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Vamos conversar sobre anticoncepção de longa duração?

Hoje será sobre o IMPLANON NXT, um método de longa duração, que te livra do esquecimento durante a correria do dia-dia, das cólicas, do fluxo menstrual intenso, permitindo uma proteção continua por até 3 anos.
É um implante subdérmico, de baixa dosagem com apenas um hormônio, o etonogestrel, inserido com anestesia local logo abaixo da pele na parte interna do braço, com 4 cm de comprimento, um procedimento praticamente indolor, realizado em poucos minutos no consultório por um ginecologista treinado.
Indicado nas varias fases da vida da mulher.
Venha fazer uma consulta e tirar suas dúvidas sobre o método e suas indicações.

Ginecologista: Dra. Denice Marina Dalmaso: CRM/SC 15541 – RQE 24936

O Outubro é Rosa e o Novembro Azul

A prevenção e diagnóstico precoce fazem toda a diferença!

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registrar cerca de 600 mil novos casos da doença tanto em 2018 com em 2019. O câncer de pele não melanoma é o mais frequente no país, seguido pelo câncer de mama para mulheres e de próstata para os homens.

Tanto o câncer de mama quando o de próstata possuem estágios. Quanto mais avançado esteja o estado da doença, menor são as chances de cura, por isso é tão importante manter os exames em dia.

O câncer de mama, possui 5 estágios:

  • Estágios 0, 1 e 2: são os iniciais, onde o tumor está limitado apenas à mama. Nestes estágios as pacientes têm chances de cura, desde que o diagnóstico ocorra cedo e que a paciente responda bem ao tratamento.
  • Estágio 3: o câncer é chamado de “câncer de mama localmente avançado”, o que significa que se espalhou para os nódulos linfáticos e/ou para outros tecidos da mama.
  • Estágio 4: o câncer é chamado de “câncer de mama metastático” ou “câncer de mama avançado”. Nesta fase, ele se espalhou para outros locais do corpo, como fígado, pulmões, ossos, cérebro entre outros tecidos

Conhecer o estágio do câncer auxilia o médico para receitar o tratamento mais adequado para o paciente. Apesar do câncer  no estágio 4 não ter cura, hoje existem tratamentos modernos, como as terapias-alvo, que proporcionam às mulheres uma qualidade de vida melhor e em alguns casos, adiam o início da quimioterapia.

O diagnóstico precoce, ajuda a detectar as fases iniciais, aumentando a chance de cura e tratamento. Todas as mulheres após os 20 anos, com casos de câncer na família, ou com mais de 40 anos, sem casos de câncer na família, devem realizar o autoexame da mama.

Você mesma pode realizar o autoexame em casa. Deve-se seguir 3 passos principais: observação em frente ao espelho, palpar a mama de pé e repetir a palpação deitada.

Como fazer o auto exame?

Em frente ao espelho

Observe o tamanho, forma e cor das mamas, se há inchaços, abaixamentos, saliências ou rugosidades.

Palpação de pé

Deve ser feita durante o banho com o corpo molhado e as mãos ensaboadas.

Depois da palpação da mama, deve-se também pressionar os mamilos suavemente para observar se existe a saída de líquidos.

Palpação deitada

Deve-se deitar e colocar o braço esquerdo na nuca e palpar a mama esquerda com a mão direita, como mostra a imagem 5.

Havendo alterações que não estavam presentes no exame anterior ou se existir diferença entre as mamas, consulte seu ginecologista ou mastologista.

Logo após o Outubro Rosa, começa o Novembro azul, mês que pretende acabar com o tabu sobre o exame de toque para os homens.

Conheças os estágios do câncer de próstata:

 

●     Estágio 1: Geralmente não apresentam sintomas, por isso é mais difícil de detectar. Apresenta pequenos tumores e estão dentro da próstata. Apenas homens que efetuam a prevenção anual podem descobrir com antecedência e iniciar o tratamento. O urologista irá detectar estes tumores através do toque retal e exames de PSA.

●     Estágio 2: Muito semelhante ao primeiro, contudo os tumores são maiores. Ainda assim, é necessário o acompanhamento preventivo com o urologista para que o câncer de próstata seja descoberto neste estágio.

●     Estágio 3: Neste estágio, os tumores crescem fora da próstata. Mas sem atingir outras partes do corpo, como o reto e a bexiga. A probabilidade de cura da doença com o tratamento é maior.

●     Estágio 4: O último estágio do câncer é quando a doença está se espalhou para outras partes do corpo. Em geral, neste nível não há mais chance de cura, mas deve-se ser tratado para mantê-la sob controle e proporcionar maior qualidade de vida ao paciente.

A prevenção contra esse câncer deve ser iniciada a partir dos 50 anos com o médico urologista. Muitos dos pacientes chegam ao consultório médico com a doença já em estado avançado, pois no início é difícil detectar, por isso é de suma importância manter os exames em dia.

Alguns dos sintomas são vontade de urinar com urgência, dificuldade para urinar, levantar-se várias vezes à noite para ir ao banheiro, dor óssea, queda do estado geral, insuficiência renal e dores fortes no corpo.

Lembrando que os sintomas só só aparecem nos casos avançados, por isso se sentir qualquer sintoma citado, procure seu médico.

Devemos conscientizar as pessoas sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce, para assim haver mais chances de cura.

E não esqueça: faça sempre seus exames anuais e cuide de sua saúde!

 

Referência: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/inca/portal/home

A Fonoaudiologia na Educação

Saiba mais sobre Fonoaudiologia educacional e suas áreas de atuação

A atuação do fonoaudiólogo nas escolas é ampla e de grande importância. O fonoaudiólogo educacional atua de forma preventiva. Diferentemente da clinica cuja atuação é terapêutica, portanto, não cabe ao fonoaudiólogo que trabalha em escolas realizar terapias fonoaudiológicas.

Alguns dos objetivos do trabalho fonoaudiológico com os alunos:

  • Aprimorar o desenvolvimento da linguagem oral/escrita.
  • Promover estratégias de prevenção, preservação e controle de abusos e riscos para a voz e audição.

Desse modo, quando a criança não está escutando bem, tem letra ininteligível e/ou troca as letras, tem trocas na fala, está tendo dificuldades na aprendizagem ou outras alterações. Cabe ao fonoaudiólogo observar e orientar os professores na escola sobre como trabalhar com essas questões. Quando necessário ele poderá realizar encaminhamentos para outros profissionais.

Outra ação do fonoaudiólogo no âmbito escolar seria orientar os professores quanto aos cuidados com a voz. E estratégias vocais para conservação desta e aprimorando de suas habilidades didáticas para auxiliar na comunicação com o aluno.

Além de estar participando dos projetos pedagógicos, colaborando com estratégias de ensino. Sempre de acordo com cada aluno/turma, podendo prevenir possíveis problemas de aprendizagem.

O fonoaudiólogo educacional pode também organizar palestras não apenas para os professores e alunos, mas para os pais, fazendo com que eles possam ficar mais cientes quanto as alterações fonoaudiológicas comuns na infância. Além da importância do estímulo familiar para otimização do desenvolvimento da criança.

Fonoaudióloga Lara Karina Soares, CRFa 3 – 10884,
Trabalha na Clínica Revitalité na área de fonoterapia com crianças, adolescentes, adultos e idosos que apresentam alguma dificuldade de comunicação ou que pretendem aperfeiçoar esta nas áreas de linguagem oral, escrita, dicção, voz, fluência, dentre outros.

Como a Criofrequência para flacidez pode ajudar

Um dos aparelhos que está fazendo o maior sucesso é o criofrequência para flacidez, capaz de destruir (apoptose), quebrar as células de obesidade e também renovar as fibras de colágeno, além de dar firmeza a pele.

É justamente o choque térmico entre o frio e calor que aumenta a eficiência do tratamento, trazendo resultados contra a flacidez em menos tempo. Com a criofrequência para flacidez, há uma extensa melhora nas medidas, propiciando uma maior firmeza da pele e melhorando a circulação. E também a subtração da adiposidade na dimensão da gordura na área da aplicação.

O resultado é visível logo na primeira sessão do tratamento. A paciente vê resultados, subtração da flacidez, da adiposidade localizada, reduzindo as medidas e também melhorando o aspecto da celulite.

De acordo com especialistas, o tratamento completo dura de seis a oito sessões para resultados mais expressivos e duradouros.

Benefícios da Criofrequência pra flacidez

Acabar com a flacidez é um dos benefícios que a criofrequência proporciona. Além disso, esse procedimento modelo o corpo, deixando-o mais definido e eliminando aquela gordurinha extra que tira o sonho de muitas mulheres e que precisa de muita academia e dieta para conseguir se livrar. E mais, a criofrequência para flacidez ajuda o seu organismo a produzir colágenos, deixando sua pele renovada.

E não se preocupe que o tratamento é totalmente indolor e não-invasiva, garantindo satisfação e resultados rápidos sem esforço.

Se a flacidez é um probleminha que você quer eliminar do seu corpo, agora você já sabe como resolver. A criofrequência para flacidez pode ser encontrada em clínicas particulares. Porém é aconselhado conhecer melhor o procedimento e consultar um especialista no assunto para depois iniciar o procedimento estético.

Ficou com alguma dúvida ou quer compartilhar a sua experiência com a Criofrequência? Deixe seu comentário abaixo.

Departamento de Fisioterapia:
Fisioterapeuta Dermatofuncional
Poliana Ruzza – CREFITO 180997-F

Você sabe a diferença entre um Reumatologista ou Ortopedista e como cada especialista pode ajudar?

Ao sentir dor nos joelhos, ou no ombro, a primeira coisa que fazemos é buscar por um ortopedista. Ou seria melhor procurar um reumatologista? Embora atuem de forma muito próxima uma da outra, muitas vezes até em conjunto, de maneira complementar, as duas especialidades têm características próprias.
O ortopedista trata os problemas mecânicos relacionados aos ossos (fraturas, luxações, lesões de menisco, de ligamentos ou outras relacionadas à prática de esportes). O reumatologista, por sua vez, cuida dos problemas inflamatórios das articulações e tecidos que as cercam (ossos, músculos, tendões e ligamentos). As principais doenças reumatológicas são a artrose (desgaste da cartilagem), a fibromialgia (dores pelo corpo), a osteoporose (enfraquecimento dos ossos), a artrite reumatoide (juntas inflamadas, deformações e dificuldade de movimentos) e as tendinites (inflamação dos tendões), entre outras.
O especialista diz que, apesar de ser difícil para o paciente distinguir quando uma dor está relacionada à ortopedia ou à reumatologia, as seguintes dicas podem ajudar:
Se a dor ou o inchaço aparecer depois de um trauma, como uma torção ocasionada pela prática de esporte, o ideal é procurar um ortopedista.
Se os sintomas forem crônicos e acompanhados de sinais inflamatórios como dor, calor, vermelhidão e dificuldade de movimento, o reumatologista é o especialista mais indicado.
A diferença entre o reumatologista e o ortopedista é que a ortopedia é uma especialidade cirúrgica, que cuida de correções de problemas musculoesqueléticos mecânicos e traumas. Já a reumatologia é uma especialidade clínica que utiliza tratamento com medicamentos e reabilitação física. Muitas doenças chamadas autoimunes são tratadas pelo reumatologista.
Os ortopedistas e reumatologistas trabalham juntos para cuidar dos pacientes com problemas musculoesqueléticos e, algumas vezes, o reumatologista solicita a ajuda do ortopedista quando há necessidade de avaliação para uma possível cirurgia, como no caso de uma deformidade articular.
O diagnóstico das doenças reumatológicas tem base, em 80% dos casos, na anamnese, entrevista que aborda os históricos de vida pessoal e familiar do paciente. Muitas vezes pode ser demorado fazer um diagnóstico preciso, por isso a história de vida é fundamental para definirmos a melhor abordagem.
Além da anamnese, o diagnóstico, dependendo do caso, requer exames de imagem, como raios X, ultrassom, tomografia computadorizada e ressonância magnética.
A Clínica Revitalité possui uma parceria com Radimagem para a realização desse exames de Raios X digital e profissionais especializados em radiologia, o que possibilita avaliações precisas sobre os mais variados problemas ortopédicos e reumatológicos.
Na Clínica Revitalité, você encontra médicos especialistas em reumatologia e em ortopedia. Agende uma consulta!

Ortopedia e traumatologia: Dr Leandro O. Silveira CRM/SC 21.589 RQE 16.200

Febre amarela: sintomas, transmissão e prevenção

Sintomas

A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. A maioria dos infectados se recupera bem e adquire imunização permanente contra a febre amarela.

Transmissão

A febre amarela ocorre nas Américas do Sul e Central, além de em alguns países da África e é transmitida por mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. Sua manifestação é idêntica em ambos os casos de transmissão, pois o vírus e a evolução clínica são os mesmos — a diferença está apenas nos transmissores. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus e do gênero Sabethes. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Além do homem, a infecção pelo vírus também pode acometer outros vertebrados. Os macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre de forma inaparente, mas ter a quantidade de vírus suficiente para infectar mosquitos. O macaco não transmite a doença para os humanos, assim como uma pessoa não transmite a doença para outra. A transmissão se dá somente pelo mosquito. Os macacos ajudam a identificar as regiões onde estão acontecendo a circulação do vírus. Com estes dados, o governo distribui estrategicamente as vacinas no território nacional.

Prevenção

Como a transmissão urbana da febre amarela só é possível através da picada de mosquitos Aedes aegypti, a prevenção da doença deve ser feita evitando sua disseminação. Os mosquitos criam-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Qualquer recipiente como caixas d’água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolverem-se na água, se tornarão novos mosquitos. Portanto, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do “fumacê”. Além disso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como a vacinação contra a febre amarela, especialmente para aqueles que moram ou vão viajar para áreas com indícios da doença. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo.

Otite externa, média ou interna? Saiba tudo sobre a doença tão comum no verão

Otite externa, média ou interna? Saiba tudo sobre a doença tão comum no verão

A  Otite é qualquer processo inflamatório ou infeccioso que afeta a orelha. No verão, a mais comum é a    Otite Externa , que atinge a orelha externa, formada pelo pavilhão auricular e pelo meato acústico externo. Nesse tipo de inflamação, o ambiente úmido que se forma no canal auditivo facilita a proliferação de bactérias. Vale destacar que, ao contrário do que muitos pensam, o uso de cotonetes e outros objetos na região também contribuem para o seu desenvolvimento.

Em bebês, os sinais mais comuns são choro frequente, secreção saindo de um ou ambos os ouvidos, redução do apetite, irritabilidade, dificuldade em dormir, febre, náuseas e vômitos. Pode ocorrer também secreção nas orelhas e dificuldade em ouvir.

Em crianças maiores, os mesmos sintomas podem ocorrer, mas é mais fácil detectar o problema. Quem está sentindo o incômodo, pode colocar o dedo no local afetado e chamar a atenção dos pais.

Já nos adultos, os sintomas envolvem dor e sensação de ouvido trancado. Apresentam dor latejante no ouvido, que pode irradiar para a cabeça, com diminuição da audição. Pode levar a mal-estar geral, acompanhado de febre alta, zumbido e, eventualmente, um fluxo de secreções amareladas saindo pelas orelhas. Além disso, dependendo do local da inflamação, tonturas e perda de equilíbrio!

O tratamento, por sua vez, é feito com antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos.  A prevenção é o melhor remédio para evitar as dores de ouvido. Para isso, sugere-se  não inserir nenhum objeto estranho ao sistema auditivo, pois isso irá dificultar ainda mais a saída da água e, dessa forma, aumentar as chances de infecção.

Além disso, não é recomendado o uso de algodão, pois só aumentará o volume do líquido. O ideal é o uso de protetores auriculares moldados de acordo com a anatomia de cada paciente.

A   Otite Média – infecção do espaço cheio de ar atrás do tímpano – está entre as principais causas de atendimento médico durante a infância. O problema costuma aparecer durante ou após gripes, resfriados e infecções na garganta, ela pode ser aguda, quando a infecção persiste normalmente de uma a duas semanas, ou crônica, com duração de mais de seis semanas.

Já o terceiro tipo da doença, chamado de Otite Interna ,  atinge a área interna do ouvido, formada pela cóclea e pelos canais semicirculares, responsáveis pelo equilíbrio. Qualquer inflamação nesses canais, os sintomas são desequilíbrio, vertigem e tontura, causando a labirintite!

 

Os Sintomas da Depressão Pós-parto é mais comum do que se imagina e podem surgir tanto na mulher como no homem.

Os sintomas de depressão pós-parto podem surgir logo após o parto, ou até um ano após o nascimento do bebê, e geralmente incluem:
Tristeza constante;
Sentimento de culpa;
Baixa autoestima;
Desânimo e cansaço extremo;
Pouco interesse pelo bebê;
Incapacidade para cuidar de si e do bebê;
Medo de ficar sozinha;
Falta de apetite;
Falta de prazer nas atividades diárias;
Dificuldade para pegar no sono.
Nos primeiros dias e até ao primeiro mês de vida do bebê, é normal que a mulher apresente alguns destes sintomas, pois a mãe necessita de tempo para se adaptar às necessidades do bebê e às mudanças na sua vida.
Porém, quando os sintomas de depressão pós-parto se mantêm por 2 semanas ou mais, é aconselhável consultar um psiquiatra para avaliar a situação e iniciar o tratamento adequado.

Sintomas de depressão pós-parto no homem:
Os sintomas de depressão pós-parto masculina, normalmente, surgem desde o final da gestação até ao primeiro ano de vida do bebê e podem ser:
Irritabilidade e impaciência;
Tristeza e pensamentos negativos;
Falta de vontade para conviver com outros;
Choro fácil e constante;
Falta de apetite;
Dificuldade para se relacionar com os filhos;
Ansiedade e falta de atenção.
Geralmente, os sintomas de depressão pós parto nos homens estão relacionados com o aumento de responsabilidades, relacionadas com fornecer uma boa vida ao bebê e dar suporte emocional à esposa. Assim, o homem com sintomas de depressão pós-parto também deve consultar um psicólogo ou psiquiatra para iniciar o tratamento adequado.

Infecção Urinaria

O que é Infecção urinária?

Sinônimos: infecção do trato urinário

A Infecção do Trato Urinário (ITU), conhecida popularmente como infecção urinária, é um quadro infeccioso que pode ocorrer em qualquer parte do sistema urinário, como rins, bexiga, uretra e ureteres. Esse tipo de infecção é mais comum na parte inferior do trato urinário, do qual fazem parte a bexiga e a uretra. Pode ocorrer em homens ou mulheres. Fique atento aos sintomas.

Sintomas de Infecção urinária

Nem sempre uma pessoa com infecção urinária apresenta sintomas, mas quando surgem, os mais comuns são:

  • Ardência forte ao urinar
  • Forte necessidade de urinar, mesmo tendo acabado de voltar do banheiro
  • Urina escura
  • Urina acompanhada de sangue
  • Urina com cheiro muito forte
  • Dor pélvica
  • Dor no reto
  • Aumento da frequência de micções
  • Incontinência urinária.

Os sintomas variam de acordo com o tipo de infecção.

Prevenção

Algumas medidas podem prevenir infecções urinárias, sejam elas de que tipo forem. Confira:

  • Beba muito líquido, especialmente água
  • Limpe-se após urinar para evitar que bactérias se acumulem no local e entrem no trato urinário
  • Urine após relações sexuais para esvaziar a bexiga. Beba muita água para ajudar a diluir a urina também
  • Use absorventes externos em vez de internos, pois alguns médicos acreditam que isso aumente a probabilidade de infecções. Troque de absorvente cada vez que for ao banheiro
  • Não use ducha nem sprays ou pó para a higiene feminina. Como regra geral, não utilize nenhum produto que contenha perfumes na área genital
  • Evite usar calças muito apertadas
  • Use calcinha e meia calça de algodão e troque-as, pelo menos, uma vez por dia.

 

Procure um médico especialista ao perceber os sintoma.

Hanseníase

O que é a doença?

Também conhecida como lepra ou mal de Lázaro, a hanseníase é uma doença infecciosa, contagiosa, que afeta os nervos e a pele e é causada por um bacilo chamado Mycobacterium leprae. Associada a desigualdades sociais, afetando principalmente as regiões mais carentes do mundo, a doença é transmitida através das vias aéreas (secreções nasais, gotículas da fala, tosse, espirro) de pacientes considerados bacilíferos, ou seja, sem tratamento. O paciente que está sendo tratado deixa de transmitir a doença, cujo período de incubação pode levar de três a cinco anos. A maioria das pessoas que entram em contato com estes bacilos não desenvolve a enfermidade.
Hanseníase ao longo da história

A hanseníase é uma das enfermidades mais antigas do mundo. No século 6 a.C já havia relatos da doença. Supõe-se que a enfermidade surgiu no Oriente e, de lá, tenha atingido outras partes do mundo por tribos nômades ou navegadores. Os indivíduos que tinham hanseníase eram enviados aos leprosários ou excluídos da sociedade, pois a enfermidade era vinculada a símbolos negativos como pecado, castigo divino ou impureza, já que era confundida com doenças venéreas. Por medo do contágio da moléstia – para a qual não havia cura na época – os enfermos eram proibidos de entrar em igrejas e tinham que usar vestimentas especiais e carregar sinetas que alertassem sobre sua presença.

O microrganismo causador da hanseníase foi identificado somente em 1873, pelo norueguês Armauer Hansen, que deu origem ao nome da doença. Com essa descoberta, os mitos que envolviam a moléstia foram desaparecendo. No entanto, o preconceito existe até hoje, sendo uma das principais dificuldades que os pacientes enfrentam. Segundo profissionais de saúde, esse estigma ainda persiste em função da escassez na divulgação de informações acerca da doença e seus agravos.

Até a década de 1940 a hanseníase era tratada nos leprosários com óleo de chaulmoogra, medicamento fitoterápico natural da Índia, administrado através de injeções ou por via oral. Os pesquisadores só se deram conta de que o isolamento não era solução para o combate à doença no final dos anos 1940, graças aos avanços da indústria químico-farmacêutica e das pesquisas laboratoriais e ao uso da sulfona no tratamento dos enfermos. Na década de 1970, a poliquimioterapia passou a ser adotada no tratamento contra a doença e foi dado início ao movimento de combate ao preconceito e estigma que envolviam o termo “lepra”, que passou, então, a ser abolido oficialmente no país e substituído por “hanseníase”. Nos anos 1980 a preocupação com os pacientes que passaram décadas isolados levou à redefinição dos leprosários, que foram então transformados em hospitais gerais ou centros de pesquisa.
Sintomas e prevenção

Os principais sintomas da hanseníase são parestesias (dormências), dor nos nervos dos braços, mãos, pernas e pés; presença de lesões de pele (caroços e placas pelo corpo) com alteração da sensibilidade e áreas da pele com alteração da sensibilidade mesmo sem lesão aparente; e diminuição da força muscular.

A hanseníase não pode ser totalmente prevenida. Para suas formas mais disseminadas, é aplicada a vacina BCG, que é dada aos contatos mais próximos do paciente de forma a evitar que se infectem. Na suspeita da doença, é preciso procurar atendimento em uma unidade de saúde o mais rápido possível. O diagnóstico precoce é fundamental, pois evita a evolução da enfermidade para as incapacidades e deformidades físicas que dela podem surgir.
Diagnóstico e tratamento

As lesões de pele provocadas pela hanseníase são bem características. O diagnóstico é baseado em critérios clínicos e epidemiológicos. Para confirmação da doença, é feita uma baciloscopia (exame que identifica os bacilos presentes na região) do raspado dérmico, além de um exame histopatológico (estudo dos tecidos do organismo ao microscópio) do material retirado da lesão.

Todos os casos de hanseníase têm tratamento e cura. Para tratar o paciente, é feita uma associação de três antibióticos (rifampicina, dapsona e clofazimina) contra os bacilos, usados de forma padronizada. Existem dois tipos de tratamento: um com duração de seis meses, direcionado a pacientes paucibacilares (que estão infectados, mas não contaminam outras pessoas), e outro com duração de 12 meses, voltado a pacientes multibacilares, os quais, sem tratamento, eliminam os bacilos e podem infectar outros indivíduos. O paciente precisa ir ao centro de saúde mensalmente. Lá ele recebe uma dose da medicação, chamada dose supervisionada, e leva a cartela com as medicações padronizadas para fazer o tratamento em casa. As lesões de pele podem desaparecer logo no início, mas isso não quer dizer que o paciente esteja curado, daí a importância de se respeitar o tempo de tratamento e tomar a medicação corretamente. O paciente pode ser tratado gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).
Panorama da doença no Brasil

O Brasil tem apresentado avanços no combate à hanseníase em diversos aspectos nos últimos anos. Levantamento recente do Ministério da Saúde mostrou redução de 61,4% no coeficiente de prevalência (pacientes em tratamento) entre 2001 e 2011, passando de 3,99 por 10 mil habitantes para 1,54. Além disso, durante o mesmo período, o número de serviços com pacientes em tratamento cresceu de 3.895 unidades, em 2001, para 9.445, em 2011, apresentando aumento de 142%. Entre esses anos, o número de novos casos da doença diminuiu 25,9%, passando de 45.874 mil para 33.955 mil. A média nacional está próxima da meta estabelecida pelo Plano de Eliminação da Hanseníase (menos de um caso para cada grupo de 10 mil, até 2015), sendo de 1,54 casos por 10 mil habitantes.

O Ministério da Saúde vem implementando políticas públicas de combate à hanseníase nos últimos anos focando na detecção precoce da doença de forma a reduzir sua prevalência no país. Recentemente o órgão lançou uma campanha para a prevenção de hanseníase e verminoses entre 9,2 milhões de estudantes de 5 a 14 anos da rede pública em 800 municípios com maior incidência da doença. A iniciativa foi realizada em parceria com estados e municípios e contou com a participação de agentes comunitários de saúde e profissionais da Estratégia de Saúde da Família.

Em busca da melhoria da qualidade de vida das pessoas que têm a doença, o Ministério da Saúde vai expandir o Programa Academia da Saúde com a construção de novos polos nas cidades onde se localizam as ex-colônias de hanseníase. A ideia é atender às comunidades com população egressa de hospitais que foram colônias de internação compulsória. Devem ser beneficiados 30 municípios do país. O Programa Academia da Saúde integra o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e apoia e financia a construção de espaços públicos voltados para a prática de atividades e orientação nutricional à população.

Ainda como estratégia de ação para a eliminação da doença, o governo vai ampliar a oferta de serviços de reabilitação e concessão de órteses e próteses à pessoa com hanseníase, estendendo o acesso dessa parcela da população aos Centros Especializados de Reabilitação (CER) e às Oficinas Ortopédicas. Também serão construídos ainda esse ano 45 novos centros e 19 oficinas em todo o país (fixa, itinerante ou fluvial). O Ministério da Saúde também vai investir R$ 1,6 milhão na aquisição de novos equipamentos para prevenção de incapacidades e procedimentos de reabilitação nos Centros de Prevenção de Incapacidade e Reabilitação dos estados prioritários, beneficiando 130 mil pessoas que vivem em antigos hospitais-colônia.
O papel da Fiocruz

A Fiocruz é pioneira na pesquisa básica e tratamento da hanseníase. Desde 1927, quando o cientista do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Heraclides César de Souza-Araújo criou o Laboratório de Leprologia, a instituição tem prestado atendimento a indivíduos infectados pela doença. O Laboratório de Hanseníase, como é chamado atualmente, está situado no campus de Manguinhos e é formado por uma unidade assistencial – o Ambulatório Souza Araújo – e por laboratórios de imunologia, bioquímica, histopatologia, baciloscopia e biologia molecular. As pesquisas nele desenvolvidas buscam colaborar com o Programa de Controle e Eliminação da Hanseníase do Ministério da Saúde, melhorar a qualidade de vida do portador de hanseníase e melhor compreender a fisiopatologia da doença. O laboratório ainda oferece estágios para médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos de enfermagem e assistência social para toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ambulatório Souza Araújo é uma unidade assistencial do Ministério da Saúde de nível secundário que atende os pacientes encaminhados por unidades de saúde municipais, estaduais, federais e rede particular. Ainda atende demanda espontânea com suspeita de hanseníase nas suas diversas formas clínicas e realiza diagnóstico diferencial com outras dermatopatologias e neuropatias periféricas (dano no sistema nervoso periférico).  Também presta atendimento a pacientes referenciados com solicitação de parecer e conduta quanto ao manuseio de quadros reacionais hansênicos de difícil controle, eventos adversos aos medicamentos da multidrogaterapia e suspeita de recaída. Nos últimos 10 anos, dos 993 pacientes registrados no ambulatório, 8,6% são menores de 15 anos. Em média são oito crianças em tratamento por ano.

Um dos primeiros a adotar a poliquimioterapia como tratamento no Brasil ao final da década de 1980 conforme então recomendado pela Organização Mundial da Saúde, o ambulatório diagnostica aproximadamente 10% dos casos de hanseníase do Estado do Rio de Janeiro. Tem como objetivo principal a educação em saúde direcionada aos pacientes registrados, seus familiares e contatos próximos (os chamados comunicantes, os quais são mais vulneráveis à infecção), visando à prevenção, diagnóstico precoce e combate ao preconceito que envolve a doença. Também atua na prevenção de incapacidades físicas e conscientização dos pacientes de que podem e devem levar uma vida normal, sem medo de transmitir a doença, uma vez que, iniciado o tratamento, o contágio deixa de existir.

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