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Campanha Outubro Rosa – Novembro Azul

O câncer não escolhe o sexo, raça, ou classe social. Nós apoiamos essa causa com o propósito de lembrar a todos sobre a importância da prevenção.

Mulheres façam o autoexame, dúvidas consulte um médico.

Homens após os 45 anos é necessário que consulte um urologista, hoje existem exames laboratoriais para o teste de câncer de próstata.

O câncer tem cura quando descoberto em fase inicial.

Ultrassonografia

Exame que produz imagens de órgãos internos e estruturas do corpo em movimento.
Tem o diferencial de produzir em tempo real, com relativo baixo custo e tem o diferencial de ser sem radiação.

Através dela que é feito o acompanhamento de gestantes, para diversas verificações, percepção do sexo, saúde e perceber eventuais modificações na formação do feto.

A ultrassonografia pode ser indicada para:

  • Investigar dor abdominal e na região do corpo;
  • Diagnosticar gravidez e desenvolvimento do feto;
  • Diagnosticar doenças do útero, trompas, ovários;
  • Análise dos músculos, articulações e tendões;
  • Visualizar diversas outra estrutura do corpo humano.

 

Entre em contato com nossa equipe para mais informações.

Pediatria – Cuide do “futuro”

Pediatria é a especialidade da Medicina que tem o objetivo de estudar e tratar pacientes desde o nascimento até a adolescência.

O pediatra não é exclusivamente focado em tratar doenças do publico infantil, mas também faz o serviço especial de preveni-los e orientá-los levando ao caminho de atitudes e hábitos saudáveis. Passando por áreas como alimentação, vacinações e também em assuntos de foco sociais e também sexuais.

Entre em contato com a clínica para mais informações e fale com nossos especialistas sobre qualquer dúvida.

Dicas para cuidar dos seus pulmões

Todos conhecem os malefícios causados pelo hábito de fumar, mas sempre é valido relembrar. A cada ano, mais de 7 milhões de pessoas morrem no mundo devido a problemas ocasionados pelo tabaco, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Os principais danos são relacionados aos pulmões, onde a fuligem e a fumaça do cigarro se acumulam e prejudicam seus tecidos. Entre as lesões e doenças pulmonares associadas ao cigarro, estão:

  • câncer;
  • crises asmáticas;
  • pneumonias e outras infecções de vias aéreas;
  • doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), como enfisema pulmonar e bronquite crônica.

Para evitar esses problemas, confira 3 dicas importantes para você cuidar dos seus pulmões:

1. Pare de fumar

O cigarro possui diversas substâncias nocivas, como a nicotina. Ela é absorvida pelos pulmões, entra na corrente sanguínea e alcança o cérebro, provocando a rápida sensação de bem-estar, sendo extremamente viciante.

A alta temperatura da fumaça do cigarro lesiona os tecidos dos pulmões, aumenta os riscos de câncer e diminui a capacidade de oxigenar o sangue.

Parar de fumar (ou sequer começar) é a melhor opção para recuperar a qualidade de vida.

2. Pratique exercícios físicos

Praticar atividades físicas beneficia todo o organismo, principalmente os pulmões. As suas funções vão melhorando e se tornam mais resistentes. O exercício aumenta a quantidade de oxigênio enviada para os pulmões, diminuindo os sintomas de doenças como asma e bronquite, até mesmo fazendo elas desaparecer.

3. Mantenha-se hidratado

Hidrate-se e abuse dos líquidos para manter os seus pulmões hidratados, para que eles trabalhem melhor. Para evitar desidratações, proteja-se do sol e procure não realizar exercícios físicos nas horas mais quentes do dia.

 

No dia 29 de agosto é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Fumo, criado em 1986 (Lei nº 7.488) com o objetivo de sensibilizar e mobilizar a população para os danos causados pelo tabaco, tratando como um problema de saúde coletiva.

 

Fonte: Bem Saudável

Processo de Saúde e Doença Visão Bio-Psico-Social

Desde os primórdios das civilizações lá no antigo Egito com o primeiro médico Imhotep passando pela Grécia com o pai da medicina Hipócrates, aos tempos de Jesus Cristo, ao tratado de medicina escrito por Claudius Galeno e a renascentismo algumas reflexões sobre o cuidado em saúde na atualidade, especificamente sobre o cuidado estabelecido pelas normas sanitárias brasileira, denominado  paradigma biopsicossocial, que busca superar o paradigma curativista ou biomédico, se refletindo em transformações no conceito de saúde, na compreensão sobre o processo saúde-doença, na organização do sistema brasileiro de saúde pública e nas práticas profissionais em saúde.

Busca-se estabelecer um diálogo da área da saúde com a produção teórico-conceitual de Fernando González Rey sobre a subjetividade na perspectiva da psicologia histórico-cultural, que vem a contribuir para a efetivação do paradigma biopsicossocial, por meio de transformações na formação profissional e nas práticas profissionais em saúde.

Entendo que pela visão crítica e em um viés de difusão de conhecimento e conceitos bem estabelecidos por uma sociedade doente sob o ponto de vista psicológico, cronificando doenças físicas e biológicas pré-existentes (Séculos XX e XXI), onde a industrialização e informatização relacionam-se com a nuvens e máquinas e não com o paciente biopsicossocial, nos leva a uma reflexão sobretudo sobre a reforma sanitária brasileira e as práticas de saúde atuais.

Inicialmente observamos a formação profissional em saúde, considerando que as transformações preconizadas pela reforma têm reflexos diretos nas práticas profissionais em saúde, como também na formação e no desenvolvimento profissional da mesma.

A formação está ancorada no modelo biomédico, esta situação favorece a construção de uma postura de desconsideração aos aspectos psicossociais tanto do profissional como ao dos pacientes.

Por outro lado, os pré-requisitos básicos para que uma população possa ser considerada saudável estão: paz; adequada em tamanho por habitante, em condições adequadas de conforto térmico; educação pelo menos fundamental; alimentação imprescindível para o crescimento e desenvolvimento das crianças.

Se faz necessário também ecossistema saudável preservado e não poluído; justiça social e equidade garantindo os direitos fundamentais dos cidadãos(Carta de Ottawa, 19861 apud SANTOS; WESTPHAL, 1999).

Em 1977, no artigo da revista científica Science,[2] o psiquiatra George L. Engel chamou a atenção para “a necessidade de um novo modelo médico” e, utilizando um exemplo hipotético, demonstrou a relação entre diversos fatores que podem influenciar na doença de um paciente.[4] Assim, o exemplo de Engel oferece um ponto de partida para uma compreensão mais ampla da prática clínica.

O modelo biopsicossocial mantém contato com diversas disciplinas, principalmente aquelas que possuem um enfoque nos três fatores principais ao qual o modelo propõe analisar, sendo eles:

  • Componente Biológico: procura compreender como a causa da doença decorre no funcionamento do corpo do indivíduo.
  • Componente Psicológico: procura potenciais causas psicológicas para um problema de saúde, como a falta de autocontrole, perturbações emocionais e pensamento negativo.
  • Componente Social: investiga como os diferentes fatores sociais, como o status socioeconômico, cultura e as relações sociais podem influenciar a saúde.

O modelo biopsicossocial baseia-se, em parte, na teoria social cognitiva, o que implica o processo de tratamento da doença requerer uma equipe de saúde que pontue aspectos biológicos, psicológicos e sociais que influenciaram um paciente.

Em um sentido filosófico, este modelo afirma que o funcionamento do corpo pode afetar a mente e o funcionamento da mente pode afetar o corpo.

O modelo atual não contempla o infortúnio de leis e amarras jurídicas éticas profissionais que perduram por anos a fio e estão longe do binômio necessidade-necessidade e sim muito próximos ao seu antagonista necessidade-possibilidade.

Temos que ser resilientes e estar atentos, mapear, bem como rever conceitos nas relações médico-paciente desde o contexto na atenção primária até a atenção terciária. Implementar desafios de práticas humanizadas em saúde, considerando sua relevância e a problemática da humanização como necessidade social.

 

Dr. Clício J. Dezorzi

CRM 11.211

 

Via costaesmeralda.com.br

Bexiga hiperativa

A bexiga hiperativa, ou popularmente chamada de bexiga nervosa, é caracterizada por uma sensação súbita e urgente de urinar, que, muitas vezes, é difícil de controlar, podendo até causar incontinência – perda de xixi.

Muitas vezes sua causa é desconhecida, outras podem acontecer devido a doenças neurológicas, como paraplegia, Parkinson, Alzheimer, AVC ou esclerose múltipla, por exemplo, ou por irritação das vias urinárias, por infecções urinárias, alterações da mucosa pela menopausa, câncer, cálculo ou cistos urinários.

Estas alterações dificultam o controle sobre os músculos da bexiga, que contrai em horas indevidas, muitas vezes causando aumento da frequência urinária e até mesmo perda de urina na roupa.

Esta doença tem uma prevalência semelhante entre homens e mulheres. Porém a presença de incontinência urinária associada a sintomas de urgência é mais frequente em mulheres em todos os grupos etários, o que prejudica a qualidade de vida e causa transtornos emocionais e sociais.

Via Instagram @draleticialeaes.uro

 

Letícia Mendes Leães
Urologista
CRM/SC 25704
RQE 16084

O que é tireoide?

A tireoide é uma glândula que produz hormônios que são essenciais para o funcionamento do organismo em todas as etapas da nossa vida, desde o desenvolvimento do bebê no útero, até o envelhecimento.

Esses hormônios são responsáveis por regular nosso metabolismo e interferem na função de diversos órgãos do nosso corpo, como coração, cérebro, fígado e rins.

As doenças da glândula são muito frequentes. Ela pode aumentar de tamanho homogeneamente (bócio) ou devido a nódulos, que podem ser benignos ou malignos.

Além disso, a glândula pode produzir hormônios em quantidade insuficiente (hipotireoidismo) ou em excesso (hipertireoidismo). Ambas as situações trazem consequências negativas para o organismo, como:

  • Falta de disposição e cansaço
  • Queda de cabelo ou unhas quebradiças
  • Alterações de peso
  • Alteração do hábito intestinal
  • Intolerância ao frio ou calor

 

Uma glândula tão pequena, mas com importância enorme!

Se você apresenta alguma dessas alterações ou tem dúvidas sobre o assunto, consulte um especialista. Cuide da sua saúde!

Camila Medeiros Machado
CRM/SC 22840
RQE 15848

Síndrome mão-pé-boca, você sabe o que é?

O que causa a doença mão-pé-boca? 

A doença da mão, pé e boca é causada por vírus que pertencem ao gênero Enterovirus, que inclui poliovírus, coxsackievírus, ecovírus entre outros. O Coxsackievirus é tipicamente o maior causador da doença.

É uma doença grave? 

Geralmente não causará grandes problemas. É uma doença viral benigna e autolimitada. As principais complicações são desidratação, devido ao fato da criança muitas vezes não conseguir ingerir líquidos, e higiene precária da boca, podendo perpetuar a infecção e piorar o quadro. A recuperação completa geralmente ocorre em 7 a 10 dias.

É uma doença contagiosa? 

Sim, muito! Por ser viral, pode ser transmitido através de:

  • Secreções do nariz e garganta (saliva, expectoração ou muco nasal). Aqui inclui beijar, abraçar, tossir…
  • Contato com o líquido da bolha
  • Contato através das fezes
  • Contato com objetos com secreção ou saliva da criança

O período de maior contágio é na primeira semana da doença, e a orientação é manter afastado de outras crianças até todas as bolhinhas estarem bem sequinhas. Ainda assim, o vírus pode ser transmitido por um bom tempo.

Qual o tratamento? 

O tratamento é basicamente com sintomáticos, ou seja, dar remédio para dor se tiver com dor, para febre, oferecer muito líquido para não desidratar, manter aleitamento materno se ainda mama peito. Procure oferecer os alimentos preferidos da criança e evite bebidas quentes, refrigerantes e alimentos ácidos (frutas cítricas, tomates, etc.), pois podem piorar a dor.

Febre amarela – Alerta de saúde pública

A febre amarela é transmitida por mosquitos a pessoas não vacinadas em áreas de mata. A vacinação está disponível nos postos de saúde de todo o país e é recomendada para pessoas que habitam ou visitam áreas com risco da doença. Uma dose apenas garante imunidade por toda a vida.

  • Pode ser evitada com vacina.
  • O tratamento pode ajudar, mas essa doença não tem cura.
  • Propaga-se por insetos.
  • Requer um diagnóstico médico.
  • Frequentemente requer exames laboratoriais.

 

Requer um diagnóstico médico

 

Os casos leves causam febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos. Os casos graves podem causar doenças cardíacas, hepáticas e renais fatais.

As pessoas podem ter:

Dores locais: costas, no abdômen ou nos músculos.

No corpo: calafrios, fadiga, febre, mal-estar ou perda de apetite.

No aparelho gastrointestinal: náusea ou vômito.

Também é comum: delírio, dor de cabeça, pele e olhos amarelados ou sangramento

Não existe um tratamento específico para a doença. Os esforços se concentram no controle dos sintomas e na limitação das complicações. Cuidados médicos, reidratação e terapia de reidratação oral.

 

Fontes: Hospital Israelita A. Einstein, www.saude.gov.br/febre-amarela

Dengue – Saiba mais sobre a Doença

Doença viral transmitida por mosquitos que ocorre em áreas tropicais e subtropicais.

  • Principais pontos:O tratamento é feito com auxílio médico.
    Propaga-se por insetos.
    Requer um diagnóstico médico.
    Frequentemente requer exames laboratoriais.

Os sintomas são febre alta, erupções cutâneas e dores musculares e articulares. Em casos graves, há hemorragia intensa.
As pessoas podem ter:
Dores locais: nos músculos, atrás dos olhos, costas, no abdômen ou ossos.
Tipos de dor: forte nas articulações.
No corpo: febre, fadiga, mal-estar, perda de apetite, tremor ou suor.
Também é comum: dor de cabeça, manchas avermelhadas ou náusea.
Doença grave: consulte um médico para receber orientação.
O tratamento é feito por meio do uso de fluidos e de medicamentos para a dor. O tratamento inclui ingestão de líquidos e analgésicos. Os casos graves exigem cuidados hospitalares, Cuidados médicos. Hidratação, Pode sarar naturalmente e Líquidos intravenosos, Medicamentos.

 

Orientações para pacientes com suspeita de dengue

Para que você esteja seguro em casa é importante que você saiba que:
1) Alguns sintomas podem indicar a necessidade de retornar ao Pronto Atendimento, estes
são:
Dor abdominal intensa e contínua
Vômitos persistentes
Queda da pressão
Sonolência
Irritabilidade
Sangramentos na gengiva, no nariz, nos vômitos e nas fezes (fezes escuras, cor de
borra de café)
Diminuição do volume da urina
Redução brusca da temperatura corporal
Desconforto respiratório
2) O diagnóstico laboratorial específico para o vírus da dengue é realizado por meio de
sorologia realizada na amostra de sangue. O resultado é disponibilizado na internet ou na
central de exames, em 3 dias. Com o resultado em mãos, este deve ser avaliado pelo seu
médico.
3) Você deve fazer o acompanhamento com seu médico durante o período da doença e de
sua convalescença, para que a conduta médica possa ser atualizada sempre que for
necessário.
Fontes: Hospital Israelita A. Einstein

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