fbpx

Telefone

47 3368-9438

Endereço:

Final da Rua 258, esquina com a rua 260-A, nº915 - Meia Praia/Itapema (Ao lado do Colégio Atlântico)

Quando devo procurar um oftalmologista?

A consulta oftalmológica, ao contrário do que muitos pensam, não é apenas para se trocar o “grau” dos óculos.  É uma oportunidade de se verificar como está a saúde dos olhos.  É um exame de prevenção de sequelas de doenças oculares. Essas doenças na maioria das vezes são imperceptíveis e nesse caso, o melhor é a prevenção.

Na infância, após o “Teste do Olhinho”, a criança deve ter o seu primeiro exame de vista realizado até os 3 anos de idade (em certos casos, até antes). Na fase escolar os pais devem estar atentos para os sinais e sintomas do aluno (mau rendimento escolar pode ser sinal de que algo não vai bem nos olhos).

Na fase adulta, o glaucoma ataca traiçoeiramente sem deixar que o paciente saiba. Sendo assim, após os 35 anos de idade, o ideal é uma consulta anual para verificação da pressão dos  olhos, fundo de olho, etc.

Os idosos estão mais propensos à catarata, bem como os diabéticos (esses devem ser avaliados mais frequentemente pois correm o risco de uma hemorragia dentro dos olhos).

Dor nos olhos, olhos vermelhos e borramento repentino são sinais e sintomas de urgência. Não demore, pois há risco para a visão.

 

Médico Oftalmologista: Dr. Ronaldo Dourado Galuppo CRM/SC 27.535 – RQE 5239

Ambliopia

Srs. Pais

Atenção: a visão do seu filho depende da leitura desse post

 

Ambliopia = olho preguiçoso

Um problema desconhecido que pode ameaçar a visão de sua criança para o resto da vida.

Um erro frequente cometido pelos pais é levar seus filhos para o primeiro exame de vista somente quando estão matriculados na escola!

 

Você sabia?

Que não é olho que enxerga, mas sim, o cérebro?

A visão é formada no cérebro que é formado de células nervosas.

A fase de desenvolvimento da visão vai principalmente de 0 aos 7 anos e o cérebro precisa trabalhar.

Se não for tratada a tempo, a visão pode ser prejudicada para o resto da vida.

 

Por que isso acontece?

Durante a fase de desenvolvimento da visão há necessidade de que haja estímulos visuais e que as imagens sejam iguais em ambos os olhos. Se isso não ocorre por igual, um olho pode se desenvolver mais do que o outro, levando a uma baixa de visão permanente.

 

Por que as mães não sabem disso?

Porque isso acontece geralmente em 4 % das crianças (1 em cada 25); como a maioria não tem nada, isso passa desapercebido. A criança não se queixa e nem os pais percebem o problema. E aí é que está o perigo!

Quanto mais cedo o tratamento, melhor.

 

Como saber se a criança tem o problema?

Como foi dito, não se sabem quem terá o problema, o melhor então é fazer o primeiro exame de vista, o mais cedo possível. Cada médico aconselha de uma forma. Há os mais radicais que acham que o primeiro exame deve ser feito de 6 em 6 meses até os 2 anos e de ano em ano até os 10 anos. Outros já acham que o primeiro exame deve ser feito com 1 ano (se os pais usarem óculos) , 3 anos e 5 anos.  O que não pode é adiar o exame.

Outros problemas podem causar ambliopia (são mais fáceis de se ver: olho torto depois de 6 meses, pálpebra caída, lágrima constante do bebê, córnea branca, catarata, glaucoma (que são detectados no teste do olhinho).

 

Como uma criança vai fazer exame de vista e usar óculos se ela não sabe ler?

Através de um exame no qual o médico pinga um colírio no olho da criança, dilata e depois projeta uma luz juntamente com uma lente de grau. Por esse exame dá para saber se o neném precisa usar óculos e ou ter o olho tampado.

 

Então agora é com você: toda criança precisa de exame de vista. Quanto mais cedo, melhor.

 

Médico Oftalmologista: Dr. Ronaldo Dourado Galuppo CRM/SC 27.535 – RQE 5239

Processo de Saúde e Doença Visão Bio-Psico-Social

Desde os primórdios das civilizações lá no antigo Egito com o primeiro médico Imhotep passando pela Grécia com o pai da medicina Hipócrates, aos tempos de Jesus Cristo, ao tratado de medicina escrito por Claudius Galeno e a renascentismo algumas reflexões sobre o cuidado em saúde na atualidade, especificamente sobre o cuidado estabelecido pelas normas sanitárias brasileira, denominado  paradigma biopsicossocial, que busca superar o paradigma curativista ou biomédico, se refletindo em transformações no conceito de saúde, na compreensão sobre o processo saúde-doença, na organização do sistema brasileiro de saúde pública e nas práticas profissionais em saúde.

Busca-se estabelecer um diálogo da área da saúde com a produção teórico-conceitual de Fernando González Rey sobre a subjetividade na perspectiva da psicologia histórico-cultural, que vem a contribuir para a efetivação do paradigma biopsicossocial, por meio de transformações na formação profissional e nas práticas profissionais em saúde.

Entendo que pela visão crítica e em um viés de difusão de conhecimento e conceitos bem estabelecidos por uma sociedade doente sob o ponto de vista psicológico, cronificando doenças físicas e biológicas pré-existentes (Séculos XX e XXI), onde a industrialização e informatização relacionam-se com a nuvens e máquinas e não com o paciente biopsicossocial, nos leva a uma reflexão sobretudo sobre a reforma sanitária brasileira e as práticas de saúde atuais.

Inicialmente observamos a formação profissional em saúde, considerando que as transformações preconizadas pela reforma têm reflexos diretos nas práticas profissionais em saúde, como também na formação e no desenvolvimento profissional da mesma.

A formação está ancorada no modelo biomédico, esta situação favorece a construção de uma postura de desconsideração aos aspectos psicossociais tanto do profissional como ao dos pacientes.

Por outro lado, os pré-requisitos básicos para que uma população possa ser considerada saudável estão: paz; adequada em tamanho por habitante, em condições adequadas de conforto térmico; educação pelo menos fundamental; alimentação imprescindível para o crescimento e desenvolvimento das crianças.

Se faz necessário também ecossistema saudável preservado e não poluído; justiça social e equidade garantindo os direitos fundamentais dos cidadãos(Carta de Ottawa, 19861 apud SANTOS; WESTPHAL, 1999).

Em 1977, no artigo da revista científica Science,[2] o psiquiatra George L. Engel chamou a atenção para “a necessidade de um novo modelo médico” e, utilizando um exemplo hipotético, demonstrou a relação entre diversos fatores que podem influenciar na doença de um paciente.[4] Assim, o exemplo de Engel oferece um ponto de partida para uma compreensão mais ampla da prática clínica.

O modelo biopsicossocial mantém contato com diversas disciplinas, principalmente aquelas que possuem um enfoque nos três fatores principais ao qual o modelo propõe analisar, sendo eles:

  • Componente Biológico: procura compreender como a causa da doença decorre no funcionamento do corpo do indivíduo.
  • Componente Psicológico: procura potenciais causas psicológicas para um problema de saúde, como a falta de autocontrole, perturbações emocionais e pensamento negativo.
  • Componente Social: investiga como os diferentes fatores sociais, como o status socioeconômico, cultura e as relações sociais podem influenciar a saúde.

O modelo biopsicossocial baseia-se, em parte, na teoria social cognitiva, o que implica o processo de tratamento da doença requerer uma equipe de saúde que pontue aspectos biológicos, psicológicos e sociais que influenciaram um paciente.

Em um sentido filosófico, este modelo afirma que o funcionamento do corpo pode afetar a mente e o funcionamento da mente pode afetar o corpo.

O modelo atual não contempla o infortúnio de leis e amarras jurídicas éticas profissionais que perduram por anos a fio e estão longe do binômio necessidade-necessidade e sim muito próximos ao seu antagonista necessidade-possibilidade.

Temos que ser resilientes e estar atentos, mapear, bem como rever conceitos nas relações médico-paciente desde o contexto na atenção primária até a atenção terciária. Implementar desafios de práticas humanizadas em saúde, considerando sua relevância e a problemática da humanização como necessidade social.

 

Dr. Clício J. Dezorzi

CRM 11.211

 

Via costaesmeralda.com.br

Bexiga hiperativa

A bexiga hiperativa, ou popularmente chamada de bexiga nervosa, é caracterizada por uma sensação súbita e urgente de urinar, que, muitas vezes, é difícil de controlar, podendo até causar incontinência – perda de xixi.

Muitas vezes sua causa é desconhecida, outras podem acontecer devido a doenças neurológicas, como paraplegia, Parkinson, Alzheimer, AVC ou esclerose múltipla, por exemplo, ou por irritação das vias urinárias, por infecções urinárias, alterações da mucosa pela menopausa, câncer, cálculo ou cistos urinários.

Estas alterações dificultam o controle sobre os músculos da bexiga, que contrai em horas indevidas, muitas vezes causando aumento da frequência urinária e até mesmo perda de urina na roupa.

Esta doença tem uma prevalência semelhante entre homens e mulheres. Porém a presença de incontinência urinária associada a sintomas de urgência é mais frequente em mulheres em todos os grupos etários, o que prejudica a qualidade de vida e causa transtornos emocionais e sociais.

Via Instagram @draleticialeaes.uro

 

Letícia Mendes Leães
Urologista
CRM/SC 25704
RQE 16084

O que é tireoide?

A tireoide é uma glândula que produz hormônios que são essenciais para o funcionamento do organismo em todas as etapas da nossa vida, desde o desenvolvimento do bebê no útero, até o envelhecimento.

Esses hormônios são responsáveis por regular nosso metabolismo e interferem na função de diversos órgãos do nosso corpo, como coração, cérebro, fígado e rins.

As doenças da glândula são muito frequentes. Ela pode aumentar de tamanho homogeneamente (bócio) ou devido a nódulos, que podem ser benignos ou malignos.

Além disso, a glândula pode produzir hormônios em quantidade insuficiente (hipotireoidismo) ou em excesso (hipertireoidismo). Ambas as situações trazem consequências negativas para o organismo, como:

  • Falta de disposição e cansaço
  • Queda de cabelo ou unhas quebradiças
  • Alterações de peso
  • Alteração do hábito intestinal
  • Intolerância ao frio ou calor

 

Uma glândula tão pequena, mas com importância enorme!

Se você apresenta alguma dessas alterações ou tem dúvidas sobre o assunto, consulte um especialista. Cuide da sua saúde!

Camila Medeiros Machado
CRM/SC 22840
RQE 15848

Síndrome mão-pé-boca, você sabe o que é?

O que causa a doença mão-pé-boca? 

A doença da mão, pé e boca é causada por vírus que pertencem ao gênero Enterovirus, que inclui poliovírus, coxsackievírus, ecovírus entre outros. O Coxsackievirus é tipicamente o maior causador da doença.

É uma doença grave? 

Geralmente não causará grandes problemas. É uma doença viral benigna e autolimitada. As principais complicações são desidratação, devido ao fato da criança muitas vezes não conseguir ingerir líquidos, e higiene precária da boca, podendo perpetuar a infecção e piorar o quadro. A recuperação completa geralmente ocorre em 7 a 10 dias.

É uma doença contagiosa? 

Sim, muito! Por ser viral, pode ser transmitido através de:

  • Secreções do nariz e garganta (saliva, expectoração ou muco nasal). Aqui inclui beijar, abraçar, tossir…
  • Contato com o líquido da bolha
  • Contato através das fezes
  • Contato com objetos com secreção ou saliva da criança

O período de maior contágio é na primeira semana da doença, e a orientação é manter afastado de outras crianças até todas as bolhinhas estarem bem sequinhas. Ainda assim, o vírus pode ser transmitido por um bom tempo.

Qual o tratamento? 

O tratamento é basicamente com sintomáticos, ou seja, dar remédio para dor se tiver com dor, para febre, oferecer muito líquido para não desidratar, manter aleitamento materno se ainda mama peito. Procure oferecer os alimentos preferidos da criança e evite bebidas quentes, refrigerantes e alimentos ácidos (frutas cítricas, tomates, etc.), pois podem piorar a dor.

Febre amarela – Alerta de saúde pública

A febre amarela é transmitida por mosquitos a pessoas não vacinadas em áreas de mata. A vacinação está disponível nos postos de saúde de todo o país e é recomendada para pessoas que habitam ou visitam áreas com risco da doença. Uma dose apenas garante imunidade por toda a vida.

  • Pode ser evitada com vacina.
  • O tratamento pode ajudar, mas essa doença não tem cura.
  • Propaga-se por insetos.
  • Requer um diagnóstico médico.
  • Frequentemente requer exames laboratoriais.

 

Requer um diagnóstico médico

 

Os casos leves causam febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos. Os casos graves podem causar doenças cardíacas, hepáticas e renais fatais.

As pessoas podem ter:

Dores locais: costas, no abdômen ou nos músculos.

No corpo: calafrios, fadiga, febre, mal-estar ou perda de apetite.

No aparelho gastrointestinal: náusea ou vômito.

Também é comum: delírio, dor de cabeça, pele e olhos amarelados ou sangramento

Não existe um tratamento específico para a doença. Os esforços se concentram no controle dos sintomas e na limitação das complicações. Cuidados médicos, reidratação e terapia de reidratação oral.

 

Fontes: Hospital Israelita A. Einstein, www.saude.gov.br/febre-amarela

Dengue – Saiba mais sobre a Doença

Doença viral transmitida por mosquitos que ocorre em áreas tropicais e subtropicais.

  • Principais pontos:O tratamento é feito com auxílio médico.
    Propaga-se por insetos.
    Requer um diagnóstico médico.
    Frequentemente requer exames laboratoriais.

Os sintomas são febre alta, erupções cutâneas e dores musculares e articulares. Em casos graves, há hemorragia intensa.
As pessoas podem ter:
Dores locais: nos músculos, atrás dos olhos, costas, no abdômen ou ossos.
Tipos de dor: forte nas articulações.
No corpo: febre, fadiga, mal-estar, perda de apetite, tremor ou suor.
Também é comum: dor de cabeça, manchas avermelhadas ou náusea.
Doença grave: consulte um médico para receber orientação.
O tratamento é feito por meio do uso de fluidos e de medicamentos para a dor. O tratamento inclui ingestão de líquidos e analgésicos. Os casos graves exigem cuidados hospitalares, Cuidados médicos. Hidratação, Pode sarar naturalmente e Líquidos intravenosos, Medicamentos.

 

Orientações para pacientes com suspeita de dengue

Para que você esteja seguro em casa é importante que você saiba que:
1) Alguns sintomas podem indicar a necessidade de retornar ao Pronto Atendimento, estes
são:
Dor abdominal intensa e contínua
Vômitos persistentes
Queda da pressão
Sonolência
Irritabilidade
Sangramentos na gengiva, no nariz, nos vômitos e nas fezes (fezes escuras, cor de
borra de café)
Diminuição do volume da urina
Redução brusca da temperatura corporal
Desconforto respiratório
2) O diagnóstico laboratorial específico para o vírus da dengue é realizado por meio de
sorologia realizada na amostra de sangue. O resultado é disponibilizado na internet ou na
central de exames, em 3 dias. Com o resultado em mãos, este deve ser avaliado pelo seu
médico.
3) Você deve fazer o acompanhamento com seu médico durante o período da doença e de
sua convalescença, para que a conduta médica possa ser atualizada sempre que for
necessário.
Fontes: Hospital Israelita A. Einstein

Papo com o Doutor: Gastroenterites ou viroses de verão

Nosso “Papo com o Doutor” de hoje é sobre as viroses do verão.

Dr. Clício Dezorzi “Está aberta a estação dos piriris! Entenda por que o ataque de alguns vírus e outros inimigos é mais comum no verão e o que fazer para escapar deles na nossa série especial “Papo com o Doutor”.

Voltamos com a nossa série de reportagens sobre saúde, o “Papo com o Doutor”. Na manhã de ontem, quarta, dia 09, nossa equipe conversou com Dr. Clício J. Dezorzi, da Clínica Revitalité, na Meia Praia, em Itapema. O foco do bate-papo foram as conhecidas viroses de verão ou gastroenterites. Nosso especialista alerta que este processo bacteriano está ligado diretamente a uma questão sanitária.
De acordo com o Dr. Clício, neste ano, uma característica diferente vem sendo notada pelos profissionais da saúde. Muitos pacientes estão apresentando o quadro de icterícia (uma coloração amarela dos tecidos e das secreções orgânicas), aliado com febre. Dr. Clício, que além de atender em Itapema, no hospital Santo Antônio e na sua clínica, também atua no Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhaunsen, em Itajaí, identificou a presença de uma possível bactéria, além do tradicional vírus. Uma bactéria encontrada na urina e nas vezes humanas. Ou seja, muitos banhistas estão usando o mar para fazer suas necessidades fisiológicas. O médico também alerta para cuidados maiores com as crianças e idosos, que são as mais suscetíveis e a melhor forma de evitar o quadro é com o cuidado com a higiene e com o armazenamento de água e alimentos.

Sazonalidade
Para o médico, as viroses se espalham mais facilmente nesta época porque as pessoas deixam de lado certos cuidados que tomam mais frequentemente no inverno, como usar álcool gel ou lavar as mãos mais vezes, depois de espirrar ou apertar a mão de outras pessoas, andar de ônibus, etc. Na praia, inclusive, estes cuidados também devem ser observados, pois todo local com aglomeração de pessoas, mesmo que ao ar livre, viabiliza a disseminação de vírus e bactérias.
Sintomas: Febre; Enjoo; Diarreia; Vômitos; Dores abdominais; Perda de peso; Perda de apetite; Desidratação.

Tratamento de Gastroenterite
Se for causada por vírus, a gastroenterite pode passar sozinha e o tratamento serve apenas para amenizar sintomas e repor a perda de líquidos. O mesmo acontece em alguns tipos de bactérias. Mas é importante lembrar que medicamentos que combatem a diarreia só podem ser tomados com orientação médica.
Dependendo do tipo de bactéria, pode ser necessário tomar antibióticos ou outros medicamentos e – em casos mais graves –
Pessoas com desidratação em grau moderado a grave também podem precisar de tratamento intravenoso para repor líquidos no organismo.

Prevenção
Lavar as mãos cuidadosamente é uma das principais formas de evitar a transmissão da gastroenterite. Frutas e vegetais também precisam ser bem lavados antes do consumo.
É importante evitar consumir alimentos em restaurantes e estabelecimentos que não tenham higiene adequada. Maionese, molhos e outros alimentos altamente perecíveis devem ser refrigerados na geladeira respeitando o prazo de validade. É comum o arroz japonês, por exemplo, acumular bactérias por ficar muito tempo misturado com maionese fora da geladeira.
Alimentos devem ser consumidos preferencialmente cozidos, principalmente ovos. A higiene da casca também é indicada para evitar contaminação.

Dr. Clício J. Dezorzi CRM 11.211

Texto: Cleyton Amaral (Jornal Hora de Itapema)

Toxina botulínica e preenchimento podem ser feitos no verão?

As aplicações de toxina botulínica e o preenchimento facial à base de ácido e hialurônico indicados para rejuvenescimento da pele também pode ser feito durante a estação mais quente do ano não é preciso esperar o verão terminar para se render aos procedimentos estéticos faciais. Os cuidados após o procedimento são os mesmos em qualquer época do ano, eles não mudam no verão porque ação é a mesma, os roxinhos no rosto são raros quando faz aplicação que envolve injeção. A recomendação é apenas cuidar para não pegar sol e usar protetor solar, não fazer exercícios físicos no dia da aplicação, evitar deitar nas primeiras horas e não massagear o local. É fundamental que o procedimento seja feito por um profissional capacitado apesar de minimamente invasivo podem trazer resultados desagradáveis se não forem bem feitos.

Toxina Botulínica
A aplicação de toxina botulínica é um dos tratamentos mais usados no combate às rugas. Não existe uma idade ideal para iniciar o tratamento, normalmente a primeira aplicação acontece pouco antes dos 30 anos, evitando a formação das marcas de expressão. A aplicação em uma pessoa de 30 anos é diferente da aplicação em uma pessoa de 40 anos, quando se é mais jovem, faz uma aplicação mais leve, para prevenção, porque é mais fácil tratar a ruga ainda não formada do que aquela funda, de pele danificada há bastante tempo. A substância paralisa a contração de um músculo específico, evitando assim as rugas dinâmicas, causadas por movimentos repetidos do músculo, como as que se formam junto ao sorriso ou as que surgem pelo apertar dos olhos os “pés de galinha”. O procedimento é feito com microagulhas, leva cerca de 10 minutos, o botox dura de seis a 8 meses.

Preenchimento
O preenchimento facial é uma das opções usadas para repor o volume naturalmente perdido com passar dos anos devido à absorção de colágeno, gordura e estrutura óssea, essas substâncias orgânicas ou inorgânicas injetadas na pele para suavizar rugas, sulcos, depressões e o “bigode chinês”. O mais usado é o acido hialurônico, que mantém a elasticidade da pele, essa substância já existe em nosso corpo, mas com o tempo sua quantidade vai diminuindo, assim como a hidratação da pele, uma das vantagens de realizar o preenchimento com o ácido hialurônico esta na sua imediata integração aos tecidos, no resultado rápido e no risco mínimo de efeitos colaterais. O preenchimento também pode ser usado para remodelar o queixo, nariz, o contorno e volume dos lábios, e até minimizar cicatrizes faciais. O procedimento é realizado por meio de microcândulas aplicadas de forma mais superficial ou profunda, o tempo de duração depende do local onde é aplicado. No lábio pode durar de 12 a 15 meses.
Consulte sempre um profissional capacitado.

Loading...