deixar a pele morena e com um bronzeado que dura mais tempo, também é recomendado comer alimentos que contêm carotenoides como cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, pois estes alimentos protegem do câncer e deixam a pele mais bonita e hidratada.

9. Ingerir bastante líquidos

Para evitar a desidratação que pode surgir rapidamente provocando intensa dor de cabeça e boca seca, deve-se beber cerca de 2 a 3 litros de água por dia para hidratar o corpo. A água pode ser substituída por suco de fruta ou chá gelado, por exemplo, mas estes têm mais calorias e podem aumentar o peso, e por isso a água pura, e a água com gotinhas de limão são mais indicadas.

10. Evitar o sol direto

Nas horas mais quentes do dia, entre as 10 e as 16 horas deve-se evitar a exposição solar direta porque nestes horários há mais riscos para a saúde. Assim, nestas horas deve-se preferir ficar embaixo do guarda-sol ou dentro do bar da praia ou da piscina para se proteger do sol, evitando a insolação e as queimaduras na pele.

Lombalgia – (Dor Lombar)

Muitas pessoas confundem qualquer dor nas costas com lombalgia. Mas será que existem mesmo diferenças entre ambas?
Dores na região lombar são, cada vez mais, frequentes e afetam não somente pessoas com idade mais avançada, o público mais jovem (incluindo crianças e adolescentes) também manifesta queixas recorrentes nos consultórios médicos. Mas nem toda dor nas costas implica a existência de um problema mais grave na região. A lombalgia, normalmente, requer maior atenção e acarreta sintomas que sem o tratamento correto podem ser permanentes, prejudicando a qualidade de vida do paciente.
Causas e características da lombalgia
Existem diferentes fatores desencadeantes da lombalgia. Contudo, a questão postural está entre os principais fatores de risco. Hábitos incorretos de postura ao deitar, sentar ou realizar qualquer atividade do dia a dia, no trabalho e lazer podem acarretar em malefícios à coluna. Mas outros fatores também podem ser apontados como causas para o desenvolvimento da lombalgia. É o caso de inflamações/infecções; hérnias de disco, artrose ou escorregamento de vértebra; sedentarismo; obesidade; fatores genéticos; envelhecimento e até questões emocionais.
A lombalgia ocorre na parte inferior da coluna vertebral (coluna lombar). Cerca de três em cada quatro adultos vão ter dor nas costas durante sua vida e esses números podem subir, devido ao aumento do número da população mais idosa.
Uma grande parcela da população nos dias de hoje convive com dor lombar, resultado de má postura, sedentarismo, posições incorretas no ambiente de trabalho, nos afazeres domésticos entre outros fatores associados, incluindo a execução errada de exercícios.
Essa dor pode ser aguda ou crônica. A dor aguda dura, normalmente, de quatro a seis semanas, enquanto a dor crônica pode durar toda uma vida, indicando um problema bem mais grave na coluna vertebral. O paciente descreve que sua coluna está travada, ele tem limitação na flexão anterior da coluna, dor e limitações nos primeiros movimentos pela manhã.
90% da população terá pelo menos uma crise de lombalgia na vida
O problema mais comum é a lombalgia aguda, com duração da dor menor que 12 semanas. Trata-se de uma dor que aparece na coluna lombar (entre a última costela e as nádegas), que piora muito ao fazer qualquer movimento com o corpo. Por isso, o paciente “anda com o corpo duro”.
A causa mais comum da lombalgia aguda é algum movimento errado que o paciente fez no seu dia a dia, como: carregar peso em excesso ou de forma errada; abaixar o tronco para pegar algum objeto com as pernas esticadas; fazer rotação do corpo mantendo os pés parados no chão, ao invés de rodar todo o corpo; pegar algum objeto em uma estante alta inclinando o corpo para trás, dentre outros comportamentos.
Quando a dor nas costas dura mais que 12 semanas ela pode ser caracterizada como lombalgia crônica e, por ter causa multifatorial, é bem mais difícil de ser tratada, requerendo a procura de um centro especializado em dor, com equipe multidisciplinar formada por neurocirurgião, reumatologista, fisiatra, ortopedista etc.
Independentemente da duração da dor, o indicado é, ao surgimento dos sintomas, que a pessoa procure um especialista para avaliar a gravidade do problema e iniciar o tratamento.
Dicas de como dirigir sem prejudicar a coluna lombar
Antes do câmbio automático, do vidro elétrico, do celular e outras inovações tecnológicas, o corpo encontrava mais ocasiões para fazer aquilo que lhe é inerente: mover-se. A rigidez corporal praticada na dinâmica da vida urbana – dirigir e trabalhar sentando por longas horas, por exemplo – passou a representar uma das vilãs das dores nas costas.
Os efeitos colaterais mais comuns ocasionados pelo trânsito são dores lombares e articulares, tensão na base do pescoço, dores nos membros inferiores e superiores, além de problemas circulatórios. O fator desencadeante dessas dores é a postura sentada inadequada e a permanência prolongada nesta posição. Acima de 45 minutos, a musculatura começa a se fadigar.
Manutenção preventiva
Atualmente, com tantas horas no trânsito, motoristas e passageiros não podem abrir mão de certos cuidados com a coluna. O banco dos veículos é o primeiro obstáculo a ser vencido. A padronização dos assentos usados pelos meios de transporte contribui para os maus hábitos posturais, pois raramente dão suporte adequado à coluna lombar. O encosto ideal deve fornecer um suporte lombar para que a lordose seja mantida, evitando assim futuras dores lombares ou prevenindo o agravamento das lesões já instaladas.
Mudança de postura
Veja dicas especiais para que a saúde da sua coluna não seja comprometida enquanto você dirige:
Inclinação – um suporte lombar pode promover o conforto do indivíduo quando sentado. Como poucos assentos fornecem o suporte adequado, o rolo lombar portátil ou toalha enrolada são essenciais para pessoas com problemas lombares em progressão. O rolo irá facilitar a manutenção da lordose e da postura correta. Já o uso da toalha tem sido considerado eficaz, pois fornece o volume de acordo com a maneira que é pressionada.
Onde colocar: a toalha deve ficar na altura da terceira vértebra lombar, acima da bacia.
Apoio lombar, rolo lombar ou toalha enrolada que estejam fora das medidas podem provocar dores. O tamanho desse suporte dependerá do biótipo de cada indivíduo.
Braços e pernas – regule a distância do banco para que carga adicional no uso dos pedais não seja transmitida para coluna lombar. Os braços devem estar relaxados e com os cotovelos semifletidos para não tensionar ombros e pescoço. Nada de dirigir “em cima do volante” nem muito afastado, evitando assim que os braços e pernas fiquem esticados. Pausas frequentes são importantes para evitar sobrecarga nos discos intervertebrais.
As pernas devem ficar paralelas. Evite dirigir com os joelhos muito flexionados, pois se corre o risco de comprometer a circulação sanguínea.
Chicote – o pescoço também merece cuidado especial. Para que não haja o chamado “chicote”, isto é, movimento brusco do pescoço ocasionado por freadas, a cabeça deve estar próxima ao encosto, mas não relaxada sobre ele, já que a posição pode provocar sono.
Farol vermelho – hora de parar. Faça repousos intercalados com movimentos adequados, como alongamento. Esses cuidados simples melhoram a dor e evitam a falta de condicionamento físico.

Outras dicas para evitar a sobrecarga na coluna lombar e a dor

Melhor posição para dormir: Não dormir de bruços, mas de lado e com um travesseiro entre os joelhos; ou de barriga para cima, com um travesseiro atrás do joelho;
– Tipo de colchão: não deve ser muito mole, nem muito duro. Os semiortopédicos são uma boa opção, porém não existe regra e a escolha é individual;
– Melhor forma de levantar da cama: virar o corpo para o lado e começar a levantar-se de lado. Não levantar-se para frente;
– Transportar objetos pesados que estão no chão: Agachar-se dobrando os joelhos, próximo ao objeto, e pegá-lo sem inclinar a coluna. Não carregar peso excessivo (exemplo: maior que três quilos);
– No trabalho em escritórios: utilizar cadeiras que não reclinem para trás, com apoio para os braços; sentar usando todo encosto e os pés totalmente encostados no chão. A tela do computador deve ficar na altura dos olhos para a coluna cervical (pescoço) ficar em posição confortável;
– Carregar mochilas: utilizar mochilas nas costas usando alças dos dois lados e cuidado com excesso de peso, principalmente nas crianças;
– Uso do salto alto: o salto pode acarretar dor na coluna lombar. Deve-se ter bom senso de usar eventualmente e, caso provoque dor, evitar o uso;
– Recomendação especial para gestantes: manter atividade física supervisionada e permanecer dentro do peso. Lembrar que as dores lombares em gestantes são comuns e, na maioria das vezes, não representam nenhum problema sério de coluna. Deve-se procurar um especialista em coluna para fazer o diagnóstico correto, tratamento e prevenção de novas crises;
– Massagem e outros tratamentos alternativos: terapias locais como massagem, calor etc. podem trazer alívio para o paciente. Muitas vezes não trazem alívio da dor propriamente dita, mas causam bem estar e só isso já justificaria o seu uso, sempre com a indicação de um médico especialista;
– RPG e Pilates: para os pacientes com forte dor aguda é indicada a fisioterapia analgésica junto com RPG. Para os pacientes que melhoraram, a indicação é RPG ou Pilates para tentar prevenir novas crises de dor.

Maior parte dos casos de hérnia de disco possui antecedente de lombalgia

A lombalgia – dor nas costas – está presente na grande maioria da população mundial adulta, sendo que de 30 a 40% destas pessoas apresentam de forma assintomática hérnia de disco lombar e de 2 a 3% já estão acometidas pelo sintoma desta patologia, cuja prevalência acima dos 35 anos é de 4,8% no universo masculino e 2,5% no feminino. No país, segundo dados do IBGE, a hérnia de disco atinge 5,4 milhões de brasileiros. O problema é consequência do desgaste da estrutura entre as vértebras que, na prática, funcionam como “amortecedores” naturais do impacto entre elas. Dessa forma, a estrutura se desloca e comprime os nervos da região.
A idade média para o aparecimento da primeira crise de dor é de, aproximadamente, 37 anos. Por causa da correria do dia a dia, má postura e sedentarismo, muitos brasileiros não se preocupam em fazer atividades físicas e cuidar da postura. Quando a crise aparece, muitos só enxergam a cirurgia como opção. No entanto, muitas pesquisas têm apontado tratamento convencional e exercícios físicos como solução para cerca de 90% dos casos.
Embora não seja mortal, a hérnia de disco pode levar indivíduos economicamente ativos a se aposentarem por invalidez, sendo as causas multifatoriais, como: permanecer sentado por longas horas e o comportamento sedentário. Devido à repercussão econômica causada pelas lombalgias e hérnias de disco, elas se tornaram a 1ª causa de pagamento de auxílio doença e a 3ª causa de aposentadoria por invalidez.
O comportamento sedentário tem auxiliado para o crescimento desta enfermidade no país, onde muitos médicos indicam a cirurgia como primeira forma de tratar a doença, sendo que muitas pesquisas apontam o tratamento convencional com ótima resposta.
Pessoas com sobrepeso também são mais afetadas pela lombalgia. É importante saber que o sobrepeso e a obesidade aumentam o risco de dores na coluna. O excesso de peso acaba oferecendo um impacto maior à região, contribuindo para o surgimento ou agravamento das terríveis dores lombares.
A dor lombar pode ser:
– Dor lombar simples: surge entre 20 e 55 anos, na região, lombo sacra (final da coluna), nádegas e coxa, normalmente de natureza mecânica e com estado geral preservado;
– Dor lombar por compressão de raiz nervosa: normalmente unilateral da perna pior que lombar, irradiada para perna e pés, formigamento e redução da sensibilidade na mesma irradiação, com 50% dos casos em recuperação em até seis semanas;
– Patologia severa da coluna: abaixo dos 20 e acima dos 55 anos de idade, associada a traumatismo severo, com dor constante, progressiva e não mecânica e restrição persistente a flexão lombar (dobrar o corpo).
O surgimento de qualquer quadro doloroso, independente da idade, atividade, ou forma como surgiu o desconforto, deve ser consultado com um profissional responsável para que possa fazer uma avaliação inicial e melhor encaminhar o aluno ou paciente ao tratamento ideal, e quanto mais cedo for feito o diagnóstico correto do problema melhor o resultado do tratamento.

Atletas com lombalgia

No século passado, atribuía-se o grande número de pessoas com dor lombar aos esforços feitos pelo corpo de forma repetida e errada, e com o desenvolvimento tecnológico, a tendência seria diminuir, já que hoje, se quisermos, não precisamos nem sair de casa para nada. E quanto aos atletas, seres fortes, saudáveis, com abdominais invejáveis (para alguns), exemplos de saúde, qual a razão de também sofrerem com as malditas dores? Fortalecer a musculatura ou alongar? Só abdominal resolve? Perguntas como estas são diárias nos consultórios e academias, só que não é tão simples assim. A boa saúde de nosso organismo como um todo depende de uma diversidade de fatores, em sua maioria, muito simples e que muitos teimam em complicar. Para um corpo ser saudável, ele precisa de fortalecimento e atividade, alongamento e repouso, além, é claro, de uma boa nutrição e hidratação.
A dor lombar pode surgir por diversas causas, onde as mais comuns são as artrites, traumas, degenerativas (hérnias discais), postural, dor visceral (como exemplo, os rins) e metabólico (osteoporose), como nos referimos aos atletas, falaremos apenas das relacionadas diretamente ao esporte.
O atleta é um lesionado em potencial, pois os treinamentos, quanto mais intensos e de impacto forem, maior o sofrimento das estruturas osteo-músculo-ligamentares, além de todo o organismo e, por isso, grande deve ser o cuidado com estes indivíduos. O organismo levado ao extremo num Ironman ou maratona, desafiando os limites da força e flexibilidade no judô ou jiu jitsu, impactos fulminantes nos saltadores e ginastas, e nossa máquina, mesmo muito treinada, sofre desgastes, e no centro de todo esse esforço mecânico, está a nossa lombar, onde distribuímos nosso peso, nosso centro de gravidade, colocando em esforço máximo nossos músculos lombares e abdominais, nossos ligamentos, discos e diversas nobres estruturas próximas como rins e útero. Então, como não dizer que um atleta é um indivíduo muito próximo a um desconforto ou lesão? As dores lombares nos atletas, em todos os esportes, podem ser muito comuns.

Tratando a lombalgia
Entre as atividades para tratamento de um desconforto lombar, temos uma variedade de técnicas. Entre as mais conhecidas estão a RPG e a osteopatia. Enquanto técnicas terapêuticas de tratamento de disfunções na lombar, onde o princípio de abordagem terapêutica se difere, a RPG tem uma ação mais global sobre a coluna vertebral e a postura, e a osteopatia tem uma ação mais localizada do tratamento, mas também visando um resultado global. Ambas partem do princípio de restabelecer o equilíbrio corporal com manipulações e alongamentos associados a reequilíbrio de tensões musculares e posturais, retirando a sobrecarga e redistribuindo a força para outras áreas, como por exemplo, a estabilização segmentar, onde se aprende a contrair de forma voluntária e eficaz e, sem sobrecarga, os músculos posteriores (multífido), abdominais (principalmente os transversos), numa expiração normal.
Saindo um pouco do enfoque tarapêutico, temos o Pilates e o Gyrotonic, com uma abordagem física maior, com uso de aparelhos e sistemas de polia e molas para fortalecimento muscular, conscientização postural e respiratória, servindo como meio facilitador de recuperação pós terapêutica ou mesmo preventivo de desconfortos lombares.
Todas as abordagens são corretas, desde que feitas de forma criteriosa, respeitando a individualidade pessoal de cada um e de sua atividade e, principalmente, de forma ética, indicando o profissional ideal para cada momento. Um atleta com dor, por exemplo, deve ser indicado a um médico ou fisioterapeuta para avaliação e tratamento do quadro doloroso e posteriormente retornando a atividade esportiva e preventiva.

Diagnóstico e exames
O histórico do problema das dores na coluna do paciente poderá contribuir bastante para o seu diagnóstico, como também um exame físico detalhado da postura, amplitude de movimento, espasmo muscular, dor e força muscular.
Previna-se!
– Adote uma boa postura em qualquer situação;
– Pratique exercícios físicos regularmente;
– Evite o fumo;
– Procure manter uma alimentação equilibrada e saudável;
– Nunca pratique atividades físicas sem orientação profissional.

Exercícios de Pilates para lombalgia
O destaque do Pilates no tratamento de dores na coluna se deve ao trabalho de fortalecimento de uma musculatura que é essencial para a proteção da coluna, composta por músculos estabilizadores. São eles: o transverso do abdômen e o multífido lombar. As primeiras aulas do Pilates devem ser voltadas para o aprendizado da contração correta destes músculos. Este treino pode ser realizado seguindo as etapas do modelo de exercícios de estabilização segmentar vertebral, desenvolvido por Richardson, Hodges e Hides (2011).
Este modelo é dividido em três estágios. No primeiro, chamado de Cognitivo, o paciente é educado quanto a anatomia, função, importância e forma de contração correta destas musculaturas. O treino geralmente é iniciado na posição deitada, mas deverá progredir para as posições sentada, em pé e em quatro apoios. O fisioterapeuta ensina ao paciente a localização dos músculos, a realizar a palpação deles colocando os dedos indicador e médio na região inferior do abdômen, e a contraí-los levando sutilmente o umbigo para dentro até sentir uma leve tensão sob os dedos.
No segundo estágio, chamado de Associativo, o objetivo é manter a contração destes músculos ao mesmo tempo em que são realizados movimentos dos membros com o tronco apoiado; ou seja, a musculatura global passa a ser solicitada associada a local. Nesta fase inicia-se o treino de atividades do dia a dia, como sentar e levantar corretamente, mantendo uma boa postura.
O terceiro momento, Estágio Automático, tem como objetivo permitir a realização de exercícios que proporcionem desafios e gestos esportivos, sendo realizados com cuidado para assegurar que não haja compensação. Nestes últimos estágios, também é realizado o trabalho de fortalecimento dos músculos estabilizadores da pélvis (glúteos). Pois o alinhamento desta região influencia na distribuição de cargas na coluna lombar. Além disso, é feita a reeducação de atividades da vida diária do indivíduo, desde movimentos simples, como sentar e levantar. É fundamental que a escolha dos exercícios seja criteriosa para cada paciente. Para isso, o profissional que vai receber o paciente com dor no estúdio de Pilates deve ter conhecimento para determinar quais exercícios são mais indicados a partir de uma avaliação, evitando o risco de novas lesões ou a piora do quadro de dor.

 

 

Benefícios da Carboxiterapia

A carboxiterapia é um procedimento estético que elimina a celulite, gordura localizada, rugas, olheiras e flacidez.

 Os benefícios da carboxiterapia são:

aumentar o fluxo sanguíneo local

  • favorecer a produção de fibras de colágeno, que sustentam a pele
  • aumentar o metabolismo local
  • melhorar o aspecto e diminuir o tamanho de cicatrizes
  • facilitar a cicatrização de feridas crônicas
  • favorecer a queima da gordura
  • desfazer os nódulos de celulite

Os resultados da carboxiterapia poderão ser observados aproximadamente após a 5ª sessão de tratamento para a mesma área. Esta técnica praticamente não possui contraindicações e tem poucos efeitos colaterais, como o surgimento de um pequeno hematoma no local das injeções, que diminui consideravelmente com a aplicação de uma pedrinha de gelo durante alguns minutos.

A carboxiterapia consiste na aplicação de injeções de gás sob a pele para eliminar marcas de celulite, estrias, gordura localizada e também para eliminar flacidez da pele.

O gás da carboxiterapia funciona melhorando a circulação celular e a oxigenação dos tecidos. A sua aplicação é ampla pois quando aplicado no rosto, aumenta a produção de colágeno, já nas nádegas reduz a celulite e também combate a gordura localizada, destruindo as células de gordura.

As sessões de carboxiterapia devem ser realizadas, apenas por fisioterapeutas especialistas em fisioterapia Dermatofuncional.

Procure sempre um profissional capacitado.

Benefícios da Radiofrequência

A Radiofrequência ajuda na flacidez do rosto e do corpo, seus benefícios vão além de ajudar na flacidez da pele.

 A radiofrequência é um tratamento estético utilizado no combate à flacidez do rosto ou do corpo, sendo muito eficaz para eliminar rugas, linhas de expressão e até mesmo a gordura localizada e também a celulite, é um método seguro com efeitos duradouros.

O aparelho de radiofrequência eleva a temperatura da pele e do músculo e isto contrai o colágeno existente e aumenta a produção de mais fibras colágeno e elastina, dando mais sustentação e firmeza à pele. Além disso, a elevação da temperatura rompe as membranas das células de gordura, fazendo com que esta seja eliminada do corpo. Os resultados podem ser observados nos primeiros dias logo após a primeira sessão e o resultado é progressivo, e por isso, quantos mais sessões, a pessoa fizer, maiores e melhores serão os resultados.

A radiofrequência é indicada para:

  • Aumentar a oxigenação;
  • Acelerar a eliminação de toxinas;
  • Reduzir celulite;
  • Combater estrias e fibroses;
  • Melhorar a aparência das cicatrizes;
  • Combater a gordura localizada na barriga, culote, flancos, braços, papada;
  • Combater a flacidez em qualquer área do corpo;
  • Combater a celulite por melhorar a firmeza da pele e queimar a gordura local.
  • Diminuir as rugas;
  • Melhorar a aparência da pele;
  • Melhorar a qualidade do colágeno e da elastina;
  • Reorganizar as fibras de colágeno e elastina;
  • Melhorar a microcirculação;
  • Melhorar a hidratação da pele;

O fisioterapeuta especialista poderá avaliar pessoalmente a pessoa e indicar os locais mais indicados para serem tratados com a radiofrequência.

O procedimento é simples, a pessoa fica deitada numa maca, a fisioterapeuta irá espalhar um gel específico sobre a área a ser tratada e depois ela irá deslizar o equipamento de radiofrequência com movimentos circulares verificando constantemente a temperatura da região com auxílio de um termômetro a laser, e por fim, deverá retirar o gel e limpar a área tratada.

No caso da radiofrequência fracionada, um tratamento mais indicado para eliminar as rugas e linhas de expressão da face, o procedimento é ligeiramente diferente, porque o aparelho não desliza sobre a pele, mas são emitidos pequenos jatos, como se fosse um laser em pequenas áreas do rosto.

Quantas sessões de radiofrequência fazer?

O número de sessões de radiofrequência a fazer vai depender dos objetivos da paciente mas os resultados podem ser sutilmente observados logo na primeira sessão.

  • Radiofrequência no rosto: No caso das linhas de expressão, elas podem desaparecer logo no primeiro dia e nas rugas mais espessas, a partir da 5ª sessão haverá uma grande diferença. Quem optar pela radiofrequência fracionada deve realizar cerca de 3 sessões.
  • Radiofrequência no corpo: Quando o objetivo é eliminar gordura localizada e tratar a celulite, dependendo da sua graduação, de 7 a 10 sessões serão necessárias.

Apesar de ser um tratamento estético um pouco dispendioso, ele possui menos riscos que uma cirurgia plástica e seus resultados são progressivos e duradouros. Recomenda-se um intervalo mínimo de 15 dias entre cada sessão.

Quem não pode fazer ?

O tratamento com radiofrequência é indicado para adolescentes e adultos saudáveis, que tenham a pele íntegra. O tratamento possui algumas contraindicações que incluem:

  • Febre;
  • Hipertensão arterial;
  • Gravidez;
  • Durante a quimioterapia,
  • Em caso do indivíduo possuir doenças do colágeno que o quelóide, por exemplo;
  • Prótese metálica na região a ser tratada;
  • Pacemaker;
  • Diabetes pela alteração da sensibilidade no local a ser tratado.

Procure sempre um especialista.

CIRURGIA BARIÁTRICA

A cirurgia bariátrica é indicada para quem não conseguiu perder peso com tratamentos clínicos, que tenha IMC (Índice de Massa Corporal) e que tenha complicações como diabetes, gordura no sangue ou hipertensão. A obesidade, além de limitar nossa vida, pode causar diversos problemas sérios de saúde. Se você sofre com o excesso de peso, marque uma consulta, a clínica oferece diversos tratamentos para lhe devolver a saúde e o bem-estar.

USO DE TESTOSTERONA EM MULHERES

 

A reposição de testosterona em mulheres, antigamente prescrita para tratar uma suposta “síndrome de deficiência androgênica”, deixou de ser realizada após inúmeros posicionamentos, recentemente reunidos em um consenso de diferentes sociedades médicas europeias e americanas [1]. Este documento estabelece que:

  • Os métodos de dosagem de testosterona disponíveis atualmente foram feitos para homens, que têm valores de testosterona 3 a 10 vezes superiores aos das mulheres. Esses métodos não conseguem dosar de forma confiável valores mais baixos, normais para as mulheres
  • Em situações em que haja uma base fisiopatológica para o baixo nível de testosterona, como em mulheres ooforectomizadas, por exemplo, não há sintomas ou sinais clínicos característicos que possam ser atribuídos à diminuição da testosterona, como cansaço, redução de massa muscular ou libido prejudicada em relação às demais mulheres.

No entanto, devido a seus efeitos estimuladores, a testosterona vem sendo usada em homens e mulheres em doses farmacológicas, elevando os níveis séricos nas mulheres para além de 100 ng/dL, acima da faixa de referência (estes, sim, dosáveis, pois se aproximam dos masculinos), apesar de não haver qualquer recomendação nem estudos conclusivos acerca de benefícios e riscos a longo prazo.

Os objetivos dessa prática não aprovada são:

  • Estéticos: aumento de massa muscular, com transformação de parte da gordura em músculos (efeito bem conhecido do doping atlético)
  • Energéticos: redução de cansaço, maior capacidade de fazer exercícios
  • Comportamentais: excitação, humor menos deprimido
  • Sexuais: aumento de libido.

Esse uso, porém, envolve diversos riscos. Em uma revisão recente incluindo 35 estudos randomizados com 5.035 mulheres [2] que usaram doses ligeiramente suprafisiológicas, observou-se redução significativa de HDL-colesterol e aumento de LDL-colesterol, acne e hirsutismo.

Com níveis maiores foram descritos queda de cabelos e engrossamento da voz, geralmente irreversíveis.

A testosterona sabidamente aumenta a gordura visceral em mulheres, o que está associado a maior resistência insulínica e risco aumentado de diabetes. Além disso, há aumento do hematócrito, risco de policitemia e maior viscosidade sérica, retenção de líquidos e elevação da pressão arterial.

Outra preocupação é que a testosterona se aromatiza em estrógenos, o que pode estimular receptores na mama e no endométrio e potencialmente aumentar o risco de proliferação e câncer.

É também importante mencionar o impacto da testosterona no fígado e a susceptibilidade que determinados indivíduos podem ter a tumores hepáticos.

Portanto, não há estudos que garantam a segurança do uso de testosterona em mulheres, e não há dose segura.

FONTE: http://genmedicina.com.br/2017/03/27/uso-de-testosterona-em-mulheres-dra-ruth-clapauch/

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