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Os Sintomas da Depressão Pós-parto é mais comum do que se imagina e podem surgir tanto na mulher como no homem.

Os sintomas de depressão pós-parto podem surgir logo após o parto, ou até um ano após o nascimento do bebê, e geralmente incluem:
Tristeza constante;
Sentimento de culpa;
Baixa autoestima;
Desânimo e cansaço extremo;
Pouco interesse pelo bebê;
Incapacidade para cuidar de si e do bebê;
Medo de ficar sozinha;
Falta de apetite;
Falta de prazer nas atividades diárias;
Dificuldade para pegar no sono.
Nos primeiros dias e até ao primeiro mês de vida do bebê, é normal que a mulher apresente alguns destes sintomas, pois a mãe necessita de tempo para se adaptar às necessidades do bebê e às mudanças na sua vida.
Porém, quando os sintomas de depressão pós-parto se mantêm por 2 semanas ou mais, é aconselhável consultar um psiquiatra para avaliar a situação e iniciar o tratamento adequado.

Sintomas de depressão pós-parto no homem:
Os sintomas de depressão pós-parto masculina, normalmente, surgem desde o final da gestação até ao primeiro ano de vida do bebê e podem ser:
Irritabilidade e impaciência;
Tristeza e pensamentos negativos;
Falta de vontade para conviver com outros;
Choro fácil e constante;
Falta de apetite;
Dificuldade para se relacionar com os filhos;
Ansiedade e falta de atenção.
Geralmente, os sintomas de depressão pós parto nos homens estão relacionados com o aumento de responsabilidades, relacionadas com fornecer uma boa vida ao bebê e dar suporte emocional à esposa. Assim, o homem com sintomas de depressão pós-parto também deve consultar um psicólogo ou psiquiatra para iniciar o tratamento adequado.

Infecção Urinaria

O que é Infecção urinária?

Sinônimos: infecção do trato urinário

A Infecção do Trato Urinário (ITU), conhecida popularmente como infecção urinária, é um quadro infeccioso que pode ocorrer em qualquer parte do sistema urinário, como rins, bexiga, uretra e ureteres. Esse tipo de infecção é mais comum na parte inferior do trato urinário, do qual fazem parte a bexiga e a uretra. Pode ocorrer em homens ou mulheres. Fique atento aos sintomas.

Sintomas de Infecção urinária

Nem sempre uma pessoa com infecção urinária apresenta sintomas, mas quando surgem, os mais comuns são:

  • Ardência forte ao urinar
  • Forte necessidade de urinar, mesmo tendo acabado de voltar do banheiro
  • Urina escura
  • Urina acompanhada de sangue
  • Urina com cheiro muito forte
  • Dor pélvica
  • Dor no reto
  • Aumento da frequência de micções
  • Incontinência urinária.

Os sintomas variam de acordo com o tipo de infecção.

Prevenção

Algumas medidas podem prevenir infecções urinárias, sejam elas de que tipo forem. Confira:

  • Beba muito líquido, especialmente água
  • Limpe-se após urinar para evitar que bactérias se acumulem no local e entrem no trato urinário
  • Urine após relações sexuais para esvaziar a bexiga. Beba muita água para ajudar a diluir a urina também
  • Use absorventes externos em vez de internos, pois alguns médicos acreditam que isso aumente a probabilidade de infecções. Troque de absorvente cada vez que for ao banheiro
  • Não use ducha nem sprays ou pó para a higiene feminina. Como regra geral, não utilize nenhum produto que contenha perfumes na área genital
  • Evite usar calças muito apertadas
  • Use calcinha e meia calça de algodão e troque-as, pelo menos, uma vez por dia.

 

Procure um médico especialista ao perceber os sintoma.

Unhas fracas e quebradiças podem indicar problemas hormonais.

Você sabia que o crescimento lento das unhas pode indicar problemas metabólicos ou hormonais?

Quem troca de esmalte como de roupa muitas vezes não percebe como anda o estado das unhas. É possível perceber se estão fracas ou quebradiças, mas as manchas brancas, os tons arroxeados e ondulações por muitas vezes passam despercebidos. Mas não deveriam. Sinais como esses podem mostrar que algo está fora da normalidade na saúde do corpo.

Dermatologistas, explicam que normalmente são as doenças crônicas que se mostram pelas unhas, como os problemas renais, que normalmente, quando isso acontece, a pessoa já sabe que tem algum problema de saúde.

Os médicos explicam que a carência de vitaminas também reflete nas unhas. A falta de vitamina costuma refletir nas células de multiplicação rápida, como unhas, pele e cabelo, as unhas fracas não mostram só ausência de cálcio, como muitos acreditam, pode sinalizar carência de outras vitaminas também.

A recomendação principal quando há algo de errado com as unhas é procurar um dermatologista para verificar se o problema é externo, como o contato com produtos químicos ou o excesso de uso de esmalte. Afastando essas causas, o médico vai pedir exames para verificar o que há de errado.

Unhas fracas: A falta de ferro e selênio no organismo deixa as unhas frágeis. Carência de zinco também deixa as unhas quebradiças e com manchas esbranquiçadas.

Unhas com ondulações:  Aquele “degrau” que se forma na unha é um sinal de que ela parou de crescer por um período. “É mais comum em pessoas com câncer, por causa da quimioterapia”, explica ela. Em alguns casos, ela aponta, a unha chega mesmo a cair ou a apresentar uma infecção grave. Outros casos estão em febres prolongadas, principalmente em crianças e idosos.

Unhas arroxeadas: elas refletem a saúde cardíaca e circulatória, portanto procurar um médico é fundamental para afastar esses riscos.

Unhas com crescimento lento: O clínico geral e geriatra do Hospital das Clínicas de São Paulo, Paulo Camiz, explica que problemas hormonais e metabólicos, com o diabetes, pode fazer com que as unhas cresçam mais lentamente. Verificar por meio de exames é a melhor saída.

Unhas quebradiças: mais uma vez a carência de vitaminas no corpo pode estar envolvida nisso. A nutricionista recomenda a consulta de um médico para um exame de sangue que verifique a situação das vitaminas no organismo. Se a carência estiver muito grande, é bom tomar suplementação. “Só se suplementa quando a deficiência é grande demais e tem uma patologia associada, como um problema renal que impede a metabolização de alguns nutrientes, e a ingestão oral não será suficiente”.

Nos outros casos, uma boa alimentação fará toda a diferença, além de proporcionar uma boa qualidade de vida.

10 cuidados com o bebê no verão que você não pode deixar de ter

 

Estamos no auge do verão – e como tem feito calor! Se os adultos estão sentindo as altas temperaturas, imagine então as crianças! Nessa época do ano, todo o cuidado com os pequenos é pouco – a pele deles desidrata mais rapidamente do que a de um adulto, surgem frequentemente bolinhas pelo corpo (as famosas brotoejas) e, se não colocarmos atenção, facilmente desenvolvem vermelhidões na pele por uma exposição solar excessiva.

Além disso, muitas famílias viajam no verão – por isso o bebê fica exposto a diferentes condições encontradas na praia e em outros destinos.  Surgem dúvidas em relação à sua alimentação: melhor levar tudo de casa ou dá para comprar na viagem? O pequeno pode entrar no mar ou não? A seguir eu selecionei 10 dúvidas frequentes das mães que acompanham o blog – praticamente um mini guia de cuidados com os bebês no verão. Vem dar uma espiadinha!

Em casa: 

1) Vista o filhote com roupas leves, de preferência 100% algodão (que é um tecido respirável). Os sintéticos devem ser evitados – frequentemente causam vermelhidão e brotoejas no bebê.

2) Não se esqueça de que bebês também sentem calor. Como dizia minha mãe, vale a seguinte regra: se você está com regata, use no pequeno uma camiseta de manga curta. Se você está com manga curta, coloque no bebezinho uma de meia manga. Se você está com meia manga, vista-o com manga comprida. E se estiver com manga comprida, é hora de colocar um casaco no filhote.

3) Hidrate, sempre. Muitas vezes, na rotina diária, é comum esquecermos de oferecer líquido (água, sucos e chás) aos bebês de mais de 6 meses. É tão importante fazer isso em casa quanto na praia, para que o bebê não desidrate. Lábios ressecados, urina em pouca quantidade e falta de elasticidade da pele são sinais de desidratação – leve-o ao médico!

4) Deixe o bebê brincar na água, mas cuidado redobrado com acidentes. Para refrescar o filhote que já consegue sentar, você pode colocá-lo brincando em uma banheira, bacia ou boia. Mas não se afaste, mesmo que por segundos: lembre-se de que o perigo de afogamento é real.

 Na praia:

5) Filtro solar e chapéu são essenciais, mesmo nos horários de menor radiação solar.Lembre-se de que até os 6 meses de idade não se recomenda o uso de filtro para o bebê – nessa fase é fundamental que ele seja exposto ao sol apenas no início da manhã ou no fim da tarde (e mesmo assim, por curtos períodos de tempo). Mesmo para os maiores, prefira expô-los somente até 10 horas da manhã ou após às 16h (com filtro, que deve ser aplicado meia horas antes de ir ao sol e reaplicado a cada 2 horas, ou sempre que ele se molhar). Quando o sol estiver muito forte, considere expor o pequeno somente após às 17h.

6) Para os menores, melhor não haver contato direto com a areia, para evitar infecções. Estenda uma toalha ou uma canga, e deixe o filhote brincando ali (bebês pequenos em geral não gostam do contato com a areia, então será fácil mantê-lo no local. E fique atenta, para que não coloquem areia na boca). Quando crescem, andam com firmeza e se tornam exploradores, é sinal de que já é possível liberar o contato com a areia de praias limpas. A presença de cães, pombos e outros animais é um sinal de alerta – eles podem ser vetores de micro-organismos causadores de doenças.

7) Só dê a comida da praia se conhecer sua procedência. Prefira alimentos naturais, como milho cozido (sem sal) e sucos (desde que você saiba de onde vem a água com que ele é feito. Se não souber, recuse-o!). Não ofereça em hipótese alguma frutos do mar – eles estragam com facilidade e podem causar intoxicação alimentar no bebê. Até 1 ano, evite picolés e até mesmo a água de coco – prefira levar água de casa e oferecê-la a cada meia hora (não espere o bebê pedir, pois a desidratação ocorre com facilidade). Leve também frutas, principalmente aquelas com alto teor de água, como a melancia, o melão e a pera.

8) Banhos de mar só a partir dos 6 meses. E mesmo assim, conhecendo a qualidade da água da praia (lembre-se de que muitas praias se tornam impróprias durante a temporada de verão). Mas é provável que o pequeno passe a curtir a água do mar apenas aos 2 ou 3 anos – até lá, as ondas e a temperatura fria podem incomodar.

9) Cuidado com a conjuntivite. A areia, o sal do mar (e o cloro da piscina) podem causá-la. Se os olhos do filhote ficarem vermelhos, inchados e apresentarem secreção, lave com água fervida/filtrada fria e procure um médico.

10) Óculos de sol, só de boa qualidade. Proteger os olhinhos dos pequenos é uma boa ideia – desde que a lente tenha proteção contra raios UVA e UVB. Se não conhecer a qualidade, melhor não utilizá-los.

13 Benefícios da Hidroginástica Para Boa Forma e Saúde

A hidroginástica é um exercício aeróbico leve que pode ser adotado por todos, independente da faixa etária. O pouquíssimo impacto oferecido e a refrescância da água para os dias mais quentes são apenas os principais motivos para você se sentir tentado a se exercitar nas piscinas. O público varia de gestantes a idosos, e os benefícios da hidroginástica envolvem sistema circulatório, força, controle de peso, articulações e até mesmo reduz a possibilidade de ocorrência de algumas doenças.

Vamos conhecer um pouco mais sobre os benefícios que a hidroginástica pode oferecer à sua saúde e boa forma.

  1. Doenças crônicas

Os exercícios feitos nas aulas de hidroginástica podem ajudar as pessoas com problemas como artrite, pois favorecem a melhor utilização das articulações afetadas, sem oferecer risco de agravamento dos sintomas. Pesquisas identificaram melhora nos casos de pessoas com artrite reumatoide, além de reduzir

  1. Saúde mental

A hidroginástica pode melhorar o humor. Pessoas com fibromialgia podem notar que os exercícios sob a água podem diminuir a ansiedade. A água morna pode diminuir o estresse, assim melhorando o humor e ainda reduzindo a possibilidade de depressão.

Os benefícios da hidroginástica para a saúde mente são importantes, principalmente, para crianças com deficiências de desenvolvimento, favorecendo assim a inserção no ciclo social, além de melhorar as relações familiares.

  1. Velhice saudável

Os benefícios da hidroginástica podem ser interessantes para reduzir os sintomas e reações comuns no processo de pós-menopausa. Não só as mulheres, mas homens também podem desfrutar dessa contribuição dos exercícios na piscina, já que esses podem favorecer à saúde óssea.

  1. Suporte à flutuação

Um dos principais benefícios da hidroginástica é que os exercícios fornecem flutuabilidade e suporte para o seu corpo, assim evitando a possibilidade de lesões sobre músculos, ossos e articulações. A água reduz até 80% de seu peso, o que causa menos pressão sobre as articulações, costas e torso, se a hidroginástica for comparada a exercícios realizados no solo.

  1. Aumento de resistência muscular

Se compararmos a densidade da água com a densidade do ar, é possível destacarmos o aumento da resistência muscular. A hidroginástica pode agir sobre a região enfraquecida, contribuindo para que haja um melhor suporte para toda a massa muscular corporal. Os resultados dos exercícios feitos na água também são mais rápidos que aqueles realizados no solo.

  1. Maior flexibilidade

O efeito da redução da força gravitacional enquanto estiver sob a água poderá conduzir a uma melhor flexibilidade do corpo. As articulações podem se mover de forma mais fácil através da ampla gama de movimentos realizados nas aulas, o que torna a hidroginástica ainda mais benéfica para idosos.

  1. Melhora o sistema cardiovascular

Os exercícios de hidroginástica revelam-se extremamente benéficos em termos de condicionamento cardiovascular. Os exercícios beneficiam a frequência cardíaca, que é mantida a uma taxa inferior se comparados ao ciclismo ou corrida. Uma afirmativa um tanto quanto tendenciosa descreve que o coração parece funcionar melhor quando a pessoa está fazendo hidroginástica.

  1. Queima calorias

Todos nós sabemos que os exercícios são a melhor opção para se livrar dos quilinhos a mais. No entanto, é importante que você saiba que a hidroginástica é muito eficaz para a perda de peso, pois praticar 1 hora pode reduzir de 450 a 700 calorias, sendo uma das alternativas para você eliminar os quilinhos extras.

  1. Gestação segura

Os benefícios da hidroginástica também chegam às gestantes e bebês. Os movimentos feitos na piscina favorecem a liberação do hormônio relaxina, que marca presença nas articulações, e ainda pode auxiliar para uma melhor abertura do quadril, o que contribui para uma melhor passagem do bebê.

As gestantes ainda podem contar com a diminuição de edemas, que surgem com frequência no terceiro trimestre da gestação, devido ao aumento do feto, que pode comprometer da circulação do sangue, já que as artérias ficam mais comprimidas. A hidroginástica favorece o bom funcionamento do sistema circulatório de modo geral.

  1. Apoio à recuperação

Algumas pessoas lidam com desconfortos ou adiam o retorno à prática de exercícios físicos após a realização de procedimentos cirúrgicos. A hidroginástica é a opção perfeita para aqueles que desejam retornar às atividades e não querem prejudicar o período de recuperação. As aulas podem auxiliar e fortalecer as articulações de joelhos, coluna, e ainda melhorar a sua postura.

  1. Maior interação

Contrariando muitas afirmativas, a hidroginástica não é praticada apenas por idosos. As aulas consistem em exercícios individuais, em duplas, ou grupais, o que favorece as relações sociais. A interação necessária pode reduzir desconfortos resultantes da timidez, a qual pode dificultar a sua inserção social, e ainda tornar você uma pessoa menos inibida.

Esse benefício pode não só ser interessante para ser desfrutado durante os exercícios, como também pode ser levado como aprendizado para sua vida pessoal e até mesmo profissional.

  1. Relaxamento

Diferenciando-se das badalações de academia cheia, música alta e grande esforço para levantamento de pesos, a hidroginástica é o exercício que pode ser escolhido não só para você entrar em forma, mas também para relaxar.

As atividades feitas na água exigem concentração, calma e controle de respiração, e esses momentos podem proporcionar relaxamento e descanso para sua mente se desligar dos problemas do cotidiano, podendo renovar as suas energias para mais desafios.

  1. Tonifica músculos

Não pense que os benefícios da hidroginástica tangem apenas as funções cardiorrespiratórias e circulatórias, muito pelo contrário. Talvez essa seja a dúvida de muitas pessoas, mas não pense que você deve optar pela prática de apenas uma modalidade de exercício. As academias disponibilizam aulas de hidroginástica com dias alternados, ou seja, você poderá permanecer praticando musculação ou qualquer outro esporte junto a esses exercícios dentro d’água.

A hidroginástica pode favorecer a saúde dos músculos, ou seja, se você se dedica para uma melhor definição e hipertrofia, as atividades na piscina ainda poderão tonificar os seus músculos, então beneficiando também a saúde da massa muscular adquirida com dieta e treinos de levantamento de peso.

 

Porque fazer a depilação a laser?

Para muitas pessoas, a palavra depilação é sinônimo de incômodo e dor. Isso porque no caso da depilação com lâmina, elas se veem na obrigação de se depilarem com grande frequência, já que os pelos crescem rápido e muitas sofrem reações desagradáveis como irritações e coceiras, além do risco de surgirem pelos encravados. Outras fazem a depilação com cera, um procedimento bastante doloroso e que também pode causar alergias e irritação.
Mas é possível se livrar desses incômodos aderindo ao laser. Quer conhecer as principais vantagens desse método? Confira no post de hoje porque fazer depilação a laser!
Vantagens da depilação a laser
Retirada de pelos
Na depilação a laser, os bulbos capilares são destruídos, dificultando ou impedindo o crescimento dos pelos. Isso ocorre pois, durante o procedimento, o laser é emitido e, por contraste de tonalidade, é absorvido pela melanina concentrada na raiz do pelo. Aqueles pelos que estão junto à raiz e com maior quantidade de cor são superaquecidos, o que ocasiona a morte do bulbo. Como os pelos têm fases de crescimento distintas, nem todos são atingidos na primeira sessão, mas no decorrer das demais sessões ocasionalmente também serão eliminados.
Eficácia
Além de ser mais rápido e seguro, menos incômodo e doloroso, o procedimento de depilação a laser é o mais eficaz para a remoção dos pelos dentre os métodos disponíveis. É um tratamento bastante duradouro, para não dizer definitivo, pois pode acontecer em alguns casos o surgimento de novos pelos, dependendo da região depilada e da ação dos hormônios do corpo. Em muitas pessoas, a manutenção do tratamento é necessária somente depois de anos.
Pele mais lisa
A depilação a laser promove uma sensação de pele lisa e macia após o tratamento. Além disso, elimina o problema de pelos encravados e irritações na área depilada, o que garante uma pele muito mais lisa na região, por tempo prolongado.
Não demanda muitos cuidados
O principal cuidado é não retirar os pelos que forem nascendo com métodos que arrancam o fio pela raiz, como cera, pinça e aparelhos depilatórios. O ideal é que sejam utilizadas lâminas ou cremes para depilar. Outro cuidado deve ser com relação à exposição ao sol. Pelo menos duas semanas antes da depilação a laser, a área não deve ser exposta. Fora isso, não há nada com o que se preocupar!
Não tem contraindicação
Atualmente, praticamente todos os tipos de pele podem fazer depilação a laser, basta fazer uma avaliação na clínica antes de iniciar o tratamento. O principal cuidado com relação ao procedimento é quanto à segurança e competência da clínica escolhida, que deve ser bem conceituada, pois, em alguns casos, quando o profissional responsável não está apto para a depilação, podem acontecer queimaduras na região depilada, formação de bolhas e escurecimento da pele.
Como foi possível perceber, são várias as vantagens e os benefícios desse tipo de procedimento. E então, ainda se perguntando porque fazer depilação a laser? Restou alguma dúvida sobre o assunto? Deixe seu e-mail em nosso espaço para comentários que entraremos em contato.

Dicas para evitar os pelos encravados

Para evitar os pêlos encravados, que ocorrem quando o pêlo cresce e penetra novamente na pele, é necessário ter alguns cuidados, principalmente com a depilação e com a pele, como:
1. Utilizar a cera quente ou fria para a depilação, uma vez que esse método arranca o pêlo pela raiz, diminuindo a probabilidade de encravar;
2. Evitar o uso de cremes depilatórios, pois não retiram os pêlos pela raiz;
3. Ter cuidado para não machucar a pele se escolher utilizar a lâmina para a depilação, pois isso facilita a entrada de bactérias, o que resulta no encravamento;
4. Não reutilizar a lâmina após uma depilação;
5. Evitar o uso de cremes ou loções por 3 dias, após a depilação com cera;
6. Não usar roupas muito justas ou apertadas;
7. Utilizar um esfoliante corporal, 2 vezes por semana;
8. Nunca tentar retirar o pêlo encravado com a unha, uma vez que isso favorece a proliferação de bactérias, gerando uma maior inflamação com grande probabilidade de deixar marcas escuras no corpo.
Estes cuidados evitam que os pêlos encravem, no entanto, a depilação a laser é uma solução definitiva, pois atua no local de crescimento do pêlo. Saiba mais em: Depilação a laser. 

Esfoliação para evitar os pêlos encravados
A esfoliação ajuda a limpar e a renovar a pele, pois remove a camada mais superficial da pele, evitando o aparecimento de pêlos encravados.
Ingredientes
• 3 colheres (de sopa) azeite extra virgem
• 2 colheres (de sopa) de mel
• 1/2 xícara de açúcar
Modo de preparo
Misturar os ingredientes até formar uma mistura homogênea. Depois, aplicar a mistura no corpo e massagear com movimentos circulares. Após a esfoliação, passar um creme hidratante no corpo.
Veja algumas opções caseiras para acabar com os pêlos encravados em:
• Remédio caseiro para pêlos encravados
• Solução caseira para pêlo encravado
• Pomada para pêlo encravado

 

10 DICAS PARA EVITAR AS DOENÇAS DE PELE MAIS COMUM

SAÚDE E BEM ESTAR

No verão, os cuidados com a pele devem ser redobrados, porque o sol e a desidratação podem trazer muitos problemas como queimaduras, envelhecimento precoce, aumentando até mesmo o risco de câncer.

Assim, para evitar as doenças de pele comuns no verão como micose, queimaduras e câncer de pele deve-se adotar medidas simples como manter a pele seca, livre do suor, mas devidamente hidratada.

Por isso, para se proteger, confira aqui 10 dicas de cuidados essenciais com a pele nos dias mais quentes do ano.

1. Manter a pele limpa e hidratada

Tomar pelo menos 2 banhos diários por dia deve ser suficiente para manter a pele devidamente limpa, livre do suor, mas se estiver muito quente, pode-se tomar mais banhos, mas é recomendado usar somente água, evitando o sabonete para não deixar a pele mais ressecada. O sabonete antisséptico pode ser útil para eliminar as bactérias e outros micro-organismos das axilas, região íntima e pés que podem causar frieira, por exemplo.

Após o banho é importante passar um creme hidratante fluido, pelo menos nas regiões onde a pele tende a ficar mais seca, como pés, joelhos, mãos e cotovelos. Entenda porque tomar mais de 2 banhos por dia é prejudicial à saúde.

2. Usar protetor solar diariamente

Aplicar protetor solar cerca de 20 a 30 minutos antes da exposição solar e fazer renovação a cada 3 horas é importante para quem está na praia ou na piscina. Mas quem fica exposto ao sol durante o trabalho também deve ter este cuidado todos os dias para evitar o câncer de pele.

O protetor deve ser passado em toda a área da pele fica exposta ao sol. Assim, quem trabalha em ônibus e caminhões, pode por exemplo aplicar bastante protetor solar no braço e na mão esquerda porque estas tendem a ficar mais expostas ao sol.

As loções pós sol são ótimas para refrescar a pele após um dia de praia, piscina ou cachoeira.

3. Não se depilar no dia de pegar sol

Outro cuidado importante no verão é não fazer a depilação do rosto e do corpo no dia e também na véspera da exposição solar porque isto pode causar manchar escuras na pele. Assim, a depilação deve ser feita, pelo menos com 48 horas de antecedência.

4. Tomar banho de água doce quando sair da praia

Depois de um dia de praia deve-se tomar um banho de água doce, de preferência fria, para retirar o sal e areia que tendem a ressecar a pele, facilitando as fissuras que podem permitir a entrada de micro-organismos. Se a praia tiver um chuveirinho de água doce, experimente passar por ele antes de sair da praia, e se não tiver leve uma garrafa de água doce para jogar no corpo quando sair da areia. Se possível experimente hidratar a pele aplicando novamente o protetor solar ou com a loção pós-sol.

5. Não fazer tratamentos de pele no verão

Evitar fazer tratamentos com laser e produtos químicos durante o verão é importante porque estes tratamentos podem danificar a pele bronzeada e causar manchas difíceis de remover. A melhor época para fazer estes tratamentos é durante o outono e o inverno, quando a temperatura está mais amena e o sol menos forte, mas é sempre importante usar protetor solar quando fizer estes tratamentos.

Outro cuidado importante é fazer esfoliação da pele, principalmente no rosto e nos pés, 1 vez por semana para eliminar as células mortas e renovar a pele.

6. Manter a pele sempre seca

Manter a pele sempre seca é importante para evitar o aparecimento de fungos que levam à micose. Assim, deve-se usar sandálias ou chinelos para que os pés não fiquem molhados de suor dentro do sapato. Além disso, para evitar micose, também conhecida por pano branco, deve-se evitar compartilhar toalhas em clubes, praias e piscinas.

7. Pegar sol com protetor

Quem deseja ficar bronzeada sem prejudicar a pele pode optar por usar um protetor solar mais fraco, com FPS 4 ou 8, por exemplo, porque ele filtra os raios nocivos do sol e deixam a pele mais bonita, com um tom dourado. Alguns óleos e bronzeadores também possuem fator de proteção solar incluído em sua fórmula, conferindo ótimos resultados.

8. Investir no betacaroteno

Para deixar a pele morena e com um bronzeado que dura mais tempo, também é recomendado comer alimentos que contêm carotenoides como cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, pois estes alimentos protegem do câncer e deixam a pele mais bonita e hidratada.

9. Ingerir bastante líquidos

Para evitar a desidratação que pode surgir rapidamente provocando intensa dor de cabeça e boca seca, deve-se beber cerca de 2 a 3 litros de água por dia para hidratar o corpo. A água pode ser substituída por suco de fruta ou chá gelado, por exemplo, mas estes têm mais calorias e podem aumentar o peso, e por isso a água pura, e a água com gotinhas de limão são mais indicadas.

10. Evitar o sol direto

Nas horas mais quentes do dia, entre as 10 e as 16 horas deve-se evitar a exposição solar direta porque nestes horários há mais riscos para a saúde. Assim, nestas horas deve-se preferir ficar embaixo do guarda-sol ou dentro do bar da praia ou da piscina para se proteger do sol, evitando a insolação e as queimaduras na pele.

Lombalgia – (Dor Lombar)

Muitas pessoas confundem qualquer dor nas costas com lombalgia. Mas será que existem mesmo diferenças entre ambas?
Dores na região lombar são, cada vez mais, frequentes e afetam não somente pessoas com idade mais avançada, o público mais jovem (incluindo crianças e adolescentes) também manifesta queixas recorrentes nos consultórios médicos. Mas nem toda dor nas costas implica a existência de um problema mais grave na região. A lombalgia, normalmente, requer maior atenção e acarreta sintomas que sem o tratamento correto podem ser permanentes, prejudicando a qualidade de vida do paciente.
Causas e características da lombalgia
Existem diferentes fatores desencadeantes da lombalgia. Contudo, a questão postural está entre os principais fatores de risco. Hábitos incorretos de postura ao deitar, sentar ou realizar qualquer atividade do dia a dia, no trabalho e lazer podem acarretar em malefícios à coluna. Mas outros fatores também podem ser apontados como causas para o desenvolvimento da lombalgia. É o caso de inflamações/infecções; hérnias de disco, artrose ou escorregamento de vértebra; sedentarismo; obesidade; fatores genéticos; envelhecimento e até questões emocionais.
A lombalgia ocorre na parte inferior da coluna vertebral (coluna lombar). Cerca de três em cada quatro adultos vão ter dor nas costas durante sua vida e esses números podem subir, devido ao aumento do número da população mais idosa.
Uma grande parcela da população nos dias de hoje convive com dor lombar, resultado de má postura, sedentarismo, posições incorretas no ambiente de trabalho, nos afazeres domésticos entre outros fatores associados, incluindo a execução errada de exercícios.
Essa dor pode ser aguda ou crônica. A dor aguda dura, normalmente, de quatro a seis semanas, enquanto a dor crônica pode durar toda uma vida, indicando um problema bem mais grave na coluna vertebral. O paciente descreve que sua coluna está travada, ele tem limitação na flexão anterior da coluna, dor e limitações nos primeiros movimentos pela manhã.
90% da população terá pelo menos uma crise de lombalgia na vida
O problema mais comum é a lombalgia aguda, com duração da dor menor que 12 semanas. Trata-se de uma dor que aparece na coluna lombar (entre a última costela e as nádegas), que piora muito ao fazer qualquer movimento com o corpo. Por isso, o paciente “anda com o corpo duro”.
A causa mais comum da lombalgia aguda é algum movimento errado que o paciente fez no seu dia a dia, como: carregar peso em excesso ou de forma errada; abaixar o tronco para pegar algum objeto com as pernas esticadas; fazer rotação do corpo mantendo os pés parados no chão, ao invés de rodar todo o corpo; pegar algum objeto em uma estante alta inclinando o corpo para trás, dentre outros comportamentos.
Quando a dor nas costas dura mais que 12 semanas ela pode ser caracterizada como lombalgia crônica e, por ter causa multifatorial, é bem mais difícil de ser tratada, requerendo a procura de um centro especializado em dor, com equipe multidisciplinar formada por neurocirurgião, reumatologista, fisiatra, ortopedista etc.
Independentemente da duração da dor, o indicado é, ao surgimento dos sintomas, que a pessoa procure um especialista para avaliar a gravidade do problema e iniciar o tratamento.
Dicas de como dirigir sem prejudicar a coluna lombar
Antes do câmbio automático, do vidro elétrico, do celular e outras inovações tecnológicas, o corpo encontrava mais ocasiões para fazer aquilo que lhe é inerente: mover-se. A rigidez corporal praticada na dinâmica da vida urbana – dirigir e trabalhar sentando por longas horas, por exemplo – passou a representar uma das vilãs das dores nas costas.
Os efeitos colaterais mais comuns ocasionados pelo trânsito são dores lombares e articulares, tensão na base do pescoço, dores nos membros inferiores e superiores, além de problemas circulatórios. O fator desencadeante dessas dores é a postura sentada inadequada e a permanência prolongada nesta posição. Acima de 45 minutos, a musculatura começa a se fadigar.
Manutenção preventiva
Atualmente, com tantas horas no trânsito, motoristas e passageiros não podem abrir mão de certos cuidados com a coluna. O banco dos veículos é o primeiro obstáculo a ser vencido. A padronização dos assentos usados pelos meios de transporte contribui para os maus hábitos posturais, pois raramente dão suporte adequado à coluna lombar. O encosto ideal deve fornecer um suporte lombar para que a lordose seja mantida, evitando assim futuras dores lombares ou prevenindo o agravamento das lesões já instaladas.
Mudança de postura
Veja dicas especiais para que a saúde da sua coluna não seja comprometida enquanto você dirige:
Inclinação – um suporte lombar pode promover o conforto do indivíduo quando sentado. Como poucos assentos fornecem o suporte adequado, o rolo lombar portátil ou toalha enrolada são essenciais para pessoas com problemas lombares em progressão. O rolo irá facilitar a manutenção da lordose e da postura correta. Já o uso da toalha tem sido considerado eficaz, pois fornece o volume de acordo com a maneira que é pressionada.
Onde colocar: a toalha deve ficar na altura da terceira vértebra lombar, acima da bacia.
Apoio lombar, rolo lombar ou toalha enrolada que estejam fora das medidas podem provocar dores. O tamanho desse suporte dependerá do biótipo de cada indivíduo.
Braços e pernas – regule a distância do banco para que carga adicional no uso dos pedais não seja transmitida para coluna lombar. Os braços devem estar relaxados e com os cotovelos semifletidos para não tensionar ombros e pescoço. Nada de dirigir “em cima do volante” nem muito afastado, evitando assim que os braços e pernas fiquem esticados. Pausas frequentes são importantes para evitar sobrecarga nos discos intervertebrais.
As pernas devem ficar paralelas. Evite dirigir com os joelhos muito flexionados, pois se corre o risco de comprometer a circulação sanguínea.
Chicote – o pescoço também merece cuidado especial. Para que não haja o chamado “chicote”, isto é, movimento brusco do pescoço ocasionado por freadas, a cabeça deve estar próxima ao encosto, mas não relaxada sobre ele, já que a posição pode provocar sono.
Farol vermelho – hora de parar. Faça repousos intercalados com movimentos adequados, como alongamento. Esses cuidados simples melhoram a dor e evitam a falta de condicionamento físico.

Outras dicas para evitar a sobrecarga na coluna lombar e a dor

Melhor posição para dormir: Não dormir de bruços, mas de lado e com um travesseiro entre os joelhos; ou de barriga para cima, com um travesseiro atrás do joelho;
– Tipo de colchão: não deve ser muito mole, nem muito duro. Os semiortopédicos são uma boa opção, porém não existe regra e a escolha é individual;
– Melhor forma de levantar da cama: virar o corpo para o lado e começar a levantar-se de lado. Não levantar-se para frente;
– Transportar objetos pesados que estão no chão: Agachar-se dobrando os joelhos, próximo ao objeto, e pegá-lo sem inclinar a coluna. Não carregar peso excessivo (exemplo: maior que três quilos);
– No trabalho em escritórios: utilizar cadeiras que não reclinem para trás, com apoio para os braços; sentar usando todo encosto e os pés totalmente encostados no chão. A tela do computador deve ficar na altura dos olhos para a coluna cervical (pescoço) ficar em posição confortável;
– Carregar mochilas: utilizar mochilas nas costas usando alças dos dois lados e cuidado com excesso de peso, principalmente nas crianças;
– Uso do salto alto: o salto pode acarretar dor na coluna lombar. Deve-se ter bom senso de usar eventualmente e, caso provoque dor, evitar o uso;
– Recomendação especial para gestantes: manter atividade física supervisionada e permanecer dentro do peso. Lembrar que as dores lombares em gestantes são comuns e, na maioria das vezes, não representam nenhum problema sério de coluna. Deve-se procurar um especialista em coluna para fazer o diagnóstico correto, tratamento e prevenção de novas crises;
– Massagem e outros tratamentos alternativos: terapias locais como massagem, calor etc. podem trazer alívio para o paciente. Muitas vezes não trazem alívio da dor propriamente dita, mas causam bem estar e só isso já justificaria o seu uso, sempre com a indicação de um médico especialista;
– RPG e Pilates: para os pacientes com forte dor aguda é indicada a fisioterapia analgésica junto com RPG. Para os pacientes que melhoraram, a indicação é RPG ou Pilates para tentar prevenir novas crises de dor.

Maior parte dos casos de hérnia de disco possui antecedente de lombalgia

A lombalgia – dor nas costas – está presente na grande maioria da população mundial adulta, sendo que de 30 a 40% destas pessoas apresentam de forma assintomática hérnia de disco lombar e de 2 a 3% já estão acometidas pelo sintoma desta patologia, cuja prevalência acima dos 35 anos é de 4,8% no universo masculino e 2,5% no feminino. No país, segundo dados do IBGE, a hérnia de disco atinge 5,4 milhões de brasileiros. O problema é consequência do desgaste da estrutura entre as vértebras que, na prática, funcionam como “amortecedores” naturais do impacto entre elas. Dessa forma, a estrutura se desloca e comprime os nervos da região.
A idade média para o aparecimento da primeira crise de dor é de, aproximadamente, 37 anos. Por causa da correria do dia a dia, má postura e sedentarismo, muitos brasileiros não se preocupam em fazer atividades físicas e cuidar da postura. Quando a crise aparece, muitos só enxergam a cirurgia como opção. No entanto, muitas pesquisas têm apontado tratamento convencional e exercícios físicos como solução para cerca de 90% dos casos.
Embora não seja mortal, a hérnia de disco pode levar indivíduos economicamente ativos a se aposentarem por invalidez, sendo as causas multifatoriais, como: permanecer sentado por longas horas e o comportamento sedentário. Devido à repercussão econômica causada pelas lombalgias e hérnias de disco, elas se tornaram a 1ª causa de pagamento de auxílio doença e a 3ª causa de aposentadoria por invalidez.
O comportamento sedentário tem auxiliado para o crescimento desta enfermidade no país, onde muitos médicos indicam a cirurgia como primeira forma de tratar a doença, sendo que muitas pesquisas apontam o tratamento convencional com ótima resposta.
Pessoas com sobrepeso também são mais afetadas pela lombalgia. É importante saber que o sobrepeso e a obesidade aumentam o risco de dores na coluna. O excesso de peso acaba oferecendo um impacto maior à região, contribuindo para o surgimento ou agravamento das terríveis dores lombares.
A dor lombar pode ser:
– Dor lombar simples: surge entre 20 e 55 anos, na região, lombo sacra (final da coluna), nádegas e coxa, normalmente de natureza mecânica e com estado geral preservado;
– Dor lombar por compressão de raiz nervosa: normalmente unilateral da perna pior que lombar, irradiada para perna e pés, formigamento e redução da sensibilidade na mesma irradiação, com 50% dos casos em recuperação em até seis semanas;
– Patologia severa da coluna: abaixo dos 20 e acima dos 55 anos de idade, associada a traumatismo severo, com dor constante, progressiva e não mecânica e restrição persistente a flexão lombar (dobrar o corpo).
O surgimento de qualquer quadro doloroso, independente da idade, atividade, ou forma como surgiu o desconforto, deve ser consultado com um profissional responsável para que possa fazer uma avaliação inicial e melhor encaminhar o aluno ou paciente ao tratamento ideal, e quanto mais cedo for feito o diagnóstico correto do problema melhor o resultado do tratamento.

Atletas com lombalgia

No século passado, atribuía-se o grande número de pessoas com dor lombar aos esforços feitos pelo corpo de forma repetida e errada, e com o desenvolvimento tecnológico, a tendência seria diminuir, já que hoje, se quisermos, não precisamos nem sair de casa para nada. E quanto aos atletas, seres fortes, saudáveis, com abdominais invejáveis (para alguns), exemplos de saúde, qual a razão de também sofrerem com as malditas dores? Fortalecer a musculatura ou alongar? Só abdominal resolve? Perguntas como estas são diárias nos consultórios e academias, só que não é tão simples assim. A boa saúde de nosso organismo como um todo depende de uma diversidade de fatores, em sua maioria, muito simples e que muitos teimam em complicar. Para um corpo ser saudável, ele precisa de fortalecimento e atividade, alongamento e repouso, além, é claro, de uma boa nutrição e hidratação.
A dor lombar pode surgir por diversas causas, onde as mais comuns são as artrites, traumas, degenerativas (hérnias discais), postural, dor visceral (como exemplo, os rins) e metabólico (osteoporose), como nos referimos aos atletas, falaremos apenas das relacionadas diretamente ao esporte.
O atleta é um lesionado em potencial, pois os treinamentos, quanto mais intensos e de impacto forem, maior o sofrimento das estruturas osteo-músculo-ligamentares, além de todo o organismo e, por isso, grande deve ser o cuidado com estes indivíduos. O organismo levado ao extremo num Ironman ou maratona, desafiando os limites da força e flexibilidade no judô ou jiu jitsu, impactos fulminantes nos saltadores e ginastas, e nossa máquina, mesmo muito treinada, sofre desgastes, e no centro de todo esse esforço mecânico, está a nossa lombar, onde distribuímos nosso peso, nosso centro de gravidade, colocando em esforço máximo nossos músculos lombares e abdominais, nossos ligamentos, discos e diversas nobres estruturas próximas como rins e útero. Então, como não dizer que um atleta é um indivíduo muito próximo a um desconforto ou lesão? As dores lombares nos atletas, em todos os esportes, podem ser muito comuns.

Tratando a lombalgia
Entre as atividades para tratamento de um desconforto lombar, temos uma variedade de técnicas. Entre as mais conhecidas estão a RPG e a osteopatia. Enquanto técnicas terapêuticas de tratamento de disfunções na lombar, onde o princípio de abordagem terapêutica se difere, a RPG tem uma ação mais global sobre a coluna vertebral e a postura, e a osteopatia tem uma ação mais localizada do tratamento, mas também visando um resultado global. Ambas partem do princípio de restabelecer o equilíbrio corporal com manipulações e alongamentos associados a reequilíbrio de tensões musculares e posturais, retirando a sobrecarga e redistribuindo a força para outras áreas, como por exemplo, a estabilização segmentar, onde se aprende a contrair de forma voluntária e eficaz e, sem sobrecarga, os músculos posteriores (multífido), abdominais (principalmente os transversos), numa expiração normal.
Saindo um pouco do enfoque tarapêutico, temos o Pilates e o Gyrotonic, com uma abordagem física maior, com uso de aparelhos e sistemas de polia e molas para fortalecimento muscular, conscientização postural e respiratória, servindo como meio facilitador de recuperação pós terapêutica ou mesmo preventivo de desconfortos lombares.
Todas as abordagens são corretas, desde que feitas de forma criteriosa, respeitando a individualidade pessoal de cada um e de sua atividade e, principalmente, de forma ética, indicando o profissional ideal para cada momento. Um atleta com dor, por exemplo, deve ser indicado a um médico ou fisioterapeuta para avaliação e tratamento do quadro doloroso e posteriormente retornando a atividade esportiva e preventiva.

Diagnóstico e exames
O histórico do problema das dores na coluna do paciente poderá contribuir bastante para o seu diagnóstico, como também um exame físico detalhado da postura, amplitude de movimento, espasmo muscular, dor e força muscular.
Previna-se!
– Adote uma boa postura em qualquer situação;
– Pratique exercícios físicos regularmente;
– Evite o fumo;
– Procure manter uma alimentação equilibrada e saudável;
– Nunca pratique atividades físicas sem orientação profissional.

Exercícios de Pilates para lombalgia
O destaque do Pilates no tratamento de dores na coluna se deve ao trabalho de fortalecimento de uma musculatura que é essencial para a proteção da coluna, composta por músculos estabilizadores. São eles: o transverso do abdômen e o multífido lombar. As primeiras aulas do Pilates devem ser voltadas para o aprendizado da contração correta destes músculos. Este treino pode ser realizado seguindo as etapas do modelo de exercícios de estabilização segmentar vertebral, desenvolvido por Richardson, Hodges e Hides (2011).
Este modelo é dividido em três estágios. No primeiro, chamado de Cognitivo, o paciente é educado quanto a anatomia, função, importância e forma de contração correta destas musculaturas. O treino geralmente é iniciado na posição deitada, mas deverá progredir para as posições sentada, em pé e em quatro apoios. O fisioterapeuta ensina ao paciente a localização dos músculos, a realizar a palpação deles colocando os dedos indicador e médio na região inferior do abdômen, e a contraí-los levando sutilmente o umbigo para dentro até sentir uma leve tensão sob os dedos.
No segundo estágio, chamado de Associativo, o objetivo é manter a contração destes músculos ao mesmo tempo em que são realizados movimentos dos membros com o tronco apoiado; ou seja, a musculatura global passa a ser solicitada associada a local. Nesta fase inicia-se o treino de atividades do dia a dia, como sentar e levantar corretamente, mantendo uma boa postura.
O terceiro momento, Estágio Automático, tem como objetivo permitir a realização de exercícios que proporcionem desafios e gestos esportivos, sendo realizados com cuidado para assegurar que não haja compensação. Nestes últimos estágios, também é realizado o trabalho de fortalecimento dos músculos estabilizadores da pélvis (glúteos). Pois o alinhamento desta região influencia na distribuição de cargas na coluna lombar. Além disso, é feita a reeducação de atividades da vida diária do indivíduo, desde movimentos simples, como sentar e levantar. É fundamental que a escolha dos exercícios seja criteriosa para cada paciente. Para isso, o profissional que vai receber o paciente com dor no estúdio de Pilates deve ter conhecimento para determinar quais exercícios são mais indicados a partir de uma avaliação, evitando o risco de novas lesões ou a piora do quadro de dor.

 

 

preenchimento facial

O que é PMMA?

PMMA é uma sigla para polimetilmetacrilato e é um material que preenche volumes do tecido, usado em preenchimentos que alteram algumas formas do corpo, procedimento chamado por alguns profissionais de bioplastia. Ele é um tipo de plástico, apresentado em um formato de microesferas.

No entanto, seu uso recebe uma série de ressalvas. Ele normalmente tem sido usado para preenchimentos corporais e faciais, mas o ideal é que seu uso seja feito em pequenas quantidades, principalmente devido à baixa qualidade de alguns de seus produtos no mercado. Ele deve ser usado apenas com a prescrição de um especialista, no caso um médico dermatologista ou cirurgião plástico, e nas quantidades recomendadas por ele, afinal é um implante definitivo e pode causar complicações, como a formação de nódulos, enrijecimento da região, infecção, alergias, dor crônica, rejeição do organismo e até necrose do tecido.

Alguns tipos de PMMA são proibidos de serem usados no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Outros nomesPolimetilmetacrilato

Indicações do PMMA

O PMMA tem o efeito de preencher determinadas regiões. O procedimento geralmente é mais utilizado na face, pois o método permite alterar a região das maçãs do rosto (região malar e zigomática), queixo, rugas e contorno da mandíbula, tornando-a mais delimitada e acentuada. Algumas pessoas relatam tê-lo aplicado em glúteos e panturrilhas, mas a aplicação de grandes quantidades é controversa, devido ao potencial alto de complicação.

A aplicação de PMMA também pode ser utilizada para correção de lipoatrofia facial em pacientes com aids, ou seja, a perda de gordura que pacientes soropositivos apresentam e que lhes dá um aspecto mais envelhecido. Nesses casos, o preenchimento com PMMA é uma das técnicas possíveis, que ajudam o paciente a recuperar uma aparência mais condizente com sua idade cronológica.

Riscos do PMMA

O PMMA é injetado em forma de microesferas. Ele deve ser purificado para que os diâmetros das esferas excedam 50 micras (ou seja, 0,05 mm). As esferas muito pequenas causam complicações como reação inflamatória e alergias, pois são atacadas e absorvidas pelas células do sistema imunológico. Apenas uma minoria de fabricantes consegue esta qualidade, sendo estes produtos bem mais caros. Por isso mesmo, não é viável financeiramente aplicar grandes quantidades de PMMA.

Independente da quantidade aplicada, podem ocorrer reações inflamatórias crônicas, dor crônica, infecções, formação de nódulos, enrijecimento da região, rejeição do organismo e até necrose do tecido. Mas o risco aumenta conforme a quantidade aplicada, por isso, o volume usado deve seguir o bom senso do médico especialista.

Quando aplicado em grandes volumes, também, o PMMA pode se espalhar para outras regiões do corpo. Ainda existe o aspecto de que o produto é injetado em camadas profundas da pele e sua remoção total é muito difícil e complicada, o que o torna um implante definitivo.

Como o PMMA é usado

O PMMA é aplicado através de microcânulas, semelhantes a uma agulha sem ponta. O método consiste no implante de polimetilmetacrilato (PMMA). Vale destacar que o preenchimento com PMMA é um procedimento ambulatorial, ou seja, deve ser feito em ambiente hospitalar.